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Saúde

Estudo alerta para “mutações escapistas” do novo coronavírus

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ALERTA PARA MUTAÇÕES ESCAPISTAS DO NOVOCORONAVÍRUS

O risco do aparecimento de “mutações escapistas” do novo coronavírus, quer dizer, resistentes à proteção que dá uma vacina anti-covid-19, aumenta a medida que avança a imunização da população, segundo estudo científico apresentado nesta sexta-feira (30) na Áustria.

Os pesquisadores do Instituto de Ciência e Tecnologia (IST), que tem sede nos arredores de Viena, garantiram que é preciso seguir mantendo as “medidas não farmacêuticas” para conter a propagação do patógeno.

A referência é ao uso de máscaras e ao distanciamento social entre pessoas. Assim, o estudo do IST aconselha que as autoridades de Saúde de todo o planeta repensem as medidas atuais para combater a covid-19.

Processo dinâmico

“A aparição de variantes resistentes às vacinas pode acontecer com extrema velocidade, para que os atuais processos de imunização possam remediar as consequências sanitárias, econômicas e sociais da pandemia”, advertem os especialistas.

Na pesquisa teve resultados apresentados hoje, em entrevista coletiva virtual, após publicação na revista Scientific Reports. O estudo foi liderado por Fyodor Kondrashov e Simon Rella, para avaliar a propagação das chamadas variantes escapistas.

A principal conclusão parece paradoxal à primeira vista, pois o risco de que a propagação do novo coronavírus volte a estar fora de controle, devido a variantes resistentes, seria especialmente alto quando mais da metade da população esteja vacinada.

Segundo Kondrashov, contudo, “é difícil de prever” a evolução futura, mas é possível afirmar claramente que é mais provável que um patógeno como o vírus Sars-CoV-2 desenvolva uma mutação que supere a defesa imunológica criada mediante a vacinação, se sejam dadas várias oportunidades para que isso aconteça.

Minirreator ou criadouro

Cada pessoa infectada, de acordo com Rella, é como um “mini bioreator” ou um “mini criadouro” de uma nova variante.

No entanto, as conclusões da pesquisa apontam que a situação não reduz o papel das vacinas, que seguem sendo “nossa melhor opção” para prevenir a covid-19.

Os cientistas garantem que é importante que as campanhas de imunização ao redor do mundo aconteçam “da forma mais rápida possível e em escala mundial”.

Os cálculos atuais indicam atualmente que é mais provável que seja imposta como dominante uma variante escapista do novo coronavírus quando já estejam totalmente imunizadas 80% de uma população simulada de 10 milhões de pessoas.

Viva Bem

ALBA

APÓS SOLICITAÇÃO DO DEPUTADO ESTADUAL EDUARDO ALENCAR, HOSPITAL GERAL DE IPIAÚ RECEBE INVESTIMENTO DE QUASE 300 MIL

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O Hospital Geral de Ipiaú (HGI) recebeu nesta semana um moderno sistema de digitalização de imagens radiográficas para RX e um novo aparelho de RX móvel, investimento no valor de R$ 279.685,71. Os equipamentos irão modernizar o serviço de radiologia e agilizar os procedimentos radiográficos.

A aquisição do sistema se deu por intermédio do Deputado Estadual Eduardo Alencar que em 14 de abril de 2021, fez a solicitação a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia através do ofício n° 020/2021

No último dia 15, foi realizada a entrega dos equipamentos e, representando o Deputado Eduardo Alencar, estiveram presentes a jovem liderança, Matheus Menezes, os vereadores Lucas de Vavá e Orlando Santos. A entrega foi feita ao coordenador da radiologia, Sandro Augusto e ao diretor Alex Miranda que vem desempenhando um ótimo trabalho, sempre buscando melhorias para o HGI.


“É com muita alegria que venho contribuir com mais essa conquista para saúde de Ipiaú, e vou continuar trabalhando pela saúde em toda Bahia. Gostaria de agradecer ao Governador Rui Costa e ao Senador Otto Alencar por nos atender e estarem trabalhando por nosso povo” disse o Deputado.

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CORONAVÍRUS

Hospital de campanha da Arena Fonte Nova é desativado

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O Hospital de Campanha da Arena Fonte Nova foi desativado na manhã desta quarta-feira (15). A unidade atendeu, durante o período em que esteve em funcionamento, um total de 2.840 paciente com Covid-19.

Antes do início da desmobilização, o hospital chegou a ter 200 leitos. A Sesab deve distribuir os equipamentos usados na unidade para outros locais de assistência ligados ao estado.

Segundo a pasta, o tomógrafo será o único equipamento que ficará até dezembro no local, para o caso de haver uma necessidade de reativação da unidade. Além disso, a rede de gases também será mantida.

Atualmente, a Bahia conta com 905 leitos de UTI adulto e 897 leitos de enfermaria adulto para atender os pacientes diagnosticados com Covid-19. Esses números já chegaram a 1624 leitos de UTI adulto e 1835 leitos clínicos.

Com informações do Política ao vivo.

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NECROPOLÍTICA

MILITANTE ANTIVACINA QUE FAZIA CAMPANHA CONTRA VACINAS MORRE DE COVID

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morre mais uma negacionistwa

Uma militante anti-vacina, chamada Veronica Wolski, morreu de Covid-19 nos Estados Unidos nesta segunda-feira (13). Apoiadores dela ameaçaram explodir o hospital onde ela estava internada caso não fosse usada ivermectina, um remédio sem eficácia comprovada contra a doença, no tratamento.

Ela estava há semanas lutando contra o coronavírus, enquanto militantes de um movimento chamado “QAnon” faziam ligações e ameaças ao hospital.

O QAnon é um movimento de teoria da conspiração de extrema direita, criado em 2017. Segundo seus adeptos, há uma cabala secreta, formada por adoradores de Satanás, pedófilos e canibais, que dirige uma rede global de tráfico sexual infantil e que esteve conspirando contra o ex-presidente Donald Trump durante o seu mandato.

Apoiadores do movimento alegam que Veronica foi “assassinada pelo hospital”, por ter recebido o tratamento cientificamente testado e aprovado contra o coronavírus.

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CORONAVÍRUS

Variante delta ameaça controle da pandemia. Brasil ultrapassa 580 mil mortos

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A variante delta do novo coronavírus segue como ameaça aos esforços de controle da pandemia de covid-19 em todo o mundo. Israel está com a maior média de novos casos diários desde o início do surto, em março de 2020. Os Estados Unidos sofrem com falta de leitos, e registra oficialmente quase 2 mil mortes diárias, devido à rejeição das vacinas por parte negacionista da população. Na Europa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou ontem (30) que as mortes aumentaram 11% na última semana. “Na semana passada, o número de mortos na região aumentou 11%, com uma projeção confiável que prevê 236 mil mortos na Europa até 1º de dezembro”, disse o diretor regional da OMS, Hans Kluge.

Enquanto isso, o ritmo da vacinação entre os europeus caiu 14% no mesmo período, de acordo com Kluge. No Brasil, apenas o Rio de Janeiro confirmou prevalência da variante delta em seu território. Os efeitos são sensíveis com aumento de casos e mortes, além de 12 cidades em estado de colapso hospitalar por falta de leitos de UTI.

580 mil mortos

No panorama geral, apesar da tendência já detectada de crescimento dos casos em algumas semanas, as vacinas seguem apresentando bons resultados no Brasil. Hoje (31), foram notificadas mais 839 mortes, levando o país a ultrapassar mais uma triste marca, totalizando 580.413 vítimas do coronavírus. Também foram reportados 24.589 novos casos, somando 20.776.870 de infectados, também desde março do ano passado. Os dados são fornecidos pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Os dados de hoje não incluíram o Ceará, que não entregou o balanço até o fechamento do dia.

Embora a variante delta seja até 70% mais contagiosa, e tenha a capacidade de circular entre vacinados, os imunizantes em aplicação no país têm apresentado bons resultados para reduzir internações e mortes. “As vacinas continuam eficientes contra a delta, apesar da alta carga viral de transmissão. Até o fechamento desta reportagem, 30,54% dos brasileiros foram totalmente imunizados com duas doses ou vacina de dose única. Receberam a primeira dose, um percentual de 66,89% da população.

Vacinação e controle

A média móvel de mortes no Brasil está em 667 em cada um dos últimos sete dias, a mais baixa desde o início do ano. O indicador aplicado ao registro de novos casos é de 23.143 a cada um dos últimos sete dias. Porém, o cenário internacional e o agravamento da pandemia no Rio de Janeiro provam que, em paralelo à vacinação, é preciso ampliar as medidas para conter a transmissão comunitária da variante delta do novo coronavírus. Entre elas, distanciamento social, uso de máscaras e higienização das mãos.

“Enquanto a gente não resolver a pandemia em todos os lugares com transmissão significativa do vírus, teremos o risco de vermos variantes com mais adaptações surgindo justamente em lugares onde o descontrole é maior. A covid-19 não pode virar uma doença marginalizada”, alerta a neurocientista e pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) Mellanie Fontes-Dutra.

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CORONAVÍRUS

Vacina Pfizer tem eficiência de apenas 42% contra Delta, enquanto Moderna atinge 76%, revela estudo

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Novo estudo nos Estados Unidos revelou que a vacina da Moderna mostra maior eficácia contra a cepa Delta da COVID-19 do que a vacina da Pfizer/BioNTech.

Cientistas norte-americanos verificaram a eficácia de imunizantes da Moderna e Pfizer/BioNTech em 180 mil pessoas vacinadas. O objetivo do estudo foi seguir a dinâmica da eficácia das vacinas ao longo do tempo, inclusive com a nova variante do vírus, por isso o estudo durou vários meses, de janeiro a julho.

Ambas as vacinas tiveram alta eficácia contra o SARS-CoV-2 durante o período mencionado, afirmaram os pesquisadores. A eficácia da Moderna foi de 86%, enquanto a da Pfizer/BioNTech foi de 76%, segundo o estudo publicado no site MedRxiv.

Os dois imunizantes se tornaram menos eficazes em julho com a propagação da variante Delta da COVID-19.

“Em meio ao aumento dos casos da infecção em Minnesota [onde inicialmente foi realizado o estudo], durante julho a eficácia da mRNA-1273 (Moderna) contra a infecção foi menor do que nos meses anteriores (76%), enquanto a BNT162b2 (Pfizer) teve uma redução ainda maior (42%)”, de acordo os especialistas.

Além disso, os pesquisadores detectaram que a frequência de infecções durante todo o período do estudo foi significativamente menor no grupo vacinado com Moderna. No entanto, o número de internados foi mais ou menos igual.

Analisando as infecções entre os imunizados em outros estados norte-americanos, os pesquisadores também notaram que os vacinados com Moderna se infectaram com menos frequência do que os vacinados com Pfizer/BioNTech.

“Se analisarmos todos os casos em conjunto, a Moderna fornece o dobro da redução do risco de infecção após a vacinação comparando com a Pfizer”, concluíram os cientistas.

Perigo da Delta para crianças

Enquanto isso, a Sputnik falou com o pediatra russo Anton Ravdin, para saber o efeito da variante Delta em crianças. Em geral, as crianças quase sempre se recuperam da COVID-19 e as mortes infantis estão frequentemente ligadas às comorbidades graves, afirmou o especialista.

A variante Delta causa a infecção com menor carga viral do que a variante de Wuhan. A Delta é tão contagiosa como varicela, considerada até agora uma das doenças mais transmissíveis, o que leva ao aumento rápido de infecções na população, disse o pediatra.

O especialista disse que a COVID-19 não tem sintomas específicos entre as crianças.

Com informações do Sputnik News.

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CORONAVÍRUS

Consórcio Nordeste suspende compra da vacina russa Sputnik V por causa da Anvisa

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O governador do Piauí, Wellington Dias, afirmou que “é lamentável” que vacinas disponíveis sejam impedidas de entrar no Brasil “devido a uma decisão da Anvisa”.

O presidente do Consórcio Nordeste, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), anunciou nesta quinta-feira (5) a suspensão do acordo com o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo) para compra de 37 milhões de doses da vacina Sputnik V contra a COVID-19.

Nas redes sociais, o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), comentou que a suspensão acontece “devido a novas limitações impostas” pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Consórcio Nordeste diz que essas exigências não teriam sido feitas a outro imunizantes usados no Brasil. 

“É lamentável, o Brasil vive uma situação com alta mortalidade, mais de mil óbitos por dia. Temos vacinas disponíveis, mas impedidas de entrar no Brasil devido uma decisão da Anvisa que faz uma alteração no padrão de teste junto com a não inclusão [da Sputnik V] do Ministério da Saúde no plano nacional de vacinação e a falta da licença de importação, tivemos [que avançar com] a suspensão da entrega da vacina até que se tenha uma autorização do uso do imunizante no Brasil”, afirmou o governador Wellington Dias, citado pelo portal G1.

De acordo com Dias, o RFPI anunciou que vacinas que seriam destinadas para o Brasil serão enviadas para Argentina, México e Bolívia.

Leia a matéria completa no Sputinik News.

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