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CORONAVÍRUS

Bahia registra 2.008 casos e 80 mortes por Covid-19 em 24h

Ao todo, a Bahia tem 907.121 casos confirmados e 18.641 óbitos desde o início da pandemia

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Do Metro 1 – A Bahia registrou nas últimas 24 horas 2.008 casos de coronavírus e 80 mortes em decorrência da Covid-19, segundo boletim divulgado neste domingo (2) pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Ao todo, a Bahia tem 907.121 casos confirmados e 18.641 óbitos desde o início da pandemia. 

Dos 1.587 leitos de UTI adulto disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para coronavírus, 1.240 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 79%. Vale lembrar que o número de leitos é flutuante, representando o quantitativo exato de vagas disponíveis no dia.

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Anvisa pode ser processada por difamação à vacina Sputnik V

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Segundo advogados, há elementos para ações cível e criminal contra a Anvisa por difamação à vacina russa Sputnik V.

O fundo soberano da Rússia, que financiou o desenvolvimento da Sputnik V, está consultando advogados brasileiros para processar diretores da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que ainda não aprovou o uso do imunizante no país.

A decisão de entrar com uma ação contra a Anvisa pode ser tomada nos próximos dias. Os advogados consultados entendem que os diretores da agência brasileira avançaram o sinal, do ponto de vista jurídico, ao não apenas negar a permissão para a importação por ausência de documentos —mas também fazer considerações de que ela pode ser de alto risco para a humanidade, informa a jornalista Mônica Bergamo na  Folha de S.Paulo.

O laboratório Gamaleya, que desenvolveu a vacina Sputnik V,  desmentiu as informações dadas pela Anvisa.

Segundo os advogados consultados pelo fundo russo, há elementos para ação cível e também criminal por difamação do Gamaleya.

Com informações do Brasil 247.

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Abril foi o mês mais letal da pandemia de Covid no Brasil, com mais de 82 mil mortes

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Do Política Livre – Abril de 2021 foi o mais letal, até aqui, da pandemia de Covid no Brasil. Foram 82.401 vidas tiradas pela doença nos 30 dias do mês.

Até então, março deste ano detinha o recorde de mortes, com 66.868 óbitos. De março para abril, portanto, houve um salto de mortes de 23%, evidenciando a gravidade da situação vivida no país.

Nesta sexta-feira (30), foram registradas 2.870 mortes pela Covid e 73.019 casos da doença no Brasil. Com isso, o país chegou a 404.287 óbitos e a 14.665.905 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2.

A média móvel de mortes se manteve no elevado valor de 2.523 óbitos por dia. Com isso, o país chegou a 45 dias com a média acima de 2.000 e a 100 dias com o dado acima de 1.000.

A média é um instrumento estatístico que busca amenizar variações nos dados, como os que costumam acontecer aos finais de semana e feriados. O dado é calculado pela soma das mortes dos últimos sete dias e pela divisão do resultado por sete.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

Esta sexta foi mais um dia da semana em que o país registrou mais de 1 milhão de doses de vacina contra a Covid aplicadas. Mas, novamente, foram mais segundas doses (545.365) do que primeiras (459.235).

Foram atualizadas as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 pelos 26 estados e o Distrito Federal.

Já foram aplicadas no total 47.344.889 doses de vacina (31.667.346 da primeira dose e 15.677.543 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Com o total de doses aplicadas até o momento, 19,68% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 9,74% a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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Instituto Gamaleya acusa Anvisa de campanha de desinformação contra Sputnik V

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Do Metro 1 – Anvisa citou a presença de adenovírus na vacina como um dos motivos para recusar importação; fabricante russo nega.

O Instituto Gamaleya, responsável pela vacina Sputnik V, divulgou um comunicado nesta sexta-feira (30) no qual acusa a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de fazer uma campanha de desinformação contra o imunizante russo.

Na segunda-feira (26), para justificar a recusa da importação de quase 30 milhões de doses da Sputnik V, a Anvisa citou como um dos principais motivos a presença de adenovírus replicantes (RCA) na vacina, o que poderia causar o surgimento de doenças. No entanto, o fabricante russo diz que não foi detectado adenovírus em nenhum dos lotes do imunizante. 

“O Instituto Gamaleya confirma que nenhum RCA foi detectado em nenhum dos lotes da vacina Sputnik V. Essa informação foi enviada para a Anvisa no dia 26 de março.”, escrevem. 

Ainda de acordo com o comunicado, a Anvisa chegou a falar sobre a presença de adenovírus, sem realizar testes, mas se referindo ao limite de presença de adenovírus permitido pela regulação russa. 

“O Instituto Gamaleya esclareceu à Anvisa que o limite usado para controle de qualidade da Sputnik V é muito mais rigoroso do que o permitido pela regulação russa, e corresponde aos parâmetros mais rigorosos da regulação mundial”, afirmam. 

Na quinta-feira (29), após os fabricantes russos anunciarem que iriam processar a Anvisa por difamação, a agência brasileira respondeu apresentando documentos, gravações de reuniões e um dossiê para defender sua decisão de não aceitar o pedido de importação emergencial da Sputnik V.

“Vacina tem que ser segura. Vacina tem que proteger, não pode causar nenhum dano”, disse o gerente-geral de medicamentos e produtos biológicos da agência, Gustavo Mendes, em coletiva de imprensa.

Também na quinta, o Instituto Gamaleya e o Fundo de Investimento Direto da Rússia, enviaram um documento à Anvisa em resposta aos pontos questionados pelo órgão regulador.

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