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PF vazou para Flávio Bolsonaro que Queiroz seria alvo de operação, revela suplente do senador

Delegado-informante teria aconselhado filho do presidente a demitir o então assessor e a filha dele, que trabalhava para Jair Bolsonaro em Brasília

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Bahia.ba – Um dos apoiadores mais próximos durante a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, o empresário Paulo Marinho, 68, relatou em entrevista à Folha de S. Paulo que o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), filho do presidente, soube com antecedência da Operação Furna de Onça, deflagrada pela Polícia Federal em 14 de dezembro de 2018 e que tinha como alvo o seu assessor Fabrício Queiroz.

À colunista Mônica Bergamo, Marinho contou que, um mês antes da ação, em outubro, ele e Flávio se encontraram já com os advogados Christiano Fragoso e Victor Alves.

“Ele estava absolutamente transtornado. E esse advogado, Victor, dizendo ao advogado Christiano que tinha conversado com o Queiroz na véspera e que o Queiroz tinha dado a ele acesso às contas bancárias para ele checar as acusações que pesavam contra o Queiroz”, afirma.

“O Victor estava absolutamente impressionado com a loucura do Queiroz, que tinha feito uma movimentação bancária de valores absolutamente incompatíveis com tudo o que ele poderia imaginar”.

Segundo Mônica Bergamo, os policiais teriam segurado a operação, então sigilosa, para que ela não ocorresse no meio do segundo turno, prejudicando assim a candidatura de Bolsonaro.

O delegado-informante também teria aconselhado ainda Flávio a demitir Fabrício Queiroz e a filha dele, que trabalhava no gabinete de deputado federal de Jair Bolsonaro em Brasília.

Foi depois de ter relatado o caso Queiroz para o empresário que Flávio contou do dia em que foi avisado antecipadamente sobre a operação que teria como alvo seu ex-funcionário.

Um encontro teria ocorrido na Superintendência da Polícia Federal, na praça Mauá, no Rio de Janeiro. Nele estavam o ex-coronel Miguel Braga, atual chefe de gabinete de Flávio no Senado, o advogado Victor Alves e Val Meliga, que segundo Marinho era “da confiança do Flávio e irmã de dois milicianos que foram presos na Operação Quatro Elementos”.

“O delegado saiu de dentro da superintendência. Na calçada —eu estou contando o que eles me relataram—, o delegado falou: ‘Vai ser deflagrada a Operação Furna da Onça, que vai atingir em cheio a Assembleia Legislativa do Rio. E essa operação vai alcançar algumas pessoas do gabinete do Flávio [o filho do presidente era deputado estadual na época]. Uma delas é o Queiroz e a outra é a filha do Queiroz [Nathalia], que trabalha no gabinete do Jair Bolsonaro [que ainda era deputado federal] em Brasília’”, relatou.

Logo após a entrevista ser publicada, Marinho postou o lema de campanha de Moro no Twitter: “Verdade acima de tudo. Fazer a coisa certa acima de todos.”

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Criança cai de prédio em Osasco

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Criança cai de prédio em Osasco

Na manhã desta quinta-feira (26), uma criança caiu de um prédio em Osasco, em um condomínio na Avenida São Paulo Paraná, no Jardim Elvira, de uma altura de aproximadamente dez metros, de acordo com o corpo de bombeiros. A reportagem é do portal G1.

A corporação ainda informou que um Helicóptero Águia, da Polícia Militar, chegou a ser acionado, mas ao chegar ao local, a vítima já tinha sido socorrida pelo SAMU, acrescenta a reportagem.

No momento, não há novas informações sobre o estado de saúde da criança.

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Felipe Neto explica seu antipetismo: “eu tinha 25 anos e jovem faz bosta”

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Felipe Neto explica seu antipetismo: “eu tinha 25 anos e jovem faz bosta”

O youtuber Felipe Neto, que promete apoiar qualquer um contra Jair Bolsonaro em 2022, reconhece que errou ao estimular o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff.

O youtuber Felipe Neto, que estimulou o discurso de ódio contra a esquerda e apoiou o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff, reconheceu, ao participar de uma live do jornal Valor Econômico, seus erros. “Eu tinha 25 anos e jovem faz bosta. Eu realmente achava que o PT era o pior governo que este país já teve desde 1500. Acha o PT a escória”, disse ele. Felipe afirmou que mudou muito sua visão de lá pra cá e que passou a ver as coisas mais tecnicamente – e, de fato, as estatísticas oficiais mostram que os governos Lula e Dilma foram os que mais reduziram a pobreza e as desigualdades sociais, em toda a história do Brasil.

Felipe hoje prega a união das esquerdas e uma frente ampla contra Jair Bolsonaro, sem a imposição de nomes que dividam os eleitores. Na sua visão, os jovens têm sido atraídos pela direita, porque ela tem se mostrado mais acolhedora e apresentado soluções fáceis. “Putz, é só ser liberal que resolvemos todos os problemas. Tem que acabar com a CLT, cara”, disse Felipe, de forma irônica. Desde que passou a ser crítico do bolsonarismo, ele se tornou um dos maiores alvos da extrema-direita e passou a viver sob um forte esquema de segurança pessoal.

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Após 19 dias de apagão, Bolsonaro chega ao Amapá sob protestos de moradores

Protestos se estenderam ao governador do estado, Waldez Góes e ao presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre

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Metro1 – Com quase três semanas de atraso, o presidente Jair Bolsonaro chegou ao Amapá ontem (21) e foi recebido com protestos. A informação foi divulgada pelo site G1.

O estado vive uma crise energética desde o último dia 3, quando um blecaute total afetou 13 dos 16 municípios, incluindo a capital, Macapá.

Ao desembarcar, Bolsonaro era aguardado por apoiadores, como é comum nas viagens oficiais, mas também por moradores insatisfeitos. Os protestos se estenderam ao governador do estado, Waldez Góes (PDT) e até mesmo ao presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).

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