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CORONAVÍRUS

Vacinado, Otto diz que teve apenas 5% dos pulmões comprometidos pela Covid

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Vacinado com as duas doses da vacina contra a Covid-19, o senador Otto Alencar (PSD) afirmou, nesta quinta-feira (15), que teve apenas 5% dos pulmões comprometidos pela doença. O parlamentar se recupera após o diagnóstico.

Em entrevista à Rádio Metrópole, Otto, também formado em medicina, disse ter sentido febre, e pontuou que o nível de saturação se manteve na casa de 95%. O senador está no seu 11º dia da doença.

“Estou no 11º primeiro dia da doença e já passei talvez da fase mais difícil. Nesse período eu tive três dias de febre e também de tosse. Mas, nesse período inteiro, sempre tive saturação dentro do padrão normal, 95%, 96%. Também não perdi em nenhum momento a força física”, afirmou o senador, que ressaltou a importância da vacinação.

“A doença não em abateu muito porque, sem dúvida nenhuma, as duas doses da vacina que eu usei evitaram que eu pudesse desenvolver a forma mais grave da doença”, completou.

Com informações do Política ao vivo.

P U B L I C I D A D E

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Vídeo viraliza com homem recusando CoronaVac em Salvador

Estudo feito com 10,2 milhões de pessoas vacinadas no Chile aponta eficácia de 86% da Coronavac contra mortes pela Covid-19

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Enquanto muita gente está ansiosa para receber a 1ª dose da vacina contra a Covid-19, um jovem enfrentou a fila do drive thru da Arena Fonte Nova na manhã desta quarta-feira (28) e recusou o imunizante ao saber que era a Coronavac. Ele ainda fez questão de registrar a atitude e publicar em suas redes sociais. 

“Se for Coronovac, eu não vou tomar. Estou sabendo que é Coronavac”, narra o rapaz ao se encaminhar com o carro para as baias de vacinação. Ao receber a confirmação do profissional da vacinação da fabricante da vacina ele ainda age com deboche. “Então, tchau. Não tomo Coronovac nem que me paguem. Coronavac não dá não, pô. Você é maluco? Tchau, Coronavac”, finaliza o vídeo. 

A médica infectologista e pesquisadora da Fiocruz, Fernanda Grassi, repudia o comportamento. “Com a escassez das vacinas, não se pode dar ao luxo de escolher marca porque isso retarda o benefício coletivo”, afirma.  “Esse comportamento é ridículo. A Corronavac já mostrou que é eficaz. A pessoa precisa tomar a vacina que estiver disponível.  A melhor vacina é aquela que está no braço”, destaca a pesquisadora.  

Fernanda Grassi lembra que diversos estudos já comprovaram que a Coronavac diminui a mortalidade, hospitalização e a gravidade da Covid. O mais recente foi divulgado este mês e produzido no Chile, com o acompanhamento de 10,2 milhões de pessoas vacinadas com as duas doses da vacina, entre fevereiro e maio.

O estudo concluiu que o imunizante teve 86% de eficácia na prevenção de mortes causadas pela doença no país andino. Além disso, a vacina teve 90,3% de eficácia para a prevenção de internações em UTI e 65,9% para a prevenção contra o contágio pela Covid-19. A pesquisa foi publicada pelo New England Journal of Medicine.

Com informações do Metro 1.

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Algumas vacinas demandarão terceira dose, diz presidente da Anvisa

Para Torres, ainda é difícil dizer qual vacina precisará de outra dose

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O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, disse acreditar que algumas das vacinas contra a covid-19 demandarão uma terceira dose. Convidado pela Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) para uma palestra virtual realizada hoje (13), Barra Torres respondeu a algumas perguntas encaminhadas pelos espectadores.

“Acredito que algumas vacinas terão a necessidade de uma terceira dose. No dia de hoje, ainda é difícil dizer qual”, disse ele, destacando ser uma avaliação pessoal. “É estudado no mundo inteiro. O mundo inteiro está debruçado nisso, e o objetivo é obter a imunização segura e mais duradoura”, acrescentou.

A Anvisa é responsável pela autorização do uso e aprovação das bulas de vacinas no Brasil As bulas contêm as informações sobre o regime de doses. Por enquanto, nenhum imunizante tem esquema com três aplicações. Barra Torres ressaltou que todas as vacinas aprovadas pela Anvisa são eficazes e que a população pode confiar em qualquer uma que estiver disponível no posto de saúde. “A melhor é aquela que está no seu braço”, afirmou.

Com informações do Diário da RMS.

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Vacinação contra Covid-19 em Salvador seguirá apenas com 2ª dose nesta quinta

Aplicação da primeira dose foi suspensa devido ao baixo estoque de imunizantes

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A prefeitura de Salvador vai seguir nesta quinta-feira (15) apenas com a aplicação da 2ª dose das vacinas contra a Covid-19 para pessoas que estão com a data de reforço programada para até o dia 19 de julho.  

A aplicação da 1ª dose foi suspensa nesta quarta-feira (14) na cidade por causa da falta de imunizantes. Na terça-feira (13), a aplicação foi exclusiva para pessoas com 40 anos nascidas entre 10 de novembro de 1980 e 10 de janeiro de 1981, que realizaram o agendamento no site Hora Marcada.

Com informações do Metro 1.

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AstraZeneca: 3ª dose de vacina produz forte resposta imune, diz estudo

Pesquisa é da Universidade de Oxford

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Uma terceira dose da vacina contra covid-19, produzida pela AstraZeneca com a Universidade de Oxford, produz forte resposta imune, disseram pesquisadores nesta segunda-feira (28), acrescentando que ainda não há evidências de que essa dose de reforço é necessária, especialmente devido à falta de vacinas em alguns países.

O estudo, da Universidade de Oxford, mostrou que uma terceira dose da vacina aumenta as respostas imunes de anticorpos e de células T. Ao mesmo tempo, a aplicação da segunda dose pode ser adiada para até 45 semanas após a aplicação da primeira e, ainda assim, levar a um aprimoramento da resposta imune.

O governo do Reino Unido diz que analisa planos para uma campanha de aplicação de doses de reforço no outono do Hemisfério Norte, com três quintos dos adultos já com as duas doses de vacinas contra covid-19 aplicadas.

Andrew Pollard, diretor do Grupo de Vacinas de Oxford, afirmou que as evidências de que a vacina protege contra as variantes existentes por um período sustentável significam que uma dose de reforço pode não ser necessária.

“Temos de estar numa posição em que podemos aplicar a dose de reforço caso isso se mostre necessário. Não temos, no entanto, nenhuma exigência de que será”, disse ele a jornalistas.

“Neste momento, com uma alta taxa de proteção na população do Reino Unido e nenhuma evidência de que isso foi perdido, aplicar terceira dose no Reino Unido, enquanto outros países têm zero dose, não é aceitável.”

Estudos anteriores mostraram que a vacina, criada pela Universidade de Oxford e licenciada pela AstraZeneca, tem eficácia maior quando o intervalo de aplicação entre as doses é ampliado para 12 semanas, em vez de quatro.

A pesquisa anunciada hoje foi divulgada sem a revisão de outros cientistas e analisou 30 participantes que receberam uma segunda dose tardia e 90 que receberam uma terceira dose. Todos os participantes tinham menos de 55 anos.

O estudo ajuda a amenizar preocupações de que vacinas contra covid-19 baseadas em vetores virais, como as da AstraZeneca e da Johnson & Johnson, possam perder sua potência se aplicações anuais forem necessárias, dado o risco de que o corpo produza resposta imune contra os vetores que carregam as informações genéticas da vacina.

“Tem havido algumas preocupações de que não poderíamos usa essa vacina num regime de doses de reforço, e certamente não é isso que os dados estão sugerindo”, disse a autora do estudo Tereza Lambe, do Instituto Jenner, de Oxford, à Reuters.

Com informações da Agência Brasil.

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Wizard decide se calar na CPI e praticamente confessa sua culpa

Wizard decide se calar na CPI e praticamente confessa sua culpa

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Wizard decide se calar na CPI e praticamente confessa sua culpa

O bilionário bolsonarista Carlos Wizard, acusado de fazer parte do gabinete paralelo que orientava Jair Bolsonaro com informações negacionistas no enfrentamento à pandemia, usou o direito assegurado por uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) para não prestar depoimento à CPI da Covid.

“Feitos esses esclarecimentos, doravante, vou permanecer em silêncio”, disse o empresário logo após utilizar os 15 minutos de que dispunha para sua explanação inicial. 

Após o anúncio de que ficaria em silêncio, os senadores disseram que fariam todas as perguntas que estavam programadas. A partir daí, as respostas de Wizard foram todas de que não mais falaria aos parlamentares: “me reservo ao direito de permanecer em silêncio”.

Do Brasil 247

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Representante de empresa diz que Ministério da Saúde cobrou propina de US$ 1 por dose

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Representante da empresa Davati Medical Supply, Luiz Paulo Dominguetti Pereira disse à Folha de S. Paulo que o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, indicado pelo deputado Ricardo Barros (PP-PR), pediu propina durante negociação de 400 milhões de doses da vacina Astrazeneca.

Surge mais um grave indício de corrupção no governo de Jair Bolsonaro. Segundo a reportagem da jornalista Constança Rezende, da Folha de S. Paulo, o representante de uma vendedora de vacinas afirmou em entrevista à Folha que recebeu pedido de propina de US$ 1 por dose em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde.

“Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que se apresenta como representante da empresa Davati Medical Supply, disse que o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, cobrou a propina em um jantar no restaurante Vasto, no Brasília Shopping, região central da capital federal, no dia 25 de fevereiro”, diz a reportagem. 

Segundo a Folha, Roberto Dias foi indicado ao cargo pelo líder do governo de Jair Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). Sua nomeação ocorreu em 8 de janeiro de 2019, na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM). 

A empresa Davati tentava negociar com o Ministério da Saúde 400 milhões de doses da vacina Astrazeneca, apresentando uma proposta de US$ 3,5 por unidade (depois disso passou a US$ 15,5). “O caminho do que aconteceu nesses bastidores com o Roberto Dias foi uma coisa muito tenebrosa, muito asquerosa’, disse Dominguetti”, diz a Folha de S. Paulo. 

Com informações do Brasil 247.

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