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URGENTE: ACABOU! Ford anuncia fechamento de fábricas e fim da produção no Brasil

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A montadora Ford anunciou nesta segunda-feira (11) que encerrará a produção de veículos no Brasil em 2021, o que levará mais brasileiros à fila de desemprego. Apenas o Centro de Desenvolvimento de Produto, na Bahia, o Campo de Provas e sua sede regional, ambos em São Paulo, permanecerão funcionando.

As fábricas de Camaçari (BA) e Taubaté (SP) serão fechadas imediatamente. A planta da Troller, em Horizonte (CE), será desativada no último trimestre de 2021. A empresa alega que trabalhará em colaboração com os sindicatos para “minimizar os impactos do encerramento da produção”.

Os veículos da marca vendidos no Brasil de agora em diante serão importados da Argentina, Uruguai, e de outras regiões fora da América do Sul.

Assim que os estoques forem esgotados, não serão mais comercializados a EcoSport, Ka e Troller T4.

“A Ford está presente há mais de um século na América do Sul e no Brasil e sabemos que essas são ações muito difíceis, mas necessárias, para a criação de um negócio saudável e sustentável. Estamos mudando para um modelo de negócios ágil e enxuto ao encerrar a produção no Brasil, atendendo nossos consumidores com alguns dos produtos mais empolgantes do nosso portfólio global”, disse Jim Farley, presidente e CEO da Ford.

CORONAVÍRUS

Anvisa decide uso emergencial da Coronavac do Butantan nesta sexta

No último domingo (17), apenas as doses produzidas pela China receberam autorização

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Metro1 – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fará uma reunião hoje (22) para decidir se autoriza o uso emergencial da vacina Coronavac produzida pelo Instituto Butantan, no Brasil. Caso o pedido seja aprovado, serão disponibilizadas 4,8 milhões de doses.

A solicitação foi feita pelo Butantan na última segunda-feira (18), um dia após a mesma vacina, elaborada na China, ter sido liberadas para uso emergencial pela Anvisa. Apenas os imunizantes importados entraram no pedido passado.

O encontro da Diretoria do Colegiado do órgão regulador está marcado para acontecer às 15h.

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Saúde

Capitais temem fim das doses da Coronavac até final de janeiro

Em todo o Brasil, foram distribuídas 6 milhões de vacinas; destas, 1,4 milhão foi destinada às capitais

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Metro1 – O primeiro lote de vacinas distribuído no país tem previsão para durar apenas até o final da próxima semana na maior parte das capitais. As doses começaram a ser entregues na última segunda-feira (18).

Das 27 capitais brasileiras (com o Distrito Federal), 17 temem que os imunizantes durem apenas até o dia 31 de janeiro. Apenas Goiânia e Recife preveem que ainda têm três semanas de vacinação pela frente com as doses disponíveis. Oito cidades não têm nenhuma estimativa. A pesquisa foi realizada pela Folha de S.Paulo.

Alguns municípios, como São Paulo, Boa Vista, Rio Branco e Goiânia, correm o risco de não ter quantidade suficiente para aplicar a segunda dose nas pessoas que já receberam a vacina, pois estão utilizando todas elas.

Em todo o Brasil, foram distribuídas 6 milhões de vacinas Coronavac, vindas da China. Destas, 1,4 milhão foi destinada às capitais.

Outras 6 milhões têm previsão de chegada no Brasil em breve: 2 milhões da vacina de Oxford/Astrazeneca serão importadas da Índia hoje (22) e 4,8 milhões da Coronavac produzidas pelo Instituto Butantan aguardam autorização para uso emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão já tem uma reunião marcada para acontecer na tarde de hoje (22) para decidir se aprova a distribuição.

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CORONAVÍRUS

Após críticas, Pfizer diz que governo da Bahia não quis comprar vacinas com antecedência

Na quinta-feira, o secretário de Saúde, Fábio Vilas Boas, criticou o que classificou como “falta de compromisso” da empresa, que realizou testes no estado

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Metro1 – Após o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas Boas, acusar a farmacêutica norte-americana Pfizer de recusar-se a vender sua vacina contra a Covid-19 e “usar a boa fé de 1.500 voluntários baianos” (relembre), a empresa alegou ter oferecido doses da vacina contra a Covid-19 ao governo da Bahia ainda em setembro de 2020. Em nota enviada ao jornal Correio, a Pfizer ressalta, no entanto, que “naquele momento, a proposta foi declinada”.

A Pfizer ainda afirmou que a condução dos estudos para elaboração da vacina não esteve atrelada a aspectos comerciais e confirmou que mantém conversas com o governo federal para um possível fornecimento. “O cenário de disponibilidade da vacina tem mudado significativamente, priorizando os países que fizeram uma aquisição antecipada ainda no ano passado”, diz a empresa.

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