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Brasil tem oito das 15 rotas mais movimentadas da América Latina

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VozdaBahia – O Brasil apresenta o título de rota mais movimentada da América Latina, de acordo com dados da Associação de Transporte Aéreo da América Larina e Caribe (ALTA). Os resultados são de junho deste ano e mostram que o trecho entre São Paulo e Rio de Janeiro possui o tráfego mais intenso, com 615 mil passageiros, alta de 1,4% em relação ao mesmo período de 2018. As informações consideram todos os aeroportos dessas cidades.

A ponte aérea Rio-São Paulo ultrapassou rotas do México e Colômbia. Das 15 rotas mais movimentadas, oito são brasileiras e todas elas possuem São Paulo como destino ou procedência.

O presidente da associação, Luis Felipe de Oliveira, falou, através de nota, sobre os problemas do setor, mas enaltece os números obtidos. “Apesar de o mercado interno do Brasil ter tido seu segundo mês consecutivo de queda, com 191 mil a menos de passageiros, basicamente devido à saída da Avianca Brasil do mercado, junho alcançou importante crescimento”, declarou.

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‘A grande âncora do meu governo são as Forças Armadas’, diz Bolsonaro

Presidente citou generais que presidiram país durante ditadura militar, como Castelo Branco e Emílio Garrastazu Médici

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Metro1 – O presidente Jair Bolsonaro declarou hoje que a base de seu governo são as Forças Armadas, e citou ações generais que presidiram país durante ditadura militar, como Castelo Branco e Emílio Garrastazu Médici, durante seu discurso em almoço comemorativo de promoção de novos oficiais das Forças Armadas.

“Nós nada fazemos sozinhos. A grande âncora do meu governo são as Forças Armadas”, disse o presidente. O ministro da defesa, Fernando Azevedo e Silva, destacou o “cuidado especial” que as Forças Armadas têm recebido do governo Bolsonaro.

“Faltava preencher um vazio de décadas, resgatar o que temos de mais valioso: o militar e sua família. O projeto aprovado semana passada representou possivelmente o mais importante de 2019, corrigindo distorções, valorizando a meritocracia. Representou mais um esforço dos militares para o esforço fiscal do país”, afirmou o ministro. Os militares são a única categoria do país que não terá idade mínima para se aposentar e a única entre servidores que continuará com aposentadoria integral.

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Brasil mantém posição no Índice de Desenvolvimento Humano em 2019

Crescimento discreto no IDH brasileiro é considerado positivo

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Bahia.ba – O Brasil avançou, mas enfrentará novos desafios em 2020. De acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2019, que mede o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o país teve sucesso no controle de certas desigualdades (expectativa de vida e renda média), mas será confrontado por novos desafios. O Brasil se manteve na 79ª posição global – mesmo ranking de 2018 -, empatado com a Colômbia.

Na América Latina, ocupa a 4ª posição, atrás do Chile, Argentina e Uruguai. O crescimento no índice foi de 0,001 ponto em relação ao ano anterior.

“O que é importante é notar o crescimento no IDH. O índice é relativo, e sofre alterações também dos outros países, que podem subir ou descer. O que é importante é notar a evolução. A nota que dou é positiva. O Brasil continua a fazer progresso, apesar da economia ter sido pior que o esperado. O crescimento do Brasil é sólido, positivo e sustentado”, afirmou o diretor de Desenvolvimento Humano da ONU, Pedro Conceição.

O estudo deste ano apresenta algumas novidades. Entre elas, mudanças na metodologia de avaliação da qualidade de vida dos cidadãos dos 189 países analisados.

“O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está apresentando novas ideias para [medir] o desenvolvimento. Isso significa romper paradigmas. Queremos mudar a visão do progresso e do desenvolvimento pela ótica da renda, pela ótica das médias, e que é possível esperar até o último momento para tomar decisões. O desenvolvimento é multidimensional, e as médias podem esconder desigualdades. Isso atravanca o progresso”, explicou a coordenadora do relatório, Betina Ferraz Barbosa.

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Marcelo Odebrecht: ‘Lula pediu para que a Odebrecht fizesse um projeto em Cuba’

Empresário quebrou o silêncio sobre sua relação com a empresa e com o ex-presidente

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Bahia.ba – O empresário Marcelo Odebrecht quebrou o silêncio, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo publicada nesta segunda-feira (09).

Ele relatou que, de todos os países em que a empresa expandiu os negócios, somente com relação a Cuba houve influência do ex-presidente Lula para que a Odebrecht atuasse.

“Em todos os países, nós íamos por iniciativa própria, conquistávamos o projeto e buscávamos uma exportação de bens e serviços. Em Cuba houve um interesse do Brasil de ajudar a desenvolver alguns projetos. E aí Lula pediu para que a Odebrecht fizesse um projeto em Cuba”, disse.

Segundo Marcelo Odebrecht, o pedido de Lula aconteceu depois dele visitar Cuba.

“Lula estava visitando o país, passou por uma estrada deteriorada e disse que tinha condições de ajudar. Era para fazer a estrada exportando serviços do Brasil, para gerar emprego, renda e arrecadação, e ajudar Cuba a desenvolver o projeto […] O governo cubano desprezou a estrada, queria casas. Mas a gente avaliou as oportunidades e identificou que o melhor para o Brasil, economicamente e do ponto de vista de exportação de bens e serviços, era fazer um porto em Cuba”, afirmou.

O empresário, que chegou a ficar preso no âmbito da Operação Lava Jato e fez um acordo de delação premiada, explicou o motivo do projeto do porto não ter dado certo.

“Vimos o porto como um local que ajudaria a economia de Cuba. E a nossa expectativa, que infelizmente acabou não se confirmando, até pelo esgarçamento da relação com o Brasil, era que mais empresas brasileiras poderiam se beneficiar do porto em si. Mas infelizmente essa parte ficou pelo caminho”, falou.

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