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ECONOMIA

Estados do NE tentam deter saída de investimentos da Petrobras

Principal frente de atuação das autoridades nordestinas será o Congresso Nacional, na tentativa de aprovar projetos que possam barrar venda de ativos

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Metro1 – Os governadores dos estados do Nordeste do país começaram uma ação coordenada, a fim de enfrentar a redução da presença da Petrobras na região e ainda pressionar para que a estatal retome os investimentos. 

Reportagem da Folha de hoje (2) mostra que os nove gestores da região manifestaram preocupação com a venda e arrendamento de ativos da estatal. Eles ainda pontuam que a Petrobras tem um alto impacto na geração de emprego e renda.

“Estamos extremamente preocupados com o que já foi feito e com o que ameaçam fazer. Nos parece uma completa venda e fechamento de ativos da Petrobras na nossa região”, disse o governador da Bahia Rui Costa (PT).

A principal frente de atuação das autoridades nordestinas será o Congresso Nacional, onde tramitam projetos de lei que condicionam a venda de ativos estratégicos da Petrobras à autorização do Senado e da Câmara dos Deputados. Se uma lei desse tipo for aprovada, a venda de ativos no Nordeste pode ser travada. 

Os governadores acreditam que, além da bancada de oposição ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), a pauta pode atrair votos de deputados e senadores governistas em estados nos quais a Petrobras pretende vender seus ativos.

A estatal alega, no entanto, que a venda de ativos acontece em vários estados e não está concentrada no Nordeste. O processo é resultado do processo de desinvestimento e redução de gastos da empresa, ampliado nos últimos três anos.

O plano prevê repasse de 50% da capacidade de refino para empresas privadas. Isso inclui três das refinarias do Nordeste: Landulpho Alves, na Bahia, Abreu e Lima, em Pernambuco, e a fábrica de lubrificantes Lubnor, no Ceará.

ECONOMIA

Dólar volta a subir e fecha a semana cotado a R$ 4,10

Após grande instabilidade no período da manhã, moeda fecha em R$ 4,1086

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Metro1 – O dólar fechou em alta contra o real nesta sexta-feira (13), após grande instabilidade no período da manhã, em meio à onda de notícias sobre o acordo comercial entre Estados Unidos e  China. A moeda subiu 0,38%, ficando a R$ 4,1086. Na semana, contudo, a cotação ainda recuou 0,89%. É a segunda baixa semanal consecutiva.

No início da tarde, a moeda tinha caído para R$ 4,0757 na venda (-0,43%) e logo após firmou-se em alta. Investidores avaliaram o acordo comercial como menos positivo do que o colocado nos preços, com cancelamento de tarifas, mas permanência de manutenção e falta de detalhes oficiais dos demais pontos acordados.

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ECONOMIA

Caixa reduz juros para financiar imóveis

A taxa mínima fixa do crédito imobiliário do banco passou de 6,75% ao ano mais a TR (Taxa Referencial), para 6,5% ao ano mais a TR

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Metro1– A Caixa Econômica Federal anunciou na última quinta-feira (12) a redução dos juros em três linhas de crédito, após o Banco Central cortar a taxa básica de juros quarta-feira (11). 

A taxa mínima fixa do crédito imobiliário da Caixa passou de 6,75% ao ano mais a TR (Taxa Referencial), para 6,5% ao ano mais a TR. A linha só vale para quem tem conta na Caixa, recebe salário pelo banco e tem outros produtos contratados.

Quem recebe salário pelo banco também teve os juros do cheque especial reduzidos de 4,99% ao mês para 4,95% ao mês.

Clientes que apenas tem conta corrente terão os juros do cheque especial reduzidos de 8,99% ao mês para 8% ao mês. Entretanto, essa última redução apenas antecipa uma decisão do BC (Banco Central), que obrigará os bancos a fixar o teto de 8% para essa linha de crédito.

A medida, anunciada no final de novembro, também permite que os bancos cobrem uma tarifa de quem não usa o cheque especial, apenas para ter o limite disponível.

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ECONOMIA

Governo acaba com multa de 10% do FGTS na demissão

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última quinta-feira (12)

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Metro1 – O governo Bolsonaro acabou com a multa de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) paga pelas empresas à União em demissões sem justa causa. A decisão vale para os desligamentos feitos a partir de 1º de janeiro de 2020. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última quinta-feira (12).

Quando um funcionário é demitido sem justa causa, a empresa tem que calcular uma multa de 50% sobre todos os depósitos realizados na conta desse trabalhador. Desse total, 40% referem-se a uma indenização pea dispensa e são pagos ao funcionário. Os outros 10% vão para o governo.

“Trata-se de um tributo a mais a elevar o custo do trabalho, tornando a dispensa sobremaneira onerosa para o empregador, que já está sujeito ao pagamento da multa de 40 sobre todos os depósitos ao Fundo e suas remunerações”, afirma o senador Chico Rodrigues.

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