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BOLSONARO UM CRIMINOSO EM FUGA

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Por Tereza Cruvinel no 247– Nos dois discursos que fez para suas falanges extremadas, nas manifestações de ontem,  ao fazer do  ministro Alexandre de Morais um alvo tão claro e direto, Jair Bolsonaro se entregou: toda a encenação golpista decorre de seu pavor de ser preso. Ele sabe que, como chefe do inquérito que investiga atos antidemocráticos,  Morais já desvendeu todos os crimes cometidos por ele, seus filhos e aliados, de 2018 até hoje. Bolsonaro é um criminoso tocando fogo na cidade para fugir.

Ele mostrou sua força, sem dúvida, principalmente na Paulista, mas não foi o ronco prometido, e a participação pode ter sido até frustrante,  diante do aparato utilizado por governo e aliados para arrebanhar apoiadores em diversos estados. Mas foi o suficiente para gerar imagens de impacto e permitir-lhe a retórica de que ali estava “o povo brasileiro”, embora saibamos, pelas pesquisas, que hoje menos de 30% o apoiam e nele votariam  em 2022.

compreensão de seus motivos, das razões do desatino, não nos permite, entretanto, subestimar o perigo que ele continua representando para a democracia e a estabilidade, e os danos que vem causando ao pais com a estrepolia radical.

Neste 8 de setembro ouviremos mercado e investidores acordarão de ressaca, espantados com tamanha anormalidade política: o presidente se coloca fora da lei, desafia a Justiça e comete crimes de responsabilidade a céu aberto.  Não dá para confiar num país assim.

Neste dia seguinte, 8/9, temos que ter uma resposta das instituições. Esperar até quando e o quê mais? Os ministros do STF conversaram por videoconferencia ontem. O presidente Fux fará um pronunciamento sóbrio e duro mas eu espero que o Supremo possa encontrar, na Constituição, um remédio eficaz e rápido contra quem ameaçou o poder Judiciario.

A frase mais greve de Bolsonaro foi esta, que disse após  atacar Morais no primeiro discurso:

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Bolsonaro, um criminoso em fuga

Por Tereza Cruvinel7 de setembro de 2021, 23:11

Jair Messias Bolsonaro participa de ato na Esplanada dos Ministérios

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Por Tereza Cruvinel 

Nos dois discursos que fez para suas falanges extremadas, nas manifestações de ontem,  ao fazer do  ministro Alexandre de Morais um alvo tão claro e direto, Jair Bolsonaro se entregou: toda a encenação golpista decorre de seu pavor de ser preso. Ele sabe que, como chefe do inquérito que investiga atos antidemocráticos,  Morais já desvendeu todos os crimes cometidos por ele, seus filhos e aliados, de 2018 até hoje. Bolsonaro é um criminoso tocando fogo na cidade para fugir.

Ele mostrou sua força, sem dúvida, principalmente na Paulista, mas não foi o ronco prometido, e a participação pode ter sido até frustrante,  diante do aparato utilizado por governo e aliados para arrebanhar apoiadores em diversos estados. Mas foi o suficiente para gerar imagens de impacto e permitir-lhe a retórica de que ali estava “o povo brasileiro”, embora saibamos, pelas pesquisas, que hoje menos de 30% o apoiam e nele votariam  em 2022.  PUBLICIDADEhttps://f7ad82633cc3061e6e2c170171f66736.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html?n=0https://landing.mailerlite.com/webforms/landing/q9s5r2#amp=1

A compreensão de seus motivos, das razões do desatino, não nos permite, entretanto, subestimar o perigo que ele continua representando para a democracia e a estabilidade, e os danos que vem causando ao pais com a estrepolia radical.

Neste 8 de setembro ouviremos mercado e investidores acordarão de ressaca, espantados com tamanha anormalidade política: o presidente se coloca fora da lei, desafia a Justiça e comete crimes de responsabilidade a céu aberto.  Não dá para confiar num país assim.PUBLICIDADEhttps://f7ad82633cc3061e6e2c170171f66736.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html?n=0https://d-26881129252108515329.ampproject.net/2108280007001/frame.html

Neste dia seguinte, 8/9, temos que ter uma resposta das instituições. Esperar até quando e o quê mais? Os ministros do STF conversaram por videoconferencia ontem. O presidente Fux fará um pronunciamento sóbrio e duro mas eu espero que o Supremo possa encontrar, na Constituição, um remédio eficaz e rápido contra quem ameaçou o poder Judiciario.

A frase mais greve de Bolsonaro foi esta, que disse após  atacar Morais no primeiro discurso:PUBLICIDADEhttps://f7ad82633cc3061e6e2c170171f66736.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html?n=0https://d-26881129252108515329.ampproject.net/2108280007001/frame.html

– Ou o chefe deste poder enquadra o seu, ou este poderá sofrerá as consequencias que não queremos.

Ou seja, ou STF dá um sumiço no inquérito (enquandrando Alexandre), ou sofrerá uma intervenção.  Mais tarde diria em São Paulo que não acatará decisões de Morais e que ninguém o prenderá. Ele sabe o que fez e o que está sendo descoberto, inclusive como foi financiada sua eleição, movida a fake news. E quem bancou, em 2020, os atos que embalaram o neofascismo, no inicio da pandemia. Se ela não tivesse vindo, onde eles teriam chegado?

A resposta mais concreta do STF pode ser também a aceleração das conclusões do inquérito que aterroriza Bolsonaro.

Mas o que ele cometeu ao vivo foi um crime de responsabilidade, e isso é com o Congresso, dirão alguns. Ah, mas tem o Arthur Lira sentado sobre a pilha de pedidos de impeachment que não despacha. Hoje saberemos o quanto mudou, ou não, a disposição do Congresso e dos partidos para nos livrar de Bolsonaro via impeachment. Há partidos, como o PSDB, marcando discussão do assunto. Os do Centrão estariam balançando na lealdade alugada.  

O 7 de setembro continua hoje, portanto. Bolsonaro também vai se reunir com o Conselho de Governo (e não da República), composto por seus ministros e o vice. Sabe-se lá o que sairá daí.

Mas é chegada a hora. Esperar mais o quê? Não repitamos o velho hábito de colocar cadeado em porta arrombada.

BRASIL

PF E ANVISA INTERROPEM JOGO ENTRE BRASIL E ARGENTINA E JOGADORES SÃO DEPORTADOS

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A PF e a Anvisa interromperam o jogo de futebol entre Brasil e Argentina. Jogadores argentinos são suspeitos de desrespeitar regra de quarentena por terem vindo do Reino Unido na pandemia. A CBF havia autorizado o jogo.

Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, negociou com o governo brasileiro para liberar os quatro jogadores da Argentina.

Anvisa manda deportar antes do jogo

Por terem entrado no Brasil de forma ilegal e infringido regras sanitárias, quatro jogadores da seleção Argentina terão de deixar o país por decisão da Anvisa.

É a determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Emiliano Martínez, Buendía, Cristian Romero e Lo Celso não teriam informado às autoridades sanitárias que estavam na Inglaterra no último fim de semana. Segundo a Portaria Interministerial nº 655, de 23 de junho de 2021, os atletas deveriam cumprir quarentena ao chegarem ao Brasil, pois a Inglaterra é considerada área restrita.

Romero e Lo Celso ficaram no banco durante o duelo entre Tottenham e Watford. Já Martínez e Buendía atuaram no empate do Aston Villa diante do Brentford.

A determinação da Anvisa é que a polícia faça uma diligência no hotel da Argentina, retire os jogadores da concentração e os encaminhe ao aeroporto. Brasil e Argentina se enfrentam neste domingo (5), às 16h, na Arena Corinthians, em São Paulo, pelas Eliminatórias da Copa.

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BRASIL

Procurador-geral recomenda ‘uso da força’ da própria PM contra PMs no 7 de setembro

Procurador-geral recomenda que policiais militares reprimam os próprios PMs que estiverem no protesto golpista e bolsonarista de 7 de setembro. A reportagem é de Beatriz Drague Ramos no site Ponte Jornalism

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Em texto enviado à Secretaria de Segurança Pública de SP, Mario Sarrubbo orienta a instauração de procedimentos administrativos contra policiais militares em atividade que estejam nas manifestações.

Em recomendação enviada ao Secretário de Estado de Segurança Pública de São Paulo General João Camilo Pires de Campos, o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mario Sarrubbo, solicitou que seja determinado aos comandantes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Estado de São Paulo que adotem todas as medidas possíveis dentro da legislação para “prevenir, buscar, e se for o caso, fazer cessar, inclusive por meio da força, qualquer forma de atos/manifestações promovidas e/ou integradas por policiais militares estaduais em atividade, de serviço ou não”.

O documento foi encaminhado neste sábado (4/9) e também orienta que todos os meios “dispostos pelo estado de São Paulo para a consecução do serviço ostensivo” sejam usados no contexto de atos alusivos a manifestações político-partidárias de qualquer natureza.

Sarrubbo ainda recomenda a instauração de procedimentos administrativos quando os “envolvidos” sejam identificados nos atos. E ainda que os comandantes da PM e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de São Paulo prestem informações de providências a serem adotadas pelo Ministério Público de São Paulo, no prazo de sete dias do recebimento da informação.

A recomendação do MPSP ocorre há apenas três dias das manifestações marcadas para a próxima terça-feira (7/9). Serão dois atos, de um lado o Grito dos Excluídos com o tema “Fora Bolsonaro” e, de outro, contra o STF e a favor do Bolsonaro, no mesmo horário, em locais diferentes, mas não tão distantes: o ato na Avenida Paulista será das 11h às 18h, enquanto no Anhangabaú às 14 horas ocorre o 5° ato Fora Bolsonaro.

Cogita-se a possibilidade de que militares participem da manifestação com pautas antidemocráticas no dia da independência do Brasil. Os atos que devem ocorrer em outras cidades do país defendem a adoção do voto impresso, o impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e uma ruptura institucional, além da defesa da ditadura militar. Por outro lado, integrantes do movimento “policiais antifascismo” já informaram que devem participar dos atos puxados por movimentos sociais progressistas.

 procurador-geral de Justiça de São Paulo considerou que se tem notícias que em SP e em outras unidades da Federação, “oficiais com função de comando dentro das forças de segurança tem publicamente convocado manifestações que atentam contra o Estado Democrático de Direito, incentivando ideias de ruptura destes grupos de militares com a hierarquia, disciplina e defesa dos Poderes constituídos”.

O procurador também ressaltou ser comum, mesmo nas instituições militares, “a disseminação de mensagens, pelas redes sociais e outros meios de comunicação digital, incitando ao ódio entre facções políticas, elogiando regimes ditatoriais, difamando o regime democrático e suas instituições, inclusive a própria credibilidade do sistema eleitoral”.

O representante do MPSP ainda repudiou a ação de grupos armados, civis ou militares, que “se reúnam com o objetivo de promover a ruptura da ordem constitucional vigente e do Estado Democrático, concebendo tais práticas como crimes inafiançáveis e imprescritíveis”.

Dessa forma, Sarrubbo assinalou que compete ao MP “a defesa do regime democrático e dos interesses difusos, coletivos, sociais e individuais indisponíveis, bem como é sua função institucional de zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública, promovendo as medidas que forem necessárias para garantir a constante e adequada execução das funções essenciais”.

Os parágrafos 3º e 4º do artigo 8º do Regulamento Disciplinar da PM de SP versam sobre o direito a manifestação de policiais respectivamente: “Aos militares do Estado da ativa são proibidas manifestações coletivas sobre atos de superiores, de caráter reivindicatório e de cunho político-partidário, sujeitando-se as manifestações de caráter individual aos preceitos deste Regulamento”, diz o terceiro paragrafo.

No quarto é “assegurado ao militar do Estado inativo o direito de opinar sobre assunto político e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo a matéria pertinente ao interesse público, devendo observar os preceitos da ética policial-militar e preservar os valores policiais-militares em suas manifestações essenciais”.

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Bolsonaro está construindo as condições para o golpe

As manifestações têm o objetivo de agredir e intimidar.

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bolsonaro prepara golpe

Publicado originalmente no Facebook do autor:

Por Luis Felipe Miguel

Ontem, a manchete da Folha foi “Bolsonaro insufla protestos; governadores pedem diálogo”.

A de hoje é “Bolsonaro é instruído a ignorar reunião com governadores”.

Qual é o grau de ingenuidade política que leva alguém a pensar que um “diálogo” com Bolsonaro fornecerá soluções para a crise?

A estratégia dele é transparente. Sabe que suas chances seguindo as regras do jogo são cada vez mais diminutas.

A produção do caos, por outro lado, permite sonhar com resultados inesperados. Um deles, quem sabe, pode beneficiá-lo.

Enquanto isto, jornalistas e políticos garantem que os militares não vão apoiar uma tentativa de golpe.

Secundam Bolsonaro em todas as suas ações, mas não vão apoiar uma tentativa de golpe.

Comungam das mesmas ideias, mas não vão apoiar uma tentativa de golpe.

Alinham-se às teorias conspiratórias, mas não vão apoiar uma tentativa de golpe.

Sentem-se tentados a vetar uma vitória eleitoral do namorado de Janja, mas não vão apoiar uma tentativa de golpe.

É a nova versão do “não vai ter golpe” – que, como todos sabemos, não impediu que a democracia fosse derrotada em 2016.

Mas uma versão muito piorada, diga-se de passagem.

O “não vai ter golpe” de 2016 voltava-se a estimular nossa ação.

Estava implícito: se nós nos mobilizarmos, não vai ter golpe.

Já o novo “não vai ter golpe” aponta para a inação.

É tipo “fiquemos tranquilos, as Forças Armadas são nossas amiguinhas, não vai ter golpe”.

Nada garante que seja assim. E as condições para um golpe de sucesso não são dadas, são construídas.

É o que Bolsonaro está fazendo, à sua maneira: construindo as condições para o golpe.

As Forças Armadas nem precisam estar à frente.

Podem ser colocadas diante de situações de fato, puxadas por polícias militares que hoje formam o setor mais vocal do bolsonarismo.

Os atos programados para o 7 de setembro serão um teste importante.

O bolsonarismo já deixou claro que deseja ir além dos passeios de moto.

As manifestações têm o objetivo de agredir e intimidar.

A resposta a elas é crucial. Se não punirem, com rapidez e severidade, perpetradores e (sobretudo) mandantes, as instituições passarão novamente o recado de que o caminho da preparação do golpe está livre.

Alexandre de Moraes, nos casos de Roberto Jefferson e Sérgio Reis, e João Doria, em relação ao coronel Lacerda, agiram na direção correta.

Mas ainda é muito insuficiente.

É necessário chegar em Bolsonaro.

Ele não liga para quantos pretensos “mártires” do fascismo surgirem – são até úteis para a agitação de sua base.

Bolsonaro é quem tem que ficar com medo e sentir que suas palavras e ações terão consequência.

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BRASIL

URGENTE: GOVERNADOR JOÃO DÓRIA AFASTA CORONEL QUE DEFENDEU GOLPE COM ATAQUES AO GOVERNO DO ESTADO

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DÓRIA AFASTA CORONEL GOLPISTA

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afastou nesta segunda-feira (23) o chefe do Comando de Policiamento do Interior-7, coronel Aleksander Lacerda, por indisciplina. A informação foi publicada pela coluna de Lauro Jardim. O comandante fez convocações para atos bolsonaristas marcados para o dia 7 de setembro. Além disso, o  coronel atacou o Supremo Tribunal Federal (STF) ao afirmar que sente “nojo” da instituição. Disse que Doria seria uma “cepa indiana”. 

Lacerda acusou o deputado Rodrigo Maia, recém-nomeado secretário de Projetos e Ações Estratégicas do Estado, como beneficiário de um esquema “mafioso”. 

O coronel também fez manifestações favoráveis a um golpe: “liberdade não se ganha, se toma”.

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Milhares de servidores vão às ruas em 20 estados contra a reforma administrativa

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Os manifestantes também pedem o impeachment de Bolsonaro e a volta do auxílio emergencial de R$ 600 até o fim da pandemia.

Servidores públicos municipais, estaduais e federais de 19 estados e do Distrito Federal foram às ruas na manhã desta quarta-feira (18) contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32, da reforma administrativa.

A mobilização, convocada por centrais sindicais, denuncia a falta de diálogo por parte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e os danos de uma eventual aprovação da reforma para o serviço público.

Outros alvos dos protestos desta quarta são a “minirreforma trabalhista” e as privatizações dos Correios e da Eletrobras.

Os organizadores ressaltaram a necessidade de manter o distanciamento social e o uso de máscaras durante os atos.

Centro-Oeste

As principais vias de Brasília (DF) amanheceram com mensagens de protesto contra a PEC 32. “A aprovação dessa lei significa o fim da educação e saúde públicas, por exemplo, além de privilegiar juízes, parlamentares e militares”, afirmaram os organizadores na convocatória.

Sudeste

Nos quatro estados do Sudeste, houve manifestações contra a reforma administrativa e a política econômica de Bolsonaro e Paulo Guedes, ministro da Economia.

Além das bandeiras nacionais de luta desta quarta, manifestantes de Niterói (RJ) questionaram o retorno às aulas presenciais sem os protocolos sanitários necessários.

Trabalhadores da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) protestaram na Lapa, em São Paulo (SP), em apoio à greve contra a privatização dos correios e à PEC 32.

Em Minas Gerais, trabalhadoras e trabalhadores da Petrobras fizeram ato na porta da Refinaria Gabriel Passos (Regap) contra a reforma administrativa e as privatizações.

Nordeste

Em Fortaleza (CE), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) foi às ruas “contra a PEC 32 e as privatizações, em defesa do auxílio emergencial de R$ 600, por vacina e emprego.” 

Norte

Em Belém (PA), centrais sindicais fizeram caminhada e panfletagem contra a precarização do serviço público.

Sul

Mesmo debaixo de chuva, trabalhadores protestaram contra a reforma administrativa em frente ao Hospital Pronto Socorro (HPS), em Porto Alegre (RS).

Em Criciúma (SC), sindicalistas ocuparam desde cedo a Praça Nereu Ramos para dialogar com a população sobre a PEC 32. Além das panfletagens, eles exibiram faixas pressionando os três deputados federais da região – Ricardo Guidi (PSD), Geovania de Sá (PSDB) e Daniel Freitas (PSL) – para votarem contra a reforma.

Com informações do Brasil 247.

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Homem negro tira a roupa para provar que não furtou supermercado

Ocorrência foi no Assaí Atacadista, de Limeira (SP); companhia diz que repudia o ato e que demitiu o responsável

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Para provar que não havia furtado produtos de um supermercado, um homem negro, de 56 anos, diz ter sido obrigado a tirar a própria roupa. O caso foi registrado no início da noite de sexta-feira (6) em uma loja do Assaí Atacadista localizada na região central de Limeira (a 146 km de São Paulo).
 
Conforme informações da Folha de São Paulo, Luiz Carlos da Silva, segundo seu advogado, estava fazendo uma pesquisa de preços de diferentes itens para, no dia seguinte, retornar com a mulher e efetivar a compra.
 
No momento em que deixava o supermercado, foi acusado por um segurança da unidade de ter furtado produtos das gôndolas. Cercado por uma equipe do estabelecimento, Luiz foi obrigado a se despir —ele tirou a blusa de frio, uma camiseta e a calça que usava, ficando apenas de cueca diante de outros clientes.
 
O Assaí Atacadista, em nota, afirmou: “A empresa repudia qualquer ato que infrinja a legislação vigente e os direitos humanos. Considera o respeito como uma premissa fundamental para a boa convivência entre todos e todas”.
 

Disse ainda que se solidariza com o cliente, que abriu investigação interna e demitiu o funcionário responsável pela abordagem.

Com informações do Metro 1.

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