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BRASIL

Pai é preso suspeito de agredir e quebrar pernas e braço de bebê de 6 meses em MG

A mãe da criança também foi presa por suspeitas de omitir as agressões causadas pelo marido

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Na madrugada da última terça-feira (20), uma mãe foi presa por omissão e o pai por suspeitas de agredir violentamente quebrando o braço e pernas de seu filho de apenas 6 meses, no bairro Hha Chica, no município de Carmo, em Minas Gerais. Além de fraturar os membros da criança, o corpo do bebê de nome Davi estava repleto de mordidas e ferimentos no rosto. Ao ser preso, o homem assumiu a autoria das agressões.

O crime teria deixado diversas pessoas perplexas, como policiais, delegados e equipes médicas que acompanharam o caso.

Tudo teria ocorrido após a criança dar entrada para ser atendida no Hospital São Lourenço. Os profissionais de saúde verificaram a situação do bebê e teriam chamado imediatamente a Polícia Militar da região para averiguar o caso. Chegando na unidade hospitalar, os policiais ficaram horrorizados com o que encontraram.

De acordo com o delegado responsável pela investigação do caso, Gustavo Fernandes Teixeira, um exame de corpo de delito realizado na criança comprovou que as duas pernas do bebê estavam quebradas, o braço esquerdo estaria fraturado em três lugares diferentes, e também tinha diversos hematomas no rosto e na cabeça.

Diante do que viram no hospital, os agentes militares foram de encontro a mãe do bebê para tentar esclarecer os fatos, mas mesmo pressionada pelas autoridades ela alegou que não teria feito nenhum mal a criança mencionando que poderia ser seu marido o autor das agressões contra a vítima.

Pai e mãe foram presos

Em poder das informações repassadas pela mãe, os agentes militares começaram então a realizar buscas a procura pelo suspeito, o encontrando poucas horas depois. Diante dos policiais o homem acabou confessando que agrediu daquela forma o filho.

Tanto o agressor quanto a mãe do bebê receberam voz de prisão e foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil da cidade de São Lourenço para serem autuados e terem seus depoimentos sobre o crime registrados.

A polícia ainda não divulgou o nome do suspeito e nem de sua esposa.

Os policiais suspeitam que as agressões contra a criança eram constantes e ocorriam já a algum tempo.

Na última terça-feira(21), o autor do crime participou de uma audiência de custódia na presença do juiz responsável pelo caso da comarca de Carmo de Minas, e o caso está sendo registrado contra ele como ocorrência de lesão corporal grave.

A mãe do bebê responderá por lesão corporal e omissão dos fatos e serão encaminhados para uma penitenciária da região.

O bebê Davi ainda se encontra internado no Hospital São Lourenço e o estado é estável, mas sem previsão de alta médica.

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BRASIL

Bolsonaro quer povoar Amazônia contra chineses, ONGs e Igreja Católica, diz site

Governo planeja conceder grandes empreendimentos que atraiam população não indígena de outras partes do país para ocupar a floresta

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Bahia.ba – O governo de Jair Bolsonaro (PSL) planeja conceder incentivo a grandes empreendimentos que atraiam população não indígena de outras partes do país para se estabelecer na Amazônia, informa reportagem do site The Intercept Brasil.

Segundo documentos inéditos obtidos pelo site, trata-se do maior plano de ocupação e desenvolvimento da região desde a ditadura militar.

Gestado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos, com coordenação de um coronel reformado, o projeto Barão de Rio Branco retoma o antigo sonho da caserna de povoar a floresta amazônica sob o pretexto de desenvolvimento e de proteção da fronteira norte do país.

A revelação surge no momento em que o governo está envolvido numa crise diplomática e política por causa do aumento do desmatamento no Brasil.

Em recente pronunciamento em cadeia nacional, Bolsonaro comprometeu-se a proteger a floresta. De acordo com o Intercept, o projeto, contudo, mostra que a prioridade é outra: explorar as riquezas, fazer grandes obras e atrair novos habitantes para a Amazônia.

Exploração de minérios

Conforme a reportagem, o governo vê como “riquezas” os minérios, o potencial hidrelétrico e as terras cultiváveis do planalto da Guiana, que ficam entre o Amapá, Roraima e o norte do Pará e do Amazonas. “Tudo praticamente inexplorado”, “distante do centro do Brasil”, “e de costa (sic) para as riquezas do norte”, diz um slide.

O plano prevê três grandes obras, todas no Pará: uma hidrelétrica em Oriximiná, uma ponte sobre o Rio Amazonas na cidade de Óbidos e a extensão da BR-163 até o Suriname. O objetivo é integrar a Calha Norte do Pará, na fronteira, ao centro produtivo do estado e do país. A região, extremamente pobre e com baixa densidade demográfica, está cortada por rios e é de difícil acesso. Também é a mais preservada do Pará, estado campeão em desmatamento.

No plano, a BR-163, que começou a ser construída nos anos 1970, seria estendida até a fronteira norte do Brasil, ligando hidrovias e cortando a Amazônia do Suriname até o “centro de poder” do país — hoje, a rodovia vai de Tenente Portela, no Rio Grande do Sul, até Santarém, no Pará.

O objetivo é escoar a produção de soja do centro-oeste e integrar uma região até agora “desértica”, nas palavras do secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, general Maynard Santa Rosa, um militar da reserva dado a teorias da conspiração sobre as intenções de ambientalistas na floresta e que alimenta paranoias sobre a insegurança das fronteiras brasileiras no extremo norte devido à “escassez populacional”. Ele defende a extensão da estrada desde pelo menos 2013.

Pelo projeto, a rodovia também atravessaria a Reserva Nacional de Cobre e Associados, rica em minérios, e daria acesso a uma região de savanas que pode ser convertida em plantações de soja e milho.

Na apresentação do projeto, o governo diz enxergar uma oposição orquestrada à sua “liberdade de ação” na região. Os slides listam os previsíveis supostos opositores: ONGs ambientalistas e indigenistas, mídia, pressões diplomáticas e econômicas, mobilização de minorias e aparelhamento das instituições.

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Às vésperas de discurso na ONU, Bolsonaro manda prorrogar ação das Forças Armadas na Amazônia

Inicialmente, o prazo de atuação dos militares iria até o próximo dia 24 de setembro; com prorrogação, os trabalhos seguem até 24 de outubro

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Bahia.ba – Por meio de decreto publicado em edição extra do Diário Oficial da União desta sexta-feira (20), o presidente Jair Bolsonaro prorrogou a ação das Forças Armadas no combate às queimadas e ao desmatamento ilegal na região da Amazônia Legal.

Inicialmente, o prazo de atuação dos militares iria até o próximo dia 24 de setembro. Com a prorrogação, os trabalhos vão continuar por mais um mês, até o dia 24 de outubro.

A Amazônia Legal é um território que abrange a totalidade dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte dos estados de Mato Grosso, do Tocantins e do Maranhão.

O decreto de Garantia da Lei e Ordem Ambiental (GLOA) autoriza ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais e levantamento e combate de focos de incêndio.

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Geddel e Lúcio Vieira Lima serão julgados pelo STF na próxima terça-feira

Irmãos são réus por lavagem de dinheiro e associação criminosa no caso do “bunker” dos R$ 51 milhões apreendidos

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Bahia.ba – Réus pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, os irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima (MDB) serão julgados na próxima terça-feira (24) pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), no caso do “bunker”, de acordo com o G1.

Em denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que os R$ 51 milhões apreendidos em um apartamento em Salvador são decorrentes de propinas da Odebrecht, repasses do operador financeiro Lúcio Funaro e desvios de políticos do MDB.

A PGR pediu a condenação de Geddel a 80 anos de prisão. A Procuradoria também quer que os irmãos devolvam R$ 43,6 milhões aos cofres públicos e paguem uma multa por danos morais no valor de US$ 2,688 milhões.

Compõem a Segunda Turma do Supremo os ministros Celso de Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Edson Fachin.

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