O Ministério Público Federal (MPF) abriu investigação para apurar o desaparecimento de 64 computadores comprados com recursos públicos em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador.
Os equipamentos, segundo as informações divulgadas, seriam destinados à Creche Sofia Augusto. O objetivo da apuração é esclarecer o paradeiro dos itens, verificar possível prejuízo aos cofres públicos e identificar eventuais responsabilidades administrativas.
O caso ganhou repercussão política no município por envolver compras realizadas no exercício de 2024.
Compra ocorreu no período da gestão Dinha
De acordo com as informações tornadas públicas, a aquisição dos computadores ocorreu em 2024, período em que a Prefeitura de Simões Filho era administrada pelo então prefeito Dinha.
Por esse motivo, os atos administrativos relacionados à compra e ao controle dos equipamentos se referem à gestão anterior, e não ao governo atual.
A informação ajuda a situar em qual período os fatos investigados aconteceram.
Investigação busca destino dos equipamentos
Nesta fase inicial, o MPF deve reunir documentos, registros administrativos e demais provas para entender se os computadores foram entregues, utilizados, armazenados ou desviados.
Também poderá ser analisado se houve falhas no controle patrimonial ou irregularidades na aplicação dos recursos públicos.
Até o momento, não há conclusão definitiva sobre culpados.
Caso reacende debate sobre fiscalização
O desaparecimento de equipamentos públicos costuma gerar forte reação popular, principalmente quando envolve estruturas ligadas à educação.
Em Simões Filho, o episódio reacende discussões sobre transparência, controle interno e acompanhamento do patrimônio comprado com dinheiro público.
A depender do avanço das investigações, novas informações podem surgir nos próximos dias.
O que você precisa saber?
- MPF investiga desaparecimento de 64 computadores em Simões Filho
- Equipamentos teriam sido comprados com verba pública
- Itens seriam destinados à Creche Sofia Augusto
- Compra ocorreu em 2024, período da gestão Dinha
- Ainda não há conclusão final sobre responsabilidades