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Lula: STF decide se cumpre ou não a Constituição

A minha briga é pelo julgamento do mérito do meu processo!

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ConversaAfiada – O presidente Lula afirmou que acompanha com tranquilidade nesta quarta-feira 23/X o julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a legalidade de prisões após condenação em segunda instância.

“Eu já disse outro dia, em uma entrevista para um amigo, que esse processo da segunda instância tem a ver com a Constituição brasileira. A Suprema Corte vai decidir se ela vai cumprir a Constituição ou não vai cumprir a Constituição. Esse não é o meu processo. Eu não estou preocupado com a segunda instância. Eu vou repetir o que eu disse: se o cidadão roubou, ele tem que ser preso na primeira, na segunda, na terceira, na quarta, na quinta, basta que tenha prova de que ele roubou. Agora, se o cidadão é inocente, ele tem que ser libertado”, disse Lula em entrevista ao Brasil de Fato.

E completou:

“A minha briga não é por segunda ou terceira instância, a minha briga é: eu quero que seja julgado o mérito do meu processo. Se encontrarem um milímetro de prova de crime que eu cometi, eu tenho que ser preso, mas se não encontrarem, prendam quem mandou me prender e me libertem. Essa é a minha briga e eu vou brigar até o fim”.

Lula afirmou, ainda, que mantém os pés no chão diante da possibilidade de deixar em breve a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

“Eu não gosto de trabalhar com expectativas, sobretudo quando eu estou trancado. Porque se você fica gerando expectativas e você fica frustrado, você não sobrevive. Então, eu não deixo me consumir por expectativas. Porque eu sei porque eu estou aqui, eu tenho noção. Eu tenho noção que os canalhas que me colocaram aqui dentro sabem que eu sou mais inocente do que eles. Eu tenho noção que a família Marinho sabe que todos eles juntos não são tão honestos quanto eu”, disse Lula.

A entrevista vai ao ar no Brasil de Fato na tarde de quinta-feira 24/X.

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VÍDEO: EM QUIXADÁ, SECRETÁRIA TOMA VACINA COM SERINGA, SUPOSTAMENTE, VAZIA

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vacina fake

Está circulando um vídeo nas redes sociais mostrando uma cena no mínimo curiosa: nas imagens, a secretaria de Saúde de Quixadá (Interior do Ceará), Srª Benedita Oliveira, aparece tomando a dose da vacina CoronaVac, contra a Covid-19, mas a seringa parece estar vazia.

A aplicação do imunizante teria sido feita pelo prefeito do município Ricardo Silveira. Em nota, a Prefeitura de Quixadá declara que se trata de fake news e repudia o fato.

Confira a nota divulgada pela Prefeitura de Quixadá:

“A respeito do vídeo disseminado nas redes sociais por um site de Quixadá e influenciadores digitais do município, a Prefeitura de Quixadá informa que o vídeo se trata de uma fake News.

A Procuradoria Geral do Município já apresentou denúncia perante a Delegacia Regional de Polícia Civil de Quixadá, Ministério Público do Estado do Ceará, bem como no portal AntiFake, mantido pelo Governo do Estado, além de elaborar as medidas judiciais cabíveis contra os propagadores.

A prefeitura de Quixadá lamenta a postura dos responsáveis envolvidos na produção dessa fake news e repudia todo e qualquer ato que prejudique a conscientização da população no que se refere à política de imunização executada para combater a pandemia e salvar vidas. São graves mentiras que podem prejudicar substancialmente o rendimento do trabalho realizado pela Secretaria Municipal de Saúde contra a Covid-19.”

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Em ofício, governadores pedem a Bolsonaro diálogo internacional para compra de vacinas

Assinado por 15 gestores estaduais, documento não foi chancelado por Rui Costa

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Metro1 – Governadores de 15 estados encaminharam na tarde de hoje (20) um ofício ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O documento pede que seja retomado o diálogo com China e Índia por parte do presidente. Os dois países são fornecedores de insumos necessários à produção de vacinas contra a Covid-19.

“Nesse sentido, solicitam a essa Presidência que seja avaliada a possibilidade de estabelecimento de diálogo diplomático com os governos dos países provedores dos referidos insumos, sobretudo China e Índia, para assegurar a continuidade do processo de imunização no País”, diz o ofício assinado por Wellington Dias (PT), governador do Piauí e líder do grupo sobre estratégias para vacina contra covid-19 no Fórum Nacional de Governadores.

Assinam o documento os governadores de Alagoas, Renan Filho (MDB); do Amapá, Waldez Goés (PDT); do Ceará, Camilo Santana (PT); do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB); do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB); do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM); de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); do Pará, Helder Barbalho (MDB); da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania); de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB); do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT); do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), de São Paulo, João Doria (PSDB); e de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD).

Na manhã de hoje, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) esteve em reunião com o embaixador chinês para tratar do assunto. Maia disse ver empecilho técnico para o envio dos insumos pelos chineses.

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Governadores receiam transmissão da variante da Covid-19 com transferência de pacientes do Amazonas

O gestor do estado afirma que era a única solução para salvar os pacientes que precisam de oxigênio para sobreviver

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Metro1 – De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, as autoridades estão com medo de que a transferência de pacientes de Manaus para outros estados acelere a disseminação da nova cepa no Brasil. Segundo o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC-AM) essa era a única solução para salvar os pacientes que precisam de oxigênio para sobreviver.

A situação crítica dos hospitais de Manaus, sem oxigênio disponível, levou alguns representantes do Judiciário e do Legislativo a cobrarem ao presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido), uma ação realmente eficaz contra a crise.

Em uma reunião realizada ontem (14), o Ministério da Saúde fez um documento chamado de “Operação Oxigênio”, com uma lista de intervenções, como a transferência de pacientes para outros estados, que já está sendo feita.

De todos os estados, nove estão com a ocupação de leitos acima de 70% e não podem receber os amazonenses. São eles Pernambuco (83%), Mato Grosso do Sul (80%), Paraná (80%), Espírito Santo (79%), Rondônia (78%), Santa Catarina (75%), Rio Grande do Sul (74%), Bahia (73%) e Minas Gerais (71%).

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