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É UM GÊNIO: ALEXANDRE GARCIA EXPLICA O QUE SIGNIFICA “DIA D E HORA H”, MENCIONADOS PELO MINISTRO PAZZUELO

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ALEXANDRE GARCIA EXPLICA O QUE SIGNIFICA “DIA D E HORA H”, MENCIONADOS PELO MINISTRO PAZZUELO

O jornalista Alexandre Garcia, mais uma vez se superou na sua capacidade de tentar explicar ações e frases ditas pelo presidente Bolsonaro e seus ministros.

Dessa vez, ele explicou, de forma catedrática, o que significa a frase dita pelo ministro da saúde, Eduardo Pazuello que reafirmou nesta segunda-feira (11/1), em visita a Manaus, que o país pode iniciar a vacinação em 20 de janeiro.

“Todos os estados receberão simultaneamente as vacinas, no mesmo dia. A vacina vai começar no dia D, na hora H, no Brasil. No primeiro dia que a autorização for feita, a partir do terceiro ou quarto dia estará nos estados e municípios para iniciar a vacinação. A prioridade já está dada, é o Brasil todo. Vamos fazer como exemplo para o mundo. Os grupos prioritários já estão distribuídos”, afirmou Eduardo Pazzuelo – Ministra da Saúde

CORONAVÍRUS

Anvisa decide uso emergencial da Coronavac do Butantan nesta sexta

No último domingo (17), apenas as doses produzidas pela China receberam autorização

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Metro1 – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fará uma reunião hoje (22) para decidir se autoriza o uso emergencial da vacina Coronavac produzida pelo Instituto Butantan, no Brasil. Caso o pedido seja aprovado, serão disponibilizadas 4,8 milhões de doses.

A solicitação foi feita pelo Butantan na última segunda-feira (18), um dia após a mesma vacina, elaborada na China, ter sido liberadas para uso emergencial pela Anvisa. Apenas os imunizantes importados entraram no pedido passado.

O encontro da Diretoria do Colegiado do órgão regulador está marcado para acontecer às 15h.

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Saúde

Capitais temem fim das doses da Coronavac até final de janeiro

Em todo o Brasil, foram distribuídas 6 milhões de vacinas; destas, 1,4 milhão foi destinada às capitais

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Metro1 – O primeiro lote de vacinas distribuído no país tem previsão para durar apenas até o final da próxima semana na maior parte das capitais. As doses começaram a ser entregues na última segunda-feira (18).

Das 27 capitais brasileiras (com o Distrito Federal), 17 temem que os imunizantes durem apenas até o dia 31 de janeiro. Apenas Goiânia e Recife preveem que ainda têm três semanas de vacinação pela frente com as doses disponíveis. Oito cidades não têm nenhuma estimativa. A pesquisa foi realizada pela Folha de S.Paulo.

Alguns municípios, como São Paulo, Boa Vista, Rio Branco e Goiânia, correm o risco de não ter quantidade suficiente para aplicar a segunda dose nas pessoas que já receberam a vacina, pois estão utilizando todas elas.

Em todo o Brasil, foram distribuídas 6 milhões de vacinas Coronavac, vindas da China. Destas, 1,4 milhão foi destinada às capitais.

Outras 6 milhões têm previsão de chegada no Brasil em breve: 2 milhões da vacina de Oxford/Astrazeneca serão importadas da Índia hoje (22) e 4,8 milhões da Coronavac produzidas pelo Instituto Butantan aguardam autorização para uso emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão já tem uma reunião marcada para acontecer na tarde de hoje (22) para decidir se aprova a distribuição.

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CORONAVÍRUS

Após críticas, Pfizer diz que governo da Bahia não quis comprar vacinas com antecedência

Na quinta-feira, o secretário de Saúde, Fábio Vilas Boas, criticou o que classificou como “falta de compromisso” da empresa, que realizou testes no estado

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Metro1 – Após o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas Boas, acusar a farmacêutica norte-americana Pfizer de recusar-se a vender sua vacina contra a Covid-19 e “usar a boa fé de 1.500 voluntários baianos” (relembre), a empresa alegou ter oferecido doses da vacina contra a Covid-19 ao governo da Bahia ainda em setembro de 2020. Em nota enviada ao jornal Correio, a Pfizer ressalta, no entanto, que “naquele momento, a proposta foi declinada”.

A Pfizer ainda afirmou que a condução dos estudos para elaboração da vacina não esteve atrelada a aspectos comerciais e confirmou que mantém conversas com o governo federal para um possível fornecimento. “O cenário de disponibilidade da vacina tem mudado significativamente, priorizando os países que fizeram uma aquisição antecipada ainda no ano passado”, diz a empresa.

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