A chegada de Daniela Rodrigues à Secretaria de Meio Ambiente de Simões Filho marca um novo momento na condução das políticas ambientais do município.
Nomeada pelo prefeito Del Soares após a saída de Denyson Santana, a nova titular assume a pasta em meio a um cenário de reorganização administrativa e expectativas sobre os próximos passos da gestão.
Com experiência técnica na área e passagem anterior pela própria secretaria, Daniela retorna agora com a missão de conduzir ações que envolvem desde fiscalização até educação ambiental.
Em entrevista exclusiva ao Tudo é Política, a secretária detalhou sua trajetória, os desafios enfrentados na área e a visão que pretende implementar à frente da pasta.
TP – Pode nos contar um pouco sobre sua formação profissional e principais experiências como advogada, especialmente na área ambiental?
Drª Daniela – Sou advogada, com pós-graduação em Direito Ambiental, e minha trajetória profissional sempre esteve muito conectada à proteção ambiental. Já tive a oportunidade de servir ao município de Simões Filho na própria Secretaria de Meio Ambiente, atuando como assessora técnica e também como coordenadora de fiscalização.
TP – Quais foram os maiores desafios que você enfrentou em casos ou projetos relacionados ao meio ambiente, e o que aprendeu com eles?
Drª Daniela – Um dos maiores desafios foi justamente equilibrar o desenvolvimento urbano e econômico com a preservação ambiental. Muitas vezes lidamos com interesses distintos, e é necessário ter firmeza técnica e sensibilidade para construir soluções viáveis. Com isso, aprendi que a atuação ambiental exige não apenas fiscalização, mas principalmente orientação, educação ambiental e diálogo constante.
TP – Como você vê os principais problemas ambientais em Simões Filho hoje, e qual sua visão inicial para a secretaria?
Drª Daniela – Simões Filho, como muitos municípios, enfrenta desafios como descarte irregular de resíduos, ocupações desordenadas e a necessidade de fortalecimento da fiscalização ambiental.
A intenção é a construção de uma gestão próxima da população. Precisamos fortalecer ações preventivas, investir em educação ambiental e utilizar a fiscalização de forma estratégica, não apenas punitiva, mas principalmente preventiva.