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Morre vítima da Covid-19 Maguito Vilela, prefeito de Goiânia, ex-governador e ex-senador

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Morre vítima da Covid-19 Maguito Vilela, prefeito de Goiânia, ex-governador e ex-senador

247 – Morreu na madrugada desta quarta-feira (13), no hospital Albert Einstein em São Paulo (SP), Maguito Vilela (MDB), por complicações pulmonares decorrentes da Covid-19. Ele ficou 80 dias na UTI do hospital. Prefeito de Goiânia, eleito em 2020, tomou posse na unidade hospitalar e não chegou a assumir o cargo, tendo pedido licença imediatamente. Vilela é o primeiro político de projeção nacional a morrer da doença. Antes de ter sido eleito prefeito, foi vereador, deputado estadual e federal e vice-governador. Também foi governador de Goiás entre 1995 a 1998, quando disputou e ganhou a eleição para senador.

O emedebista ganhou a eleição no segundo turno, já na UTI, com 52% dos votos, contra 47% do adversário Vanderlan Cardoso (PSD).

De acordo com nota divulgada pela Secretaria de Comunicação da capital, “a família está providenciando o traslado do corpo de São Paulo para Goiás e ele deve ser sepultado em Jataí, sua terra natal”.

Maguito perdeu duas irmãs para o coronavírus em agosto de 2020, com menos de dez dia de diferença. No dia 19, faleceu Nelma Vilela Veloso, de 76 anos. No dia 28, a irmã mais velha, Nelita Vilela, de 82 anos, também morreu.

O prefeito eleito foi diagnosticado com a Covid-19 no dia 20 de outubro de 2020 e, dois dias depois, foi internado em um hospital de Goiânia. No dia 27 de outubro, ele recebeu diagnóstico de até 75% de inflamação nos pulmões. Estava com saturação de oxigênio no sangue. No mesmo dia, foi transferido para São Paulo.

P U B L I C I D A D E

CORONAVÍRUS

Anvisa decide uso emergencial da Coronavac do Butantan nesta sexta

No último domingo (17), apenas as doses produzidas pela China receberam autorização

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Metro1 – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fará uma reunião hoje (22) para decidir se autoriza o uso emergencial da vacina Coronavac produzida pelo Instituto Butantan, no Brasil. Caso o pedido seja aprovado, serão disponibilizadas 4,8 milhões de doses.

A solicitação foi feita pelo Butantan na última segunda-feira (18), um dia após a mesma vacina, elaborada na China, ter sido liberadas para uso emergencial pela Anvisa. Apenas os imunizantes importados entraram no pedido passado.

O encontro da Diretoria do Colegiado do órgão regulador está marcado para acontecer às 15h.

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Saúde

Capitais temem fim das doses da Coronavac até final de janeiro

Em todo o Brasil, foram distribuídas 6 milhões de vacinas; destas, 1,4 milhão foi destinada às capitais

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Metro1 – O primeiro lote de vacinas distribuído no país tem previsão para durar apenas até o final da próxima semana na maior parte das capitais. As doses começaram a ser entregues na última segunda-feira (18).

Das 27 capitais brasileiras (com o Distrito Federal), 17 temem que os imunizantes durem apenas até o dia 31 de janeiro. Apenas Goiânia e Recife preveem que ainda têm três semanas de vacinação pela frente com as doses disponíveis. Oito cidades não têm nenhuma estimativa. A pesquisa foi realizada pela Folha de S.Paulo.

Alguns municípios, como São Paulo, Boa Vista, Rio Branco e Goiânia, correm o risco de não ter quantidade suficiente para aplicar a segunda dose nas pessoas que já receberam a vacina, pois estão utilizando todas elas.

Em todo o Brasil, foram distribuídas 6 milhões de vacinas Coronavac, vindas da China. Destas, 1,4 milhão foi destinada às capitais.

Outras 6 milhões têm previsão de chegada no Brasil em breve: 2 milhões da vacina de Oxford/Astrazeneca serão importadas da Índia hoje (22) e 4,8 milhões da Coronavac produzidas pelo Instituto Butantan aguardam autorização para uso emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão já tem uma reunião marcada para acontecer na tarde de hoje (22) para decidir se aprova a distribuição.

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CORONAVÍRUS

Após críticas, Pfizer diz que governo da Bahia não quis comprar vacinas com antecedência

Na quinta-feira, o secretário de Saúde, Fábio Vilas Boas, criticou o que classificou como “falta de compromisso” da empresa, que realizou testes no estado

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Metro1 – Após o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas Boas, acusar a farmacêutica norte-americana Pfizer de recusar-se a vender sua vacina contra a Covid-19 e “usar a boa fé de 1.500 voluntários baianos” (relembre), a empresa alegou ter oferecido doses da vacina contra a Covid-19 ao governo da Bahia ainda em setembro de 2020. Em nota enviada ao jornal Correio, a Pfizer ressalta, no entanto, que “naquele momento, a proposta foi declinada”.

A Pfizer ainda afirmou que a condução dos estudos para elaboração da vacina não esteve atrelada a aspectos comerciais e confirmou que mantém conversas com o governo federal para um possível fornecimento. “O cenário de disponibilidade da vacina tem mudado significativamente, priorizando os países que fizeram uma aquisição antecipada ainda no ano passado”, diz a empresa.

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