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MUNDO

Youtube remove 100 mil vídeos e encerra 17 mil canais por discurso de ódio

Volume de conteúdo excluído neste trimestre é cinco vezes maior que o total de remoções realizadas nos três primeiros meses do ano

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Bahia.ba – O Youtube divulgou em seu blog oficial nesta terça-feira (3) que foram removidos de sua plataforma mais de 100 mil vídeos, cerca de 17 mil canais e por volta de 500 mil comentários com discurso de ódio entre os meses de abril e junho deste ano. O volume de vídeos e canais removidos neste trimestre é cinco vezes maior que o total de remoções realizadas nos três primeiros meses do ano.

O aumento no número de remoções pode ser explicado pela exclusão de comentários, vídeos e canais mais antigos considerados “legais” pela política anterior da plataforma – como a negação do Holocausto e a apologia da supremacia branca -, mas que passaram a ser vetados a partir de abril.

De acordo com o comunicado, o Youtube tem baseado suas ações de remoção de conteúdo em quatro princípios: eliminar conteúdos que violam a política o mais rápido possível; destacar vozes com autoridade quando a busca é por notícias e informações de última hora; recompensar os criadores de conteúdo e artistas de confiança; e limitar a difusão de conteúdos que ultrapassam os limites das políticas internas da plataforma.

A plataforma de vídeos ainda afirmou que tem investido em sistemas de detecção automática e na apuração da equipe de engenheiros – uma atualização feita no sistema de detecção de spam levou a um aumento de 50% nos canais excluídos que violaram as políticas de spam do YouTube no segundo trimestre de 2019.

Segundo o site Cnet, foram removidos um total de 9 milhões de vídeos e mais de 4 milhões de canais no trimestre em análise, sendo que 66% dos vídeos e 90% dos canais foram classificados como spam, conteúdo enganador ou esquemas. Já as exclusões baseadas em discurso de ódio representam 1,2% dos vídeos e 0,4% dos canais removidos entre abril e junho, com 80% dos vídeos sendo eliminados sem terem nenhuma visualização.

MUNDO

Brasileiros participam de mobilização mundial pelo clima

Ação sobre mudanças climáticas ocorreu em mais de 150 países

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Metro1 – Uma mobilização mundial, batizada de Greve Global pelo Clima, aconteceu nesta sexta-feira (20) em mais de 150 países. O objetivo da ação é chamar atenção para mudanças climáticas e trazer à tona estudos, dados, debates políticos e propostas para encaminhamento de planos continentais e globais pelo clima. Em diversas cidades brasileiras houveram manifestações.

As maiores movimentações foram vistas em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Brasília. Manifestantes, a maior parte deles jovens, exigiam ações concretas para redução de emissões de gases causadores do efeito estufa e combate ao aquecimento global. Eles também protestaram contra o uso de agrotóxicos e o consumo excessivo de carne. Pessoas seguravam cartazes com dizeres: “Por um mundo sem desmatamento”, Somos a natureza” e “Não se respira dinheiro”.

Em Salvador, manifestantes se concentraram às 9h00 no Campo Grande para uma passeata em prol da Greve Mundial pelo Cima e pela “soberania nacional”. Além da passeata, os organizadores também promoveram uma aula pública sobre mudanças climáticas.

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MUNDO

Itália autoriza o desembarque de navio humanitário com 82 imigrantes

Itália autoriza o desembarque de navio humanitário com 82 imigrantes

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Bahia.ba – O governo da Itália autorizou neste sábado (14) o desembarque de 82 imigrantes em um porto na ilha de Lampedusa. Eles estavam há seis dias a bordo do barco humanitário Ocean Viking, pertencente às ONGs SOS Méditerranée e Médicos Sem Fronteiras (MSF). A informação foi confirmada pelo MSF nas redes sociais. A decisão é vista como uma mudança de postura de Roma em relação à crise imigratória.

O desembarque seguro foi oferecido por autoridades italianas, após a negativa anterior ao pedido de dezenas de navios de resgate no Mar Mediterrâneo. A Guarda Costeira italiana ainda analisa se permite a entrada no porto ou se transfere os migrantes para outros barcos italianos em águas internacionais, transportando-os posteriormente para o território italiano.

O Ocean Viking socorreu, em 8 de setembro, 50 pessoas no Mediterrâneo e, em 10 de setembro, acolheu outras 34, que tinham sido assistidas no mar por um veleiro sem condições de mantê-las a bordo.

O  barco esteve por duas semanas no Mediterrâneo com 356 migrantes a bordo, em agosto passado, até seis países europeus concordarem no realojamento dos resgatados, uma situação extrema criticada pelo MSF, que pediu à União Europeia um sistema permanente em vez de pactos pontuais para cada situação.

Entre meados de 2018 e julho de 2019, vigorou na Itália uma política restritiva que proibia qualquer navio ou ONG de desembarcar imigrantes. Foram aprovadas duas leis, chamadas de “decreto de segurança” e “decreto de segurança bis”, para negar os acessos.

A política restritiva tinha sido elaborada e era defendida pelo líder do partido nacionalista Liga Norte, Matteo Salvini, que ocupava o posto de ministro do Interior. O fim da aliança de governo entre a Liga e o Movimento 5 Estrelas (M5S), no entanto, mostra que a Itália tem sinalizado que passará a aceitar novamente as embarcações com imigrantes e tentará pedir cooperação na União Europeia para resolver a crise.

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Chanceler da Venezuela diz que país venceria eventual guerra contra o Brasil

“Seria uma guerra muito longa, e que venceríamos”, falou

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Bahia.ba – O chanceler da Venezuela, Jorge Arreaza, disse ao site UOL que o país não quer um conflito armado com o Brasil, mas que está disposto a reagir caso seja provocado.

“Jamais agrediríamos um país-irmão. Isso está descartado. Mas iremos nos defender”, garantiu. “O presidente Maduro anunciou exercícios militares, que estão ocorrendo neste momento”, disse.

Arreaza ainda frisou que a Venezuela ganharia uma guerra contra o Brasil, apesar de ponderar que a batalha seria longa.

“A Venezuela não quer uma confrontação com ninguém. Vamos nos defender e sabemos nos defender. Temos uma Força Armada bem equipada, profissional e temos 3 milhões de homens. Em caso de agressão, seria uma catástrofe. Seria uma guerra muito longa, e que venceríamos. Espero que esse erro nunca ocorra”, falou.

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