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MUNDO

Sudão revoga lei que controlava o comportamento e roupas de mulheres

Medida foi aprovada junto com dissolução do partido do ex-ditador Omar al-Bashir

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Metro1 – O governo do Sudão acabou nesta quinta-feira (28) com a lei que controlava a forma que mulheres agiam e se vestiam em público. Ao mesmo tempo, foi anunciada a dissolução do partido do ex-ditador Omar al-Bashir, deposto após 30 anos no poder por pressão de onda de protestos de ampla participação feminina.

Desde quando o país implementou a lei islâmica tradicional, em 1983, a medida de ordem pública proibia “atos indecentes e imorais” de forma vaga, o que criava espaço para exploração como ferramenta de controle da população. De forma prática, a medida proibia mulheres de participarem de festas e interagirem com homens.

Elas também precisavam de autorização masculina para trabalhar, deviam se vestir “modestamente” – não podiam usar calça, por exemplo – e, caso fizessem algo percebido como ilegal, ficavam sujeitas a chibatadas. Em alguns casos, a punição podia chegar a apedrejamentos e até execuções.

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Equador vive colapso funerário e famílias convivem com cadáveres por dias

Em alguns casos, corpos são levados para lugares públicos por familiares

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Bahia.ba – Guayaquil, a segunda cidade mais importante do Equador, vive um colapso nos hospitais e necrotérios. Os equipamentos estão cheios de corpos de vítimas do novo coronavírus, causador da Covid-19.

Com isso, segundo reportagem da Folha de S. Paulo, famílias têm de conviver durante dias com cadáveres de parentes mortos não só pelo coronavírus, mas também outras causas. Os corpos permanecem nas residências até que funcionários da prefeitura os retirem.

Nos casos ligados ao coronavírus, por medo de contágio, alguns têm levado os cadáveres para parques e outras áreas públicas do município.

“O sistema de saúde equatoriano tem muitos problemas, especialmente na região litorânea [onde está Guayaquil]”, afirmou o jornalista e analista político Martín Pallares, à Folha, por telefone.

“Ouvimos relatos de médicos que não querem trabalhar nessas áreas porque não há equipamento para evitar a contaminação.”

A situação no país, ainda segundo reportagem, começou a se agravar em meados de março.

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MUNDO

Com alta procura por itens hospitalares da China, Brasil pode ter problemas de abastecimento

Estados Unidos enviarão 23 aviões para voltar com toneladas de material contra o novo coronavírus (Covid-19)

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Bahia.ba – A alta procura por equipamentos e produtos hospitalares da China nesta semana ascendeu a luz amarela em especialistas brasileiros que tentam comprar insumos de empresas do país asiático.

Ex-presidente da Fiocruz que atualmente negocia a importação dos produtos para a fundação, Carlos Morel demonstrou preocupação com o fato de somente os Estados Unidos (EUA) enviarem 23 aviões para buscar toneladas de insumos

“A notícia mostra que vamos ter sérios problemas de abastecimento. O capitalismo selvagem vai se impor. Cada país vai querer se proteger”, afirmou. A Fiocruz é vinculada ao Ministério da Saúde.

Morel disse ainda que “a pressão sobre as empresas chinesas está no nível máximo” e os preços dos insumos médicos estão aumentando freneticamente. “Sobem de um dia para o outro”.

Ainda de acordo com ele, companhias chinesas já começaram a comunicar que parte dos equipamentos, como leitos hospitalares, só poderão ser entregues em junho

EUA – Os voos ordenados pela Casa Branca para a China foram noticiados pelo The New York Times. O jornal diz que o primeiro avião trouxe 80 toneladas de mercadorias, como 10 milhões de luvas, 1,8 milhão de máscaras, aventais e “milhares de termômetros”.

A encomenda, diz o NYT, é “uma minúscula parte” do que hospitais dos EUA, já em racionamento, necessitam neste momento. Os EUA vão precisar, segundo estimativas, de 3,5 bilhões de máscaras caso a pandemia dure um ano.

Mas há uma fila: a empresa chinesa BYD tem que entregar 40 milhões de máscaras para a Itália antes de atender a demanda norte-americana.​ As informações são da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

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China volta a rotina em marcha lenta, mas ainda teme por nova contaminação

De acordo com o governo chinês, algumas rotinas já estão voltando ao normal em Wuhan, cidade que teve os primeiros casos de Covid-19

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Bahia.ba – Após 10 semanas de confinamento os moradores de Wuhan, na China, já podem sair de seus apartamentos para ver a luz do dia. De acordo com o governo chinês, algumas rotinas já estão voltando ao normal na cidade que teve os primeiros casos de coronavírus no mundo.

O aeroporto de Wuhan deve reabrir na próxima semana e todos terão permissão para deixar a cidade de 11 milhões de habitantes pela primeira vez desde que foi fechada no dia 23 de janeiro.

Os líderes do país disseram que a China venceu a batalha contra o curto e relatou que as transmissões domésticas são praticamente insignificantes ou inexistentes. A reabertura gradual de partes da província de Hubei é a prova disso.

Contudo, apesar da liberação aos poucos da volta a rotina, o Partido Comunista Chinês disse que deve “fazer a prevenção e o controle da situação epidêmica, por um lado, e, por outro, lidar com a retomada do trabalho e produção” indicando que a legenda age para priorizar o controle do vírus e impedir uma segunda onda de infecções em determinado de uma retomada econômica.

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