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MUNDO

H&M suspende compra do couro brasileiro

Decisão segue medida semelhante da VF Corporation, dona das marcas Kipling, Timberland e The North Face

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Metro1 – A H&M, uma das maiores varejistas de moda do mundo, informou ontem (5) que não irá mais comprar couro do Brasil devido à preocupações associadas aos incêndios na Amazônia. A proibição permanece até que existam sistemas de garantia para verificar se o ocurou não contribui para danos ambientais na floresta, de acordo com comunicado.

A decisão segue a medida da VF Corporation, dona das marcas Kipling, Timberland e The North Face, que também cessou a compra de couro brasileiro até ter garantias sobre o impacto do couro na floresta Amazônica. “Devido aos graves incêndios na parte brasileira da floresta Amazônica e às conexões com a produção de gado, decidimos suspender temporariamente o couro do Brasil”, declarou a H&M.

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Brasileiros participam de mobilização mundial pelo clima

Ação sobre mudanças climáticas ocorreu em mais de 150 países

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Metro1 – Uma mobilização mundial, batizada de Greve Global pelo Clima, aconteceu nesta sexta-feira (20) em mais de 150 países. O objetivo da ação é chamar atenção para mudanças climáticas e trazer à tona estudos, dados, debates políticos e propostas para encaminhamento de planos continentais e globais pelo clima. Em diversas cidades brasileiras houveram manifestações.

As maiores movimentações foram vistas em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Brasília. Manifestantes, a maior parte deles jovens, exigiam ações concretas para redução de emissões de gases causadores do efeito estufa e combate ao aquecimento global. Eles também protestaram contra o uso de agrotóxicos e o consumo excessivo de carne. Pessoas seguravam cartazes com dizeres: “Por um mundo sem desmatamento”, Somos a natureza” e “Não se respira dinheiro”.

Em Salvador, manifestantes se concentraram às 9h00 no Campo Grande para uma passeata em prol da Greve Mundial pelo Cima e pela “soberania nacional”. Além da passeata, os organizadores também promoveram uma aula pública sobre mudanças climáticas.

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MUNDO

Itália autoriza o desembarque de navio humanitário com 82 imigrantes

Itália autoriza o desembarque de navio humanitário com 82 imigrantes

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Bahia.ba – O governo da Itália autorizou neste sábado (14) o desembarque de 82 imigrantes em um porto na ilha de Lampedusa. Eles estavam há seis dias a bordo do barco humanitário Ocean Viking, pertencente às ONGs SOS Méditerranée e Médicos Sem Fronteiras (MSF). A informação foi confirmada pelo MSF nas redes sociais. A decisão é vista como uma mudança de postura de Roma em relação à crise imigratória.

O desembarque seguro foi oferecido por autoridades italianas, após a negativa anterior ao pedido de dezenas de navios de resgate no Mar Mediterrâneo. A Guarda Costeira italiana ainda analisa se permite a entrada no porto ou se transfere os migrantes para outros barcos italianos em águas internacionais, transportando-os posteriormente para o território italiano.

O Ocean Viking socorreu, em 8 de setembro, 50 pessoas no Mediterrâneo e, em 10 de setembro, acolheu outras 34, que tinham sido assistidas no mar por um veleiro sem condições de mantê-las a bordo.

O  barco esteve por duas semanas no Mediterrâneo com 356 migrantes a bordo, em agosto passado, até seis países europeus concordarem no realojamento dos resgatados, uma situação extrema criticada pelo MSF, que pediu à União Europeia um sistema permanente em vez de pactos pontuais para cada situação.

Entre meados de 2018 e julho de 2019, vigorou na Itália uma política restritiva que proibia qualquer navio ou ONG de desembarcar imigrantes. Foram aprovadas duas leis, chamadas de “decreto de segurança” e “decreto de segurança bis”, para negar os acessos.

A política restritiva tinha sido elaborada e era defendida pelo líder do partido nacionalista Liga Norte, Matteo Salvini, que ocupava o posto de ministro do Interior. O fim da aliança de governo entre a Liga e o Movimento 5 Estrelas (M5S), no entanto, mostra que a Itália tem sinalizado que passará a aceitar novamente as embarcações com imigrantes e tentará pedir cooperação na União Europeia para resolver a crise.

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MUNDO

Chanceler da Venezuela diz que país venceria eventual guerra contra o Brasil

“Seria uma guerra muito longa, e que venceríamos”, falou

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Bahia.ba – O chanceler da Venezuela, Jorge Arreaza, disse ao site UOL que o país não quer um conflito armado com o Brasil, mas que está disposto a reagir caso seja provocado.

“Jamais agrediríamos um país-irmão. Isso está descartado. Mas iremos nos defender”, garantiu. “O presidente Maduro anunciou exercícios militares, que estão ocorrendo neste momento”, disse.

Arreaza ainda frisou que a Venezuela ganharia uma guerra contra o Brasil, apesar de ponderar que a batalha seria longa.

“A Venezuela não quer uma confrontação com ninguém. Vamos nos defender e sabemos nos defender. Temos uma Força Armada bem equipada, profissional e temos 3 milhões de homens. Em caso de agressão, seria uma catástrofe. Seria uma guerra muito longa, e que venceríamos. Espero que esse erro nunca ocorra”, falou.

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