Mães de autistas falam sobre a falta de Respiridona 1mg em Simões Filho e o descaso da prefeitura. Veja a entrevista emocionante com Ariadna e Jamile.
Em uma entrevista exclusiva ao portal Tudo é Política, as mães Ariadna (mãe de duas crianças autistas) e Jamile (mãe de um jovem de 20 anos com autismo) revelaram os desafios de lidar com a falta de Respiridona 1mg em comprimidos no município. O depoimento emocionante mostra o descaso do poder público e rebate as declarações do vereador Olnando de Amadeu, que negou a falta do medicamento.
“Estamos cansadas de lutar por algo tão básico”
Na entrevista (disponível ao final desta matéria), as mães detalham:
- Como a falta do medicamento específico afeta a rotina dos filhos
- O desgaste emocional de precisar provar que o remédio está em falta
- A inviabilidade de trocar para a versão líquida, como sugerido pela coordenação do CECAD
Vereador desacreditado pelas mães
Durante a última sessão da Câmara, o vereador Olnando de Amadeu afirmou que o medicamento estava disponível no CECAD e desafiou a população a conferir. Porém, a reportagem constatou no local apenas a versão líquida de 1mg – com a própria coordenadora Gláucia questionando se teria o mesmo efeito.
Por que o comprimido de 1mg é essencial?
Na entrevista, as mães explicam:
- Dificuldade de administração da versão líquida
- Risco de desregulação no tratamento
- Falta de orientação médica para a troca
Confira a entrevista completa
O vídeo com os relatos emocionantes de Ariadna e Jamile está disponível abaixo desta matéria. As mães deixam um recado às autoridades: “Não queremos privilégios, apenas o que a lei garante”.