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Com pranto e paixão, milhares de argentinos se despedem de Maradona

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Com pranto e paixão, milhares de argentinos se despedem de Maradona

BUENOS AIRES – Uma multidão de torcedores e de personalidades do esporte e da política passou nesta quinta-feira pela Casa Rosada, em Buenos Aires, para se despedir do ícone do futebol Diego Armando Maradona, que morreu aos 60 anos devido a uma insuficiência cardíaca.

A morte de um dos melhores e mais carismáticos jogadores da história, ocorrida na quarta-feira em sua casa no subúrbio de Buenos Aires, desencadeou reações profundas e homenagens em todo o mundo, inclusive de presidente e do papa Francisco.

“Maradona é a maior coisa que me aconteceu na vida. Eu o amo tanto quanto meu pai, e é como se meu velho tivesse morrido”, disse, em prantos, Cristian Montelli, funcionário administrativo, de 22 anos, que tem uma tatuagem com o rosto de Maradona em uma perna.

Em meio às muitas homenagens, também houve incidentes violentos. As forças policiais dispararam balas de borracha e gás lacrimogêneo quando os admiradores, que formaram uma fila de mais de 2 quilômetros no centro de Buenos Aires, se afobaram para se despedir de Maradona antes que o transferissem ao lugar de seu enterro.

Diante da mobilização imensa, a família e as autoridades decidiram ampliar o velório até as 22h, três horas mais do que o horário previsto originalmente.

Mas a sede do governo ficou repleta de torcedores exaltados, e as autoridades resolveram retirar o féretro do lugar por segurança, segundo a televisão local.

Alguns meios de comunicação argentinos estimavam que até 1 milhão de pessoas poderia comparecer para se despedir de seu ídolo, apesar da pandemia de coronavírus.

Uma multidão ocupou durante toda a noite a Plaza de Mayo, que fica diante da Casa Rosada, para homenagear o astro e esperar para lhe dar adeus. Na quarta-feira, dezenas de milhares de argentinos saíram às ruas e os estádios de futebol acenderam as luzes às 10 horas da noite – o número da camisa de Maradona – como tributo ao “Pelusa”.

As portas do palácio presidencial se abriram na primeira hora desta quinta-feira, quando já havia uma fila longa de pessoas que esperavam para entrar para ver o corpo do ídolo, coberto com uma bandeira da Argentina e uma camisa da seleção com o número 10.

Muitos admiradores esboçavam algumas palavras tímidas de despedida ou lançavam flores. Outros simplesmente choravam.

Reuters

P U B L I C I D A D E

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Governo Biden avisa: Bolsonaro fez Brasil sair das prioridades e ficar em último lugar na fila

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Bolsonaro fez Brasil sair das prioridades e ficar em último lugar na fila

247 – Em sua primeira entrevista coletiva como porta-voz do governo de Joe Biden, a secretária de imprensa Jen Psaki indicou nesta quarta-feira (20) que Jair Bolsonaro fará o Brasil pagar um alto preço por suas bravatas. O Brasil não será uma prioridade para os Estados Unidos nesse início de mandato do democrata e vai para o fim da fila. 

Em reposta a uma pergunta da jornalista Raquel Krähenbühl da Globo News, sobre uma eventual conversa de Biden com Bolsonaro, Psaki afirmou: “Não há data para conversas com o Brasil”.De acordo com informações de O Globo, Biden tem planos de ligar para vários líderes mundiais nos próximos dias, mas o brasileiro não será uma prioridade.

As ações e provocações de Bolsonaro na arena internacional como aliado subserviente de Donald Trump cobra um preço alto ao Brasil: o país sofre retaliações dos EUA, China e Índia e sequer consegue importar insumos para produção de vacina.

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Incêndio atinge fabricante da vacina de Oxford na Índia

Segundo uma fonte da empresa, a situação não afeta a produção da vacina contra a Covid-19

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Metro1 – Um incêndio atingiu hoje (21) uma das maiores produtoras mundial de vacinas, uma fábrica do Instituto Serum, na cidade de Pune, na Índia. Ela elabora a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e AstraZeneca.

Segundo uma fonte da empresa, porém, a situação não afeta a produção da vacina contra a Covid-19. A informação é confirmada pela apuração do jornal Times of India, que afirmou que o estoque de imunizantes e a indústria onde elas são fabricadas estão seguras.

De acordo com informações da agência Reuters, cinco caminhões do corpo de bombeiros da cidade foram enviados ao local para apagar as chamas. Ainda não há indícios do que pode ter causado o incêndio.

O diretor executivo da empresa, Adar Poonawalla, avisou, nas suas redes sociais, que “não houve vidas perdidas e nem grandes lesões por causa do fogo, apesar de alguns andares terem sido destruídos”.

O Instituto Serum fabrica aproximadamente 50 milhões de doses da vacina por mês em outras unidades no país.

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Brasil quer buscar vacinas, mas Índia diz que é ‘muito cedo’, diz jornal

O Brasil possui um avião pronto para decolar em direção à Índia, com o objetivo de buscar 2 milhões de doses do imunizante

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Metro1 – O Brasil possui um avião pronto para decolar em direção à Índia, com o objetivo de buscar 2 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 de Oxford/AstraZeneca, mas o país asiático ainda não começou seu programa de imunização e, por isso, considera muito cedo para se comprometer em exportar doses do imunizante. As informações são do Hindustan Times, jornal local do país.

“O processo de vacinação na Índia está apenas começando. É muito cedo para dar uma resposta específica sobre destinação para outros países enquanto ainda estamos analisando os cronogramas de produção e entrega. Nós tomaremos decisões a esse respeito no devido tempo, isso pode demorar”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Índia, Anurag Srivastava.

A previsão é que o avião, fretado pelo Ministério da Saúde, saia do Brasil para buscar as doses hoje (23) às 23 horas.

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