Caro amigo navegante. Bom dia! Hoje, os Textículos do Mário, a coluna política mais sarcástica da Bahia, vai falar sobre o que pode ser chamado de “11 de setembro à brasileira”.
Data de Atentado, mas por Aqui Foi de Alívio
Para o mundo, a data de 11 de setembro carrega o peso de um trauma, a cicatriz da queda das torres gêmeas em Nova York no ano de 2021. Mas aqui, em 2025, o 11 de setembro ganhou um novo e irônico significado: a queda de outra torre. Não de aço e vidro, mas de papel, ego e bravatas.
A estrutura erguida sobre a promessa de impunidade e a ideia de que a lei só se aplica aos outros finalmente desmoronou. Jair Bolsonaro, aquele que se imaginou acima do bem e do mal, foi condenado. Enquanto o desmoronamento lá foi um ato de terror, aqui foi um ato de justiça. Um alívio silencioso. A torre da prepotência mostrou ser feita de material bem frágil.
Em tempo;
Encerro este textículo com a célebre frase do ex-presidente Jaír Messias Bolsonaro: “A Papuda te espera.” Quá quá quá!