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BRASIL

Lula diz que PT não deve ser coadjuvante e frustra siglas que buscavam aliança para 2020

Para Carlos Siqueira, dirigente do PSB, Lula tem uma “visão exclusivamente partidária” em um contexto político que “exige a formação de uma frente para além da esquerda”

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Bahia.ba – Líderes de partidos de esquerda que almejavam o apoio do PT nas eleições municipais de 2020 frustraram-se com o discurso de Lula no encontro da Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores, realizado na quinta-feira (14), em Salvador. Na ocasião, o ex-presidente reafirmou a tese de que a sigla que governou o país de 2003 a 2016 não deve ser coadjuvante no pleito.

Para Carlos Siqueira, dirigente do PSB, Lula tem uma “visão exclusivamente partidária” em um contexto político que “exige a formação de uma frente para além da esquerda”. As informações são da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

O partido ainda não anunciou se lançará candidato como cabeça de chapa no pleito em Salvador.

BRASIL

Bom ou ruim? Registro de armas de uso pessoal ‘explode’ no governo Bolsonaro

Especialistas divergem na avaliação dos efeitos do aumento de número de armas no Brasil.

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Agencia Sputnik – Justificativa da pauta: Uma das grandes polêmicas do governo Bolsonaro, que gerou fortes reações na sociedade civil e também no Congresso Nacional, a questão da posse e do porte de armas já completa um ano.

Há um ano o presidente assinou decreto que facilita a posse de armas, e neste primeiro ano de governo Bolsonaro o país registrou novas 5 armas por hora. O que significou esse aumento de armas no país? A legislação e o controle de armas chegaram ao seu modelo ideal?

Segundo José Ricardo Rocha Bandeira, comentarista de Segurança Pública e de Criminologia, presidente do Conselho Nacional de Peritos Judiciais, Jair Bolsonaro cumpriu sua meta de campanha, sendo inclusive essa uma das primeiras medidas aprovadas por ele ao assumir a presidência.

“Não temos ainda dados estatísticos para ver se aumentou ou não a criminalidade no país”, afirmou o especialista para Sputnik Brasil. No entanto, para ele, recorrendo a experiência de outros países “mais armas nas mãos de cidadãos de bem não gera aumento da criminalidade”.

O entrevistado acredita que “a população brasileira não está preparada para ter mais armas”, mas defendeu o direito de “cidadãos de bem possuírem armas em suas residências”.

“Sou contrário ao porte de arma, acho que o cidadão de bem não deve andar ostensivamente armado pela rua, mas ele tem todo o direito de ter uma arma em sua residência para defender sua família”.

Dessa forma, o modelo atual “ainda não é o ideal”.

Já para Natália Pollachi, coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz, em São Paulo, o debate sobre o tema nem sempre é feito de forma responsável. Para ela, existe uma grande “insegurança jurídica sobre o tema”, tanto entre as pessoas comuns, como nos próprios órgãos de segurança.

Por outro lado, a especialista está preocupada com o significativo aumento de armas.

“Isso pode trazer um impacto negativo para a segurança pública, por uma série de motivos. A gente está aumentando não só a quantidade de armas em circulação […], mas também a quantidade de munição”, destacou Pollachi.

Ela também reclamou da facilitação para uma pessoa comum ter acesso ao armamento.

“Isso impacta a todos nós, porque a gente pode se ver no meio de um tiroteio”, alertou a coordenadora do Instituto. “Não há base científica, nem estatística, que comprove” que o aumento de armas na população diminua a criminalidade. Na verdade a tendência é contrária.

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BRASIL

Pesquisadores criticam resposta ao óleo do governo brasileiro

Em cartas publicadas na revista Science, o grupo ainda reivindica ações das autoridades a fim de minimizar os danos ambientais

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Metro1 – Três cartas assinadas por pesquisadores brasileiros e estrangeiros reclamam da demora e da forma de atuação do governo federal em reação ao derramamento de óleo que atingiu praias no Nordeste e no Sudeste desde o segundo semestre de 2019. O grupo ainda reivindica ações das autoridades a fim de minimizar os danos ambientais.

Trinta e cinco especialistas endossam os três documentos, que foram publicados na edição desta semana da revista Science, uma das mais conceituadas em divulgação científica do mundo.

Procurado pela reportagem do portal UOL, o Ministério do Meio Ambiente não se manifestou sobre as manifestações dos pesquisadores até a publicação.

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BRASIL

Auditoria no DPVAT aponta R$ 1 bilhão em gastos atípicos, diz consultoria KPMG

levantamento identificou R$ 156,1 milhões sem comprovantes e R$ 47,1 milhões que não dispunham de documentos fiscais

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Bahia.ba – Auditoria da consultoria KPMG na Seguradora Líder, que administra o DPVAT (Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres), revela diversos problemas em pagamentos feitos pela empresa. As inconsistências no período de 2008 a 2017 podem superar a marca de R$ 1 bilhão (valores não corrigidos) e foram divulgadas em 1 relatório de 1.000 paginas obtido pelo jornal Folha de S.Paulo.

Deste valor, R$ 219,3 milhões não tinham evidências de prestações de serviços, R$ 156,1 milhões estavam sem comprovantes e R$ 47,1 milhões não dispunham de documentos fiscais.

A KPMG identificou, por exemplo, 216 irregularidades ou inconsistências na base de cobrança de honorários advocatícios.

O levantamento foi encomendado pela atual direção da Líder. “Em 2017, com a entrega do relatório sobre a análise documental, foram adotadas todas a medidas administrativas e de compliance cabíveis, alinhadas com os valores de retidão e transparência que norteiam a administração da Seguradora Líder”, afirmou a empresa, em nota enviada à Folha.

“Por fim, destacamos que, nas demonstrações financeiras da Seguradora Líder de 2017, publicadas e disponibilizadas em nosso site, também foi reportado o trabalho realizado.”

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