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MUNDO

OMS diz que casos de câncer devem aumentar 81% nos países pobres até 2040

Em 2018, a OMS contabilizou 18,1 milhões de novos casos da doença

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Bahia.ba – A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que os casos de câncer aumentarão cerca de 81% nos países em desenvolvimento até 2040. A principal causa é a falta de recursos destinados à prevenção. Em um comunicado divulgado na segunda-feira (3), a ONU alerta que se as tendências atuais se mantiverem, o mundo registrará um aumento global de 60% dos casos de câncer nas próximas décadas.

Em 2018, a OMS contabilizou 18,1 milhões de novos casos da doença, e a organização estima que esse número chegue a algo entre 29 e 37 milhões até 2040.

Os países em desenvolvimento, que possuem as maiores taxas de mortalidade, deverão registrar o maior aumento: 81%, segundo as projeções.

De acordo com a OMS, essa situação é explicada porque esses países tem destinado recursos limitados à saúde pública, principalmente na prevenção de doenças infecciosas e na melhora da saúde da mãe e do bebê, além de que os serviços sanitários não estão equipados devidamente para prevenir, diagnosticar e tratar os cânceres.

A OMS apresenta uma lista de medidas que permitem prevenir novos casos de câncer, como a luta contra o tabagismo, a vacinação contra Hepatite B para prevenir o câncer de fígado e a vacinação contra o papilomavírus humano (HPV), responsável pelo câncer de colo de útero.

O documento aponta que as medidas têm feito com que haja remissão no número de mortes por câncer, mas essa queda é registrada principalmente nos países ricos. Nos países em desenvolvimento, a redução foi de apenas 5%, segundo a diretora do Centro Internacional de Investigação sobre o Câncer, Elisabete Weiderpass.

MUNDO

Coronavírus: grupo em quarentena em Anápolis passa por novo exame para detectar contaminação

Resultado dos testes deve ser divulgado em três dias, segundo a secretaria de Saúde de Goiás

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Metro1 – O grupo que está em quarentena há sete dias em Anápolis (GO) forneceu na manhã de hoje (17) novas amostras para o exame que detecta o coronavírus. Uma equipe da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) chegou por volta das 8h20 à Base Aérea, onde os repatriados estão em quarentena. O resultado dos testes deve sair em três dias.

Os 34 repatriados e 24 profissionais que participaram da operação em Wuhan, epicentro do surto do vírus, ainda têm dez dias de isolamento previstos.

O primeiro exame foi feito com amostras colhidas no dia 9, quando eles chegaram à cidade goiana. O resultado, divulgado dois dias depois, apontou que nenhum deles apresentava indícios de contaminação. No entanto, como o período de incubação da doença é de 14 dias, as forças que integram a Operação Regresso decidiram, por cautela, mantê-los isolados por 18 dias.

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MUNDO

Número de mortes pelo novo coronavírus chega a 1,6 mil na China

Somente neste sábado foram registradas 2.009 novas infecções pelo vírus e 142 falecimentos

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Metro1 – O número de mortes provocadas pelo novo coronavírus na China aumentaram em 142 pessoas. Ontem (15), a Comissão Nacional do país atualizou para 1,6 mil a quantidade falecimentos pela doença. 

Somente ontem, foram registradas 2.009 novas infecções pelo vírus, o que resulta em um total de 69.260 mil casos confirmados. A maior ocorrência de mortes acontece na província de Hubei, epicentro da crise, onde houve 139 mortes. Entre elas, 100 ocorreram na cidade de Wuhan. 

No Brasil, 4 casos suspeitos estão em investigação. Já os 31 brasileiros que estavam na China e voltaram para o Brasil no último domingo (9), não apresentaram nenhum sintoma da doença, mas permanecem em quarentena.

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MUNDO

Coronavírus: testes de brasileiros trazidos da China dão negativo

Segundo o Ministério da Saúde, os 24 profissionais envolvidos no transporte também não têm registro da doença

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Metro1 – Os testes feitos pelo Laboratório Central do Estado de Goiás (Lacen) nos 34 brasileiros repatriados vindos da China deram negativo para o coronavírus. A informação foi divulgada ontem (11) pelo Ministério da Saúde. Além deles, os 24 profissionais envolvidos no transporte também não têm registro da doença.

“Os 34 repatriados e os 24 profissionais, divididos entre tripulação, Ministério da Saúde e comunicação, foram submetidos a exames, mesmo sem sintomas e sem infecção. A ação faz parte do protocolo definido entre os ministérios da Saúde e Defesa”, diz o comunicado.

Ainda segundo o ministério, não há registros confirmados do vírus no país. Oito casos suspeitos são monitorados em Minas Gerais (1), Rio de Janeiro (2), São Paulo (3), Paraná (1) e Rio Grande do Sul (1).

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