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Celso Amorim esclarece: Lula nunca incentivou Irã a enriquecer urânio

Ex-chanceler desmente Bolsonaro e afirma que o governo do PT “nunca defendeu que o Irã tivesse direito a enriquecer o urânio em níveis superiores a 20%”, que até esse percentual era usado para pesquisas e na cura contra o câncer

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247 – Em resposta a uma mentira criada por Jair Bolsonaro para atacar o ex-presidente Lula, a de que o petista teria incentivado o Irã a enriquecer urânio, o chanceler à época e um dos articuladores do acordo nuclear elaborado para o país persa, Celso Amorim, esclarece os fatos.

Em manifestação enviada ao UOL, que fez uma reportagem para desmentir Bolsonaro pela declaração feita em live ontem enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fazia seu pronunciamento, Amorim explica:

A Declaração de Teerã, que o Brasil e a Turquia negociaram com o governo iraniano atendeu plenamente os três elementos de um acordo originalmente proposto pelos Estados Unidos com o objetivo de “criação de confiança” e para o qual Washington pediu nossa ajuda.

Esses elementos foram reiterados pelo presidente Obama em carta enviada ao presidente do Brasil três semanas antes da declaração, cujo valor foi amplamente reconhecido por personalidades como o ex-diretor geral da Agência Internacional de Energia Atômica. Mohammed El Baradei e o ex-vice secretário de estado e ex-embaixador norte-americano em Moscou, Thomas Puckering, entre muitos outros.

O governo brasileiro, durante o governo do presidente Lula nunca defendeu que o Irã tivesse direito a enriquecer o urânio em níveis superiores a 20%. Aliás um dos propósitos do acordo era justamente evitar que o Irã enriquecesse o urânio nesse nível para seu reator de pesquisa, com o objetivo de produzir isótopos de uso no diagnóstico e na cura do câncer.

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Marina Silva contesta Bolsonaro: é o próprio governo que sabota a educação

Ex-ministra diz que “a incompetência do ministro Weintraub está promovendo uma paralisação em série da educação”

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247 – A ex-ministra e ex-senadora Marina Silva denunciou no Twitter na tarde desta terça-feira 28 “a incompetência” do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que segundo ela “está promovendo uma paralisação em série da educação”.

E contestou ainda declaração de Jair Bolsonaro, que mais cedo cogitou sabotagem no Enem. “Enem, está complicado. Eu estou conversando com ele [ministro da Educação, Abraham Weintraub], para ver se foi alguma falha nossa, falha humana, sabotagem, seja lá o que for. Temos que chegar no final da linha e apurar isso”, disse, ao sair do Palácio da Alvorada.

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Bebianno avisa: Bolsonaro vai trair Moro

“Bolsonaro tentará se livrar de Moro sem indicá-lo ao STF. Ele o jogou às traças”, diz o ex-ministro Gustavo Bebianno em entrevista ao DCM

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247 – Gustavo Bebianno diz que Bolsonaro está próximo de trocar a indicação de Sergio Moro no STF por um ex-assessor de gabinete de Eduardo Bolsonaro sem nenhuma experiência jurídica.

“Seria um deboche com a Corte, com os outros Ministros e com a sociedade”, diz sobre o ministro Jorge Oliveira, que ocupa o seu lugar como chefe da secretaria-Geral da presidência.

Bebianno, que sentiu na pele a fúria do clã Bolsonaro, ao ser fritado logo no início do governo, diz que o capitão está jogando Moro às traças.

“Não se faz isso com uma pessoa, induzi-la a abandonar uma carreira estável como tinha para, logo depois, sem qualquer motivo plausível, jogá-la às traças. Moro sabe que, sem pestanejar, o presidente o descarta, especialmente se tiver interesse pessoal envolvido”.

Nesta entrevista exclusiva ao DCM, Bebianno fala também de Olavo de Carvalho, Regina Duarte e, entre outros assuntos, da chance de alguém do campo conservador ocupar o lugar no capitão junto ao eleitorado de direita em 2022.

Leia a íntegra no DCM.

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Treze ministros de Bolsonaro participaram da farra do jatinho da FAB para viagens internacionais

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247  A viagem que motivou a demissão do secretário executivo da Casa Civil, Vicente Santini, em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) não foi uma exceção no governo Bolsonaro. Há uma verdadeira orgia de voos internacionais em jatos da FAB pelos ministros bolsonaristas. Desde o início do governo, 13 ministros utilizaram os jatos para deslocamentos ao exterior. O campeão de uso é o chanceler Ernesto Araújo, que viajou 22 vezes, seguido de Ricardo Salles (Meio Ambiente), Osmar Terra (Cidadania), Tereza Cristina (Agricultura) e Fernando Azevedo (Defesa) – três viagens cada um. O levantamento é dos jornalistas Tânia Monteiro e Mateus Vargas, de O Estado de S.Paulo.PUBLICIDADE

Veja a lista completa com o número de voos em aviões da FAB por ministro:

Ernesto Araújo (Relações Exteriores) – 22 viagens

Ricardo Salles (Meio Ambiente) – 3 viagens

Osmar Terra (Cidadania) – 3 viagens

Tereza Cristina (Agricultura) – 3 viagens

Fernando Azevedo (Defesa) – 3 viagens

Damares Alves (Mulher e Direitos Humanos) – 2 viagens

Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) – 1 viagem

Henrique Mandetta (Saúde) – 1 viagem

Paulo Guedes (Economia) – 1 viagem

Sérgio Moro (Justiça) – 1 viagem

Marcelo Álvaro (Turismo) – 1 viagem

Onyx Lorenzoni (Casa Civil) – 1 viagem

Jorge Oliveira (Secretária-Geral da Presidência) – 1 viagem

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