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Bahia tem mais 7 cidades com transporte suspenso

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Bahia.ba – A partir de domingo (24), o transporte será suspenso nas cidades de Barra do Mendes, Guanambi, Itaetê, Itapé, Riacho de Santana, Varzedo e Xique-Xique.

A decisão foi publicada na edição deste sábado (23) do Diário Oficial do Estado (DOE) e tem como objetivo conter o avanço do coronavírus na população baiana. Ao todo a Bahia já possui 201 municípios com o transporte suspenso.

Ficam proibidas nesses municípios a circulação, a saída e a chegada de qualquer transporte intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans.

A medida publicada neste sábado (23), autoriza a retomada do transporte em Coração de Maria e Tabocas do Brejo Velho, cidades com 14 dias ou mais sem novos casos de covid-19.

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Saúde

Dúvidas sobre dados da vacina da AstraZeneca ameaçam adiar aprovação

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Dúvidas sobre dados da vacina da AstraZeneca ameaçam adiar aprovação

Dias depois de render manchetes com sua “vacina contra Covid-19 para o mundo”, a AstraZeneca está enfrentando perguntas delicadas a respeito de sua taxa de sucesso, o que alguns especialistas dizem poder prejudicar suas chances de obter uma aprovação regulatória rápida nos Estados Unidos e na União Europeia.

Vários cientistas expressaram dúvidas sobre a robustez dos resultados que mostram que a vacina experimental foi 90% eficiente em um subgrupo de participantes de estudo que, inicialmente por engano, receberam meia dose seguida por uma dose inteira.

“Tudo que temos para nos basear é uma divulgação de dados limitada”, disse Peter Openshaw, professor de medicina experimental do Imperial College de Londres. “Temos que esperar pelos dados completos e ver como as agências reguladoras veem os resultados”, disse ele, acrescentando que as agências reguladoras norte-americanas e europeias “podem adotar visões diferentes” uma das outras.

Na segunda-feira, a farmacêutica britânica AstraZeneca disse que sua vacina experimental, desenvolvida com a Universidade de Oxford, preveniu em média 70% dos casos de Covid-19 em testes de estágio avançado no Reino Unido e no Brasil.

Embora a taxa de sucesso tenha sido de 90% no subgrupo de participantes, a eficácia foi de 62% quando a dose inteira foi dada duas vezes, como para a maioria dos participantes.

O índice fica bem acima da eficácia de 50% exigida pelas agências reguladoras dos EUA. A agência reguladora da Europa disse que não estabelecerá um nível mínimo de eficácia para vacinas em potencial.

Mas o cerne da questão é que o resultado mais promissor do teste, o de 90%, vem da análise de um subgrupo –uma técnica que muitos cientistas dizem que pode produzir leituras enganosas.

“Análises de subgrupos em testes aleatórios controlados são sempre repletas de dificuldades”, disse Paul Hunter, professor de medicina da University of East Anglia, no Reino Unido.

Ele enfatizou que tais análises aumentam o risco dos “erros de tipo 1 –em outras palavras, quando uma intervenção é considerada eficiente quando não é”.

Isto acontece, em parte, porque o número de participantes é muito reduzido em um subgrupo, o que torna difícil ter confiança de que uma descoberta não se deve somente a diferenças ou semelhanças casuais entre participantes.

Só 2.741 voluntários estavam no subgrupo que teve uma eficácia de 90%, uma fração das dezenas de milhares dos testes que resultaram nos dados de eficácia acima de 90% divulgados no início do mês pelas vacinas da Pfizer-BioNTech e da Moderna.

Reuters

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BAHIA

Ministério da Saúde visita Hospital Ernesto Simões para conhecer modelo de prontuário eletrônico

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Ministério da Saúde visita Hospital Ernesto Simões para conhecer modelo de prontuário eletrônico

O Hospital Geral Ernesto Simões Filho (HGESF) recebeu nesta quinta-feira (26) a visita de representantes do Ministério da Saúde para conhecer e analisar o processo de implantação do sistema de gestão hospitalar, que inclui prontuário eletrônico e módulos administrativos, na rede estadual de saúde. Atualmente, nove hospitais da rede própria já utilizam o software AGHUse, que permite registrar os processos administrativos, assistenciais e de apoio à assistência de forma integrada.

“Somos o estado mais avançado na implantação de um prontuário único efetivamente funcional no Brasil. Para chegar aqui, tivemos que investir R$ 52 milhões em infraestrutura de cabeamento de rede e aquisição de computadores, impressoras e conectividade”, explica o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas.

O diretor de monitoramento e avaliação do SUS, Angelo Martins Denicoli, e o diretor do Departamento de Gestão do Trabalho em Saúde do Ministério da Saúde, Alessandro Anjos, visitaram o HGESF para acompanhar de perto o fluxo de pacientes no sistema. Em seguida, conheceram a Central Integrada de Comando e Controle da Saúde, unidade que abriga a Central Estadual de Regulação (CER), o Centro de Operações de Emergência em Saúde (COES), a Central de Inteligência da Saúde, além da área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab).

“Nós viemos aqui em busca de um referencial para implantação de um sistema, o AGHUse, que a Bahia já vem utilizando. O resultado foi muito gratificante, porque entendemos que a Bahia está em um grau de maturidade muito avançado. Isso nos traz bastante satisfação porque muitas coisas que vimos aqui, certamente, podemos replicar em outros estados”, avalia Denicoli. “O secretário também nos mostrou bastante maturidade com relação às direções estratégicas, com painéis de monitoramento, pessoas engajadas nesse trabalho e um Centro de Comando e Controle que dispensa comentários”, acrescenta o diretor.

Atualmente, o AGHUse está implantado em nove hospitais da rede Estadual: Hospital Geral Ernesto Simões Filho (HGESF), Hospital Geral de Camaçari (HGC), Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), Hospital Especializado Octávio Mangabeira (HEOM), Maternidade Albert Sabin, Cican, Hospital Geral do Estado (HGE), Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso (Creasi) e Hospital Geral Menandro de Faria. A expectativa do Estado é que, até 2022, o software esteja funcional em 24 unidades da rede própria.

De acordo com o diretor de Tecnologia da Informação da Sesab, Diego Daltro, a validação e predisposição de apoio do Ministério da Saúde fornecem à Bahia a possibilidade de dar novos passos no avanço da informatização da rede de saúde. Dessa forma, o acesso a informações em tempo real será ampliado, tendo como consequência maior acurácia na tomada de decisões.

“A Bahia ganha, com o AGHUse, qualificação do atendimento, redução do tempo de espera da regulação, redução de custo e transparência para a população no dado, no custo e no histórico de saúde, que se torna único. Com a predisposição de apoio do Ministério da Saúde, enxergamos o próximo passo, que é montar estruturas analíticas de Business Intelligence, para que a gente consiga dar para os gestores a possibilidade de tomada de decisão mais rápida. Tanto o gestor da unidade, para melhorar a quantidade de profissionais, procedimentos, insumos no hospital, custeio, quanto na Secretaria da Saúde, que gerencia todas as unidades”, explica Daltro.

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Caminhoneiro morto em batida com ônibus só tinha habilitação provisória para carro

Geison Gonçalves, de 22 anos, foi uma das mais de 40 vítimas do acidente. Passageiro do veículo dele sobreviveu.

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Caminhoneiro morto em batida com ônibus só tinha habilitação provisória para carro

O motorista do caminhão Geison Gonçalves Machado, de 22 anos e que morreu após se envolver em uma batida contra um ônibus em Taguaí, na região de Avaré (SP), não tinha habilitação para dirigir caminhão, segundo informou a companheira dele, que preferiu não ser identificada, ao G1.

A colisão ocorreu no quilômetro 172 da rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho, na manhã desta quarta-feira (25). Mais de 40 pessoas morreram após a batida.

Segundo a mulher, o caminhão saiu de Florestópolis (PR) para descarregar em Taquarituba (SP) e depois iria para Castro (PR), cidade onde Geison morava.

Ainda de acordo com a companheira, Geison não era habilitado para categoria D, tinha apenas habilitação provisória para carro e, por isso, levava outro caminhoneiro junto nas viagens.

“Ontem, foi nossa última conversa à noite, quando ele me disse que tinha parado para dormir, que hoje acordaria cedo para viajar”, lembra.

Última mensagem enviada por caminhoneiro morto em acidente em Taguaí — Foto: Arquivo Pessoal

O outro caminhoneiro que estava no banco de passageiro sobreviveu. O sobrevivente teve escoriações, foi levado a um hospital da região e teve alta.

Quando o corpo foi liberado, Geison será velado no distrito Abapã, no Paraná, na associação de moradores, segundo a companheira.

“Está sendo um momento muito difícil. Era um jovem trabalhador, era cheio de planos. Passamos o final de semana juntos, me contou dos seus planos para o futuro”, lamentou.

G1

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