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Bolsonaro libera auxílio a mães adolescentes, mas veta benefício em dobro para pais solteiros

Governo também vetou a ampliação do benefício para profissionais informais que não estão inscritos no Cadastro Único, como motoristas de aplicativo

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Metro1 – O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos o projeto aprovado pelo Congresso Nacional que amplia os beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600. A sanção foi publicada na edição de hoje (15) do Diário Oficial da União. Agora, o benefício poderá ser pago a menores de 18 anos que forem mães. Assinam a sanção Bolsonaro e os ministros da Economia, Paulo Guedes; da Cidadania, Onyx Lorenzoni; e da Família, da Mulher e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

O presidente vetou a ampliação do benefício para profissionais informais que não estão inscritos no Cadastro Único. Algumas profissões foram especificadas pelo Congresso Nacional como aptas a receber os R$ 600 do governo, como motorista de aplicativos, vendedores porta a porta e ambulantes de praia. A alteração foi barrada sob a justificativa de que a proposta de lei feria o principio da isonomia por privilegiar algumas profissões em razão de outras. Além disso, o Executivo informou que  o Congresso não especificou qual seria a origem da verba nem o impacto do aumento de despesa nas contas públicas.

O governo também vetou a possibilidade de homens solteiros chefes de família de receberem em dobro o benefício emergencial, como já acontece com mães chefes de família. A ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, justificou o veto ao afirmar que a ampliação colocaria em risco o pagamento adicional às mães solteiras, já que o Congresso não estabeleceu mecanismos para impedir que pais ausentes se colocassem como chefes de família de forma fraudulenta para receber o benefício.

Com a sanção, a lei entra em vigor. Os vetos terão de ser analisados pelo Congresso, que pode manter ou derrubar a decisão de Bolsonaro.

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Bolsonaro tem 50% de reprovação por desempenho na pandemia, diz Datafolha

No Nordeste e no Sudeste, o presidente amarga 52% de rejeição em meio à crise na saúde

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Bahia.ba – O brasileiro está mais insatisfeito com a condução do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na pandemia do novo coronavírus, aponta pesquisa do Datafolha.

Levantamento feito na segunda (25) e na terça (26) mostra que 50% dos 2.069 entrevistados consideram o manejo da crise pelo presidente ruim ou péssimo –5 pontos a mais do que em 27 de abril e 17 acima do registrado em 18 a 20 de março, na primeira aferição do tipo.

A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Bolsonaro é pior avaliado em regiões populosas, nas quais a presença do vírus e os impactos no cotidiano tendem a ser maiores.

No Nordeste e no Sudeste, ele tem 52% de rejeição à sua atuação. Os mais ricos (62% de ruim/péssimo entre quem ganha mais de 10 salários mínimos) e instruídos (57%) são os mais insatisfeitos.

A aprovação do desempenho de Bolsonaro, por sua vez, segue a tendência de estabilidade identificada na avaliação geral, ficando nos mesmos 27% de um mês atrás. Já 22% o acham regular na crise.

A piora na avaliação acompanha a turbulência instalada no governo, que perdeu há quase duas semanas o segundo ministro da Saúde em meio à pandemia por não concordar com as orientações de Bolsonaro, que critica o isolamento social e defende a ampliação do uso da cloroquina contra a Covid-19.

Com efeito, a pasta comandada interinamente pelo general Eduardo Pazzuelo viu desabar sua aprovação popular. No começo da crise, era de 55%, subindo para 76% no começo de abril, quando o ministro Luiz Henrique Mandetta comandava um foco de resistência às políticas de Bolsonaro.

Após a queda de Mandetta e a entrada de Nelson Teich, em 17 de abril, a aprovação aferida dez dias depois pelo Datafolha voltara aos 55% iniciais. Agora, são 45% de ótimo/bom, de todo modo bastante acima dos 27% do presidente.

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Após ação da PF, cai número de robôs bolsonaristas no Twitter

Por outro lado, aumentou a ofensiva do STF mobilizou influenciadores da base de apoio do presidente Jair Bolsonaro, como deputados e seus filhos

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Bahia.ba – Um levantamento revelou que caiu o número de robôs bolsonaristas no Twitter, após a operação de busca e apreensão feita pela Polícia Federal (PF) sobre investigados no inquérito das fake news e ameaças contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a consultoria AP Exata, a queda foi de 40,8% em relação a picos atingidos no passado e 10% em relação à média histórica.

Por outro lado, aumentou a ofensiva do STF mobilizou influenciadores da base de apoio do presidente Jair Bolsonaro, como deputados e os filhos do presidente.

Eles passaram a atuar de forma mais forte e orgânica nas redes, unificando o discurso contra o ministro Alexandre de Moraes, que comanda o inquérito das fake news e determinou as buscas.

A AP Exata avalia que, se os perfis de interferência forem mesmo desmobilizados, os bolsonaristas passarão a ter menos força para impor suas narrativas nas redes. As informações são da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

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Caça Fake: grupo do site Sensacionalista tira do ar 184 publicações com informações falsas

Além de informações falsas, o grupo visa publicações com discursos de ódio e infrações aos direitos humanos

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Bahia.ba – Criado na segunda-feira (25) pelo site de humor Sensacionalista, o grupo Caça Fake está atuando para retirar das redes publicações com informações falsas.

Em poucos dias, pelo menos 184 posts já foram suspensos do Twitter e do Facebook. Além de informações falsas, o grupo visa publicações com discursos de ódio e infrações aos direitos humanos. Com informações da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

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