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ECONOMIA

Produção industrial cresce em 11 de 15 estados, diz IBGE

Bahia foi um dos quatro locais com resultado negativo na passagem de julho para agosto, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal

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Metro1 – A produção industrial cresceu em 11 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de julho para agosto deste ano. De acordo com dados da Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgada hoje (8), os maiores avanços ocorreram no Amazonas (7,8%) e no Pará (6,8%). A Bahia e outros três estados tiveram queda.

Outros locais que registraram expansão foram São Paulo (2,6%), Ceará (2,4%), Pernambuco (2,1%), Rio de Janeiro (1,3%), Mato Grosso (1,1%), Minas Gerais (1%), Paraná (0,3%), Região Nordeste (0,2%) e Goiás (0,2%).

Além da Bahia (-0,1%), os resultados negativos foram registrados nos estados do Rio Grande do Sul (-3,4%), Santa Catarina (-1,4%) e Espírito Santo (-1,4%).

Ainda segundo o IBGE, em relação a agosto de 2018, oito das 15 localidades apresentaram queda, com destaque para o recuo de 16,2% do Espírito Santo, e sete tiveram alta: 13% no Pará e 12,8% no Amazonas.

No acumulado do ano, a produção industrial também teve resultados negativos na maioria dos locais pesquisados: nove locais tiveram queda, sendo a maior delas no Espírito Santo (-12,8%). Já no acumulado de 12 meses, dez locais apresentaram recuo, o mais acentuado no Espírito Santo (-7,2%).

ECONOMIA

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 5,5 milhões neste sábado

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas ou pela Internet

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Bahia.ba – A Mega-Sena pode premiar um felizardo com o valor de R$ 5,5 milhões no concurso 2.264 deste sábado (23), que acontece a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo.

O valor é acumulado do último concurso e quem quiser participar deve fazer a aposta até às 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa ou pela Internet. A aposta mínima é de R$ 4,50.

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ECONOMIA

Varejo baiano tem prejuízo de quase R$ 3 bilhões; shoppings perderam R$ 1,5 bilhão

Coordenador regional da Abrasce, Edson Piaggio vê dificuldades em recuperar as vendas mesmo após a reabertura

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Bahia.ba – Nos meses de abril e maio deste ano, o varejo baiano registra queda nas vendas de quase R$ 3 bilhões. O recuo, no comparativo com o mesmo período do ano passado, ficou em 33%. Nos shoppings, segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), a queda está em R$ 1,5 bilhão desde o início da pandemia. Datas marcantes para o comércio, como Páscoa, Dia das Mães e o São João – já cancelado – ampliam o impacto da quarentena nos negócios.

Coordenador da Abrasce na Bahia, Edson Piaggio considera que estas perdas não serão recuperadas. “A cada dia que as lojas passam fechadas são mais lojistas que terão dificuldade de voltar”, afirma em conversa com o bahia.ba. O segmento dos centros de compra empregam 30 mil pessoas em Salvador. Para Piaggio, a impossibilidade de se prever um cenário como o da pandemia deve ser levada em conta.

Iniciativa que ganhou força no Dia das Mães e já regulamentada pela prefeitura, os drive-thru são insuficientes para sustentar o varejo na quarentena. Todo o comércio eletrônico corresponde a 5% do faturamento, informa o economista da Federação do Comércio da Bahia (Fecomércio-BA), Guilherme Dietze.

“A reação de cada empresário depende muito da característica de cada setor. Em condições normais, o ideal para entrar num mercado online é que seja feito com muito estudo e planejamento, o que não é possível neste momento”, argumenta o consultor. A inovação, segundo o economista, pode ajudar a já montar uma estrutura de vendas mais moderna para o período pós-pandemia.

Bancos

Para o presidente da Fecomércio-BA, Carlos de Souza Andrade, outro gargalo são os bancos, principalmente os privados. “Estão cobrando juros de 1,5% a 2% ao mês. A Selic está em 3% ao ano”, critica, em referência à taxa que fixa os juros básicos na economia. Conforme o executivo, as instituições públicas dão um atendimento melhor, mas podem melhorar na agilidade.

Andrade relata que as instituições financeiras estão priorizando grandes empresas, enquanto micro, pequenos e médios negócios enfrentam dificuldades maiores, assim como os microempreendedores individuais. O dirigente lembra que, em abril, 600 mil pequenos negócios já haviam fechado no país, conforme dados do Sebrae. “O governo federal está liberando dinheiro, mas não está chegando na ponta, pelo menos no comércio”.

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ECONOMIA

Taxa de ociosidade da indústria ultrapassa 50% em abril, relata sondagem da CNI

Níveis de emprego e produção no mês passado também ficaram abaixo do resultado de março

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Bahia.ba – Entre fevereiro, quando não havia reflexos da pandemia do novo coronavírus, e abril, a utilização da capacidade instalada da indústria brasileira caiu 21 pontos. Com isso, a taxa de ociosidade subiu de 32% para 51%, conforme a Sondagem Industrial, divulgada nesta quarta-feira (20). No mês anterior, a ociosidade ficou em 42%.

” Em abril, os efeitos sobre a atividade se intensificaram e se disseminaram ainda mais entre as empresas”, destaca a Confederação Nacional da Indústria (CNI), autora do levantamento, no relatório. Os índices de produção e emprego, consequentemente, são afetados.

O índice de evolução da produção ficou em 26 pontos. Na Sondagem Industrial, 50 pontos é o ponto de equilíbrio entre recuo e crescimento. “Em março, o índice havia registrado o menor valor da série até então e, em abril, alcançou novo piso”. Segundo a CNI, o nível de emprego melhor – 38,2 pontos -, mas também é o mais baixo da série, iniciada em 2011. Em março, a sondagem registrou 48,8 pontos no quesito evolução da empregabilidade.

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