Vereador de Simões Filho critica projeto e recebe apoio em plenário.
O vereador Genivaldo Lima (União Brasil) manifestou, durante a sessão ordinária, nesta terça-feira (23), seu repúdio à “PEC da Blindagem“, aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada. Após expor sua indignação, o parlamentar de Simões Filho propôs uma moção de repúdio formal durante a sessão ordinária.
Durante a sessão, Genivaldo reforçou que a PEC, na prática, cria privilégios para deputados federais e estaduais, tornando-os “intocáveis pela lei”. Segundo ele, o texto aprovado representa um retrocesso grave para a democracia.
Repúdio antes da moção formal
O parlamentar deixou claro que seu repúdio não é apenas pessoal, mas também uma resposta às cobranças populares. Depois de expor sua posição em plenário, Genivaldo apresentou a moção de repúdio à proposta.
Mesmo sendo filiado ao União Brasil, Genivaldo lamentou, nas sua redes sociais, a postura da legenda, que aprovou em massa a PEC em Brasília. Ele já havia criticado a medida em suas redes sociais e reafirmou seu compromisso em defender a transparência e a justiça.
“Não podemos permitir que a política vire escudo para abusos. A população quer responsabilidade e ética”, destacou o vereador.
A moção de repúdio ganhou reforço imediato com o apoio do vereador Eri Costa, que elogiou a atitude de Genivaldo. Para ele, a iniciativa demonstra coragem política e compromisso com os interesses de Simões Filho.
Repercussão nacional da “PEC da Blindagem”
A chamada “PEC da Blindagem” provocou protestos em várias capitais brasileiras. Críticos apontam que a proposta ameaça a fiscalização sobre parlamentares e pode aumentar a impunidade. Embora defensores argumentem que a medida garante estabilidade política, especialistas alertam para os riscos à democracia.
A manifestação e a proposta de moção apresentadas por Genivaldo Lima reforçam o clima de pressão popular contra a PEC da Blindagem. Em Simões Filho, a Câmara se soma ao debate nacional sobre os limites da imunidade parlamentar.
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Declaração do vereador nas redes sociais: