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Saúde

Cerca de 135 mil pessoas no Brasil não sabem que estão com HIV, estima Ministério da Saúde

Ministério lançou dia (28) campanha para incentivar pessoas que se colocaram em risco a procurar uma unidade de saúde para realizar o teste rápido

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Metro1 – O Ministério da Saúde estima que cerca de 135 mil pessoas vivem com HIV no Brasil e não sabem. Com base nessa estimativa, o ministério lançou ontem (28) uma campanha para incentivar pessoas que se colocaram em risco a procurar uma unidade de saúde para realizar o teste rápido.

Segundo o diretor do departamento de doenças crônicas e infecções sexualmente transmissíveis, Gerson Pereira, o país adotou a recomendação do início do tratamento para todas as pessoas após o diagnóstico de HIV, independente da condição clínica do paciente.

“Se essa pessoa mantiver o tratamento regular, pode ter uma vida normal, assim como quem tem diabetes ou hipertensão. Mas para isso, é importante ter o diagnóstico cedo, tratar imediatamente e se manter em tratamento”, disse.

O governo ainda informou que, entre 2014 e 2018, os casos de Aids reduziram em 13,6%. O índice equivale a 12,3 mil casos evitados da doença. Já a mortalidade por Aids caiu em 22,8%, nesse mesmo período, evitando 2,5 mil óbitos.

Saúde

Vacinação contra sarampo atinge 99,4% das crianças de até um ano

Bahia está entre estados que não atingiram a meta mínima de 95%

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Metro1 – A campanha nacional de vacinação contra o sarampo divulgou um registro que apresenta o melhor índice dos últimos cinco anos, contemplando 99,4% das crianças de até um ano de idade. Com o resultado, o Brasil ultrapassou a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde para a cobertura da vacina tríplice viral, contra sarampo, rubéola e caxumba.

Mesmo com fortes campanhas de vacinação, cerca de 1,9 mil municípios não atingiram a meta, de acordo com o diretor do Departamento de Imunizações e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Julio Croda. “Isso é preocupante para 2020, porque ainda existe surto da doença no país”, alertou Croda.

A Bahia está entre os estados que não atingiram a meta mínima, de 95%, com o resultado de 88,9%. Também estão neste quadro o Pará (85,4%), Roraima (87,9%), Maranhão (90%), Acre (91,4%), Piauí (91,9%), Distrito Federal (93,7%), São Paulo (93,9%) e Amapá (94,9%).

Duas campanhas foram feitas em todo o país até o dia 30 de novembro. Uma destinada a crianças de 6 meses a menores de 5 anos, e outra à população de 20 a 29 anos

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Saúde

Saúde amplia público para vacinas contra febre amarela e gripe

Novas medidas passam a valer a partir de 2020

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Bahia.ba – A partir de 2020, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar uma dose de reforço da vacina de febre amarela para crianças com 4 anos de idade. O Ministério da Saúde também ampliará, de forma gradativa, a vacinação contra febre amarela nos 1.101 municípios nordestinos que não faziam parte da área de recomendação de vacinação.

“Dessa forma, todo o país passa a contar com a vacina contra a febre amarela na rotina dos serviços. As novas diretrizes sobre as Campanhas Nacionais de Vacinação foram enviadas pela pasta aos estados e aos municípios em novembro deste ano para que estejam preparados para as ações do próximo ano”, destaca o ministério.

A pasta informou também que a campanha contra a gripe, realizada todos os anos entre abril e maio, contará com um novo público, os adultos de 55 a 59 anos. A medida tem por objetivo ampliar a vacinação dos grupos mais vulneráveis. “O público-alvo, portanto, representará aproximadamente 67,7 milhões de pessoas. A meta é vacinar, pelo menos, 90% dos grupos prioritários para a vacinação, que já conta com crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas, pessoas com doenças crônicas, trabalhadores de saúde, idosos, entre outros.”

Segundo o ministério, as datas para início das campanhas serão definidas pelos estados, a partir do plano de implantação elaborado individualmente por eles. “O Ministério da Saúde conta com estoque suficiente para atender à demanda, a partir da solicitação de quantitativo dos estados, responsáveis por fazer a distribuição das doses aos municípios.”

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Saúde

Cerca de 65% das pessoas que têm HIV sofreram discriminação

Estigma dificulta acesso aos serviços de saúde

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Metro1 – Cerca de 64,1% das pessoas com o vírus HIV sofreram algum tipo de discriminação, segundo dados do Unaids, programa da ONU, presentes na pesquisa Índice de estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/aids – Brasil, divulgada ontem (10).

Devido à isso, oito em cada dez pessoas têm dificuldade de revelar que carregam o vírus. “As pessoas percebem que não vão ser aceitas pela família, por amigos e até pessoas que elas não conhecem”, disse o responsável pela pesquisa, o psicólogo Ângelo Brandelli Costa.

O estigma dificulta que essas pessoas procurem tratamento. “As pessoas se isolam, não vão buscar direitos, não vão buscar o próprio remédio, não vão buscar emprego por conta do temor em relação a viver com HIV”, apontou o membro da organização não governamental (ONG) Gestos, de Recife, Jô Meneses.

A discriminação que leva ao pouco acesso ao tratamento acarreta, no caso de mulheres grávidas, na transmissão vertical para o filho, caso que pode ser evitado com protocolo de saúde e medicamentos. “Algumas mulheres estão à deriva. É uma morte civil. Quando você escuta vários tipos de discriminação e quem sofreu não querer contar, ou não poder contar, se sentindo com vergonha, se sentindo suja, como se algo errado tivesse feito, quando foi uma prática social que todos fazem”, diz a pesquisadora Silvia Aloia.

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