Conecte conosco

ECONOMIA

Cerca de 9 milhões de pessoas ainda não enviaram declaração do IR

Fisco espera receber 32,6 mi de declarações neste ano

Publicado

em

Do Agência Brasil – A uma semana para o fim do prazo, cerca de 9 milhões de contribuintes ainda não acertaram as contas com o Leão. Segundo o balanço mais recente, 23.535.609 contribuintes enviaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, 72,1% do previsto para este ano.

Os números foram divulgados pela Receita Federal, com dados apurados até as 11h de hoje (24).

Neste ano, o Fisco espera receber entre até 32.619.749 declarações. No ano passado, foram enviadas 31.980.146 declarações.

O prazo de entrega começou em 1º de março e vai até as 23h59min59s de 31 de maio. A data limite foi adiada em um mês para suavizar as dificuldades no recolhimento de documentos impostas pela pandemia de covid-19.

Em abril, a Câmara e o Senado aprovaram projeto de lei que adiaria novamente o prazo para 31 de julho, por causa do agravamento da pandemia. No entanto, o presidente Jair Bolsonaro vetou a proposta, após recomendação da Receita Federal.

O programa para computador está disponível na página da Receita Federal na internet. Quem perder o prazo de envio terá de pagar multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor.

A entrega é obrigatória para quem recebeu acima de R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis em 2020. Isso equivale a um salário acima de R$ 1.903,98, incluído o décimo terceiro.

Também deverá entregar a declaração quem tenha recebido rendimentos isentos acima de R$ 40 mil em 2020, quem tenha obtido ganho de capital na venda de bens ou realizou operações de qualquer tipo na Bolsa de Valores, quem tenha patrimônio acima de R$ 300 mil até 31 de dezembro do ano passado e quem optou pela isenção de imposto de venda de um imóvel residencial para a compra de um outro imóvel em até 180 dias.

Leia a matéria completa no site: Agência Nacional

ECONOMIA

Petrobahia assina escritura de terreno para construção da base de distribuição

Publicado

em

O presidente da Petrobahia, Thiago Andrade, assinou a escritura de um terreno no distrito industrial de Balsas, subsidiado pelo Governo do Maranhão. Na estrutura será construída a nova base de distribuição e mistura da companhia.

Da ação, participaram o secretário estadual de Indústria e Comércio, Simplício Araújo, o vice-prefeito, Celso Henrique, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Adriano Tito, e o presidente do Porto do Itaqui, Ted Lago.

A empresa baiana, anunciou na última sexta-feira que vai investir R$ 7,9 milhões, gerando cerca de 70 empregos diretos e centenas indiretos em postos de combustíveis e conveniências no Maranhão, Tocantins e Piauí. “Seremos responsáveis pelo crescimento da cadeia produtiva de combustíveis no Maranhão, levando desenvolvimento para a região Nordeste. Nossa meta é inaugurar a nova filial ainda este ano”, disse Thiago Andrade.

Com informações do BP Money.

Continuar Lendo

ECONOMIA

Governo vê alta em índice de correção e valor do salário mínimo pode subir mais em 2022

Publicado

em

Em abril, governo divulgou a LDO de 2022 com salário mínimo no valor de R$ 1.147,00. Porém, com nova estimativa para o INPC, valor chegaria a R$ 1.155,55 no ano que vem.

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia informou nesta terça-feira (18) que elevou de 4,27% para 5,05% a estimativa de inflação de 2021 medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

O INPC é o índice usado pelo governo para a correção anual do salário mínimo. Se esse aumento se confirmar e não houver mudança no cálculo, o reajuste do mínimo de 2022 também será maior.

Atualmente, o salário mínimo está em R$ 1.100. Em abril, o governo divulgou a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2022 em que prevê alta de 4,27% para o INPC neste ano, o que levaria a uma correção do mínimo para R$ 1.147 no ano que vem.

Entretanto, se a nova previsão do governo, de alta de 5,05% no INPC neste ano, se confirmar, o salário mínimo subiria para R$ 1.155,55 em 2022.

Leia a Matéria completa no G1.

Continuar Lendo

ECONOMIA

Caixa começa a pagar hoje segunda parcela do auxílio emergencial

Nascidos em janeiro receberão nas contas poupança digitais

Publicado

em

Trabalhadores informais nascidos em janeiro recebem hoje (16) a segunda parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.

Na última quinta-feira (13), a Caixa anunciou a antecipação do pagamento da segunda parcela. O calendário de depósitos, que começaria hoje e terminaria em 16 de junho, será aberto hoje e acabará em 30 de maio.

Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

CALENDÁRIO DA SEGUNDA
PARCELA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL 2021

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da primeira parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 16. O auxílio emergencial somente será pago quando o valor for superior ao benefício do programa social.

Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

Calendário de pagamento do Bolsa Família - ano 2021

Com informações da Agência Brasil.

Continuar Lendo

ECONOMIA

Braskem registra lucro de R$ 2,5 bilhões no 1° primeiro trimestre e reverte prejuízo

Resultado operacional recorrente da companhia somou R$ 6,94 bilhões

Publicado

em

A Braskem registrou no primeiro trimestre de 2021 um lucro líquido de R$ 2,5 bilhões, revendo prejuízo bilionário de um ano antes.

Segundo a Reuters, a empresa declarou que o resultado operacional recorrente somou R$ 6,94 bilhões de reais, valor maior do que o apresentado no mesmo período do ano passado, de R$ 1,28 bilhão. O somatório desse valor exclui despesas como pagamentos relacionados ao afundamento de solo em Maceió (AL).

Para a Braskem, o avanço no resultado operacional está atrelado a uma depreciação de 23% do real contra o dólar no período. A companhia também apresentou uma monetização de créditos advinda de PIS/Cofins de cerca de R$ 761 milhões de reais. 

O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 3,46 bilhões.

A receita líquida de vendas foi de R$ 22,7 bilhões nos primeiros três meses de 2021, com um avanço de 80% sobre o faturamento em 2019 de 21% ante o quarto trimestre.

A Braskem, em seu balanço divulgado nesta sexta-feira (7), informou que seu avanço recorrente ao final do trimestre foi de 1,8 vez antes 5,84 vezes um ano antes e 2,94 vezes no fim de 2020.

Do BP Money.

Continuar Lendo

ECONOMIA

Trabalhadores nascidos em maio podem sacar auxílio emergencial

Recursos também podem ser transferidos para conta corrente

Publicado

em

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em maio podem sacar, a partir de hoje (6) a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 15 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

Com informações da Agência Brasil.

Continuar Lendo

ECONOMIA

Reclamações contra instituições financeiras disparam na pandemia

Dados são do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

Publicado

em

Do Agência Brasil – Levantamento do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) em dois canais que atendem consumidores – consumidor.gov.br e Banco Central – revelou uma explosão de reclamações sobre os serviços financeiros. O registro das queixas contra os bancos, financeiras ou administradoras de cartão teve aumento de 69% e 72%, respectivamente, em cada uma das plataformas.

“Os abusos praticados durante a pandemia demonstram o desrespeito ao consumidor, principalmente no contexto da crise sanitária e econômica sem precedentes que nos assola. A população sofre com a crise, com a diminuição de renda e com o isolamento social. Nesse momento, torna-se mais necessária a atuação de instituições financeiras responsáveis”, avaliou a economista e coordenadora do programa de Serviços Financeiros do Idec, Ione Amorim.

No total, o consumidor.gov.br teve 320.887 reclamações em 2020 ante 189.849 em 2019. As cinco reclamações mais frequentes dessas instituições (124.457) respondem por 38% do total em 2020. Mais de um terço do total dos registros em 2020 correspondem a operações com crédito consignado (88.246 registros), incluindo cobrança por serviço não contratado nem solicitado, não entrega de contrato, cobrança de tarifas não previstas, cobrança abusiva para alterar ou cancelar o contrato, entre outras, enquanto em 2019 esse número era de 39.012.

Considerando apenas as queixas de cobrança por serviço ou produto não contratado – incluindo não reconhecido e não solicitado – de crédito consignado, houve aumento de 441% nos registros da plataforma do consumidor.gov.br em 2020 na comparação com o ano anterior, passando de 3.802 para 20.564 queixas. No ranking do Banco Central, houve aumento de 56% nos registros de reclamações sobre as operações classificadas como oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada, passando de 9.010 para 14.049. 

Leia a matéria completa no site: Agência Brasil

Continuar Lendo

AS MAIS LIDAS DA SEMANA