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ECONOMIA

Após duas altas consecutivas, Brasil registra queda de 1,1% na produção industrial em 2019

Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo IBGE

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Metro1 – O Brasil registrou queda de 1,1% no setor da indústria extrativa em 2019, após duas altas consecutivas, em 2017 (2,5%) e 2018 (1%). Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada ontem (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Das 26 atividades industriais que constam no estudo, 16 apresentaram redução no ano passado. Outras diminuições importantes foram na manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-9,1%), celulose, papel e produtos de papel (-3,9%) e metalurgia (-2,9%).

Dez atividades no entanto obtiveram resultado positivo, entre elas produtos de metal (5,1%), bebidas (4%), veículos automotores, reboques e carrocerias (2,1%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%), além de produtos alimentícios (1,6%).

ECONOMIA

Na contramão do anunciado, bancos elevam juros e restringem negociação na pandemia

No dia 16 de março, a Fenabran comunicou que instituições financeiras estavam abertas prorrogar cobrança de vencimentos

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Bahia.ba – Ao contrário do que havia sido divulgado há quase duas semanas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os maiores bancos elevaram os juros em todas operações e estão adotando medidas mais duras durante as negociações.

No dia 16 de março, a Febraban anunciou que as cinco maiores instituições financeiras do Brasil, para minimizar os impactos da pandemia provocada pelo novo coronavírus (Covid-19), estavam abertas para negociar e que iriam discutir a prorrogação, por 60 dias, dos vencimentos de dívidas de empresas.

A nota da Febraban destacava que a prioridade dos bancos era apoiar especialmente micro e pequenas empresas, proteger o emprego e a renda, numa eventual crise pela doença. O texto até pontuava que os bancos associados estavam “sensíveis ao momento de preocupação dos brasileiros com a doença provocada pelo novo coronavírus e vêm discutindo propostas para amenizar os efeitos negativos dessa pandemia no emprego e na renda”.

De acordo com proprietários de médios e pequenos negócios ouvidos pela Folha, nenhuma das propostas estão sendo cumpridas, visto que os bancos aumentaram os juros em todas as operações. Capital de giro, antecipação de recebíveis e até de empréstimo de longo prazo, que já estavam em negociação havia tempos e prestes a serem liberados, tiveram as taxas de juros elevadas de uma semana para outra.

Há casos em que as taxas dobraram e até triplicaram. Setores mais atingidos tiveram o crédito cancelado. Roriz Coelho, vice-presidente da Fiesp, federação das industrias de São Paulo, resume um pouco a situação. Para exemplificar, conta que uma grande empresa triplo A (jargão que define um negócio como seguro, com baixíssimo risco de calote) tinha acesso a juro de 6% ao ano.

Agora, diz ele, essa empresa paga juros de 12% e ainda tem que apresentar uma série de garantias adicionais. Roriz questiona em particular o fato de os bancos não estarem oferecendo recursos liberados pelo BC (Banco Central) justamente para dar alívio às empresas.

O BC vem liberando os chamados depósitos compulsórios (parcela de depósitos que, por determinação do BC, são retidas pelos bancos para reduzir o dinheiro em circulação). Foram liberados mais de R$ 200 bilhões desde fevereiro.

“Eu acho que esse dinheiro, de uma forma ou de outra, tem que chegar às empresas, ou vai empoçar nos bancos, que estão fazendo mais exigências. Precisa haver garantia de que esse dinheiro irá para ajudar na folha de pagamento, no capital de giro —o dinheiro precisa ser carimbado”, diz. As informações são da Folha de S.Paulo.

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ECONOMIA

Dólar comercial fecha abaixo de R$ 5 pela primeira vez em duas semanas

Bolsa de valores subiu pelo terceiro dia seguido

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Bahia.ba – Em meio ao clima de alívio nos mercados globais, o mercado financeiro teve mais um dia de recuperação. A bolsa de valores subiu pela terceira sessão seguida e voltou a aproximar-se dos 80 mil pontos. O dólar fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em quase duas semanas.

O índice Ibovespa, da B3, a Bolsa de Valores brasileira, fechou esta quinta-feira (26) aos 77.709 pontos. O índice, que chegou a operar com alta de 5% por volta das 12h30, desacelerou durante a tarde, mas fechou com valorização de 3,67%.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 4,996, com recuo de R$ 0,038 (-0,75%). A última vez em que a moeda norte-americana tinha fechado abaixo de R$ 5 tinha sido no último dia 13 (R$ 4,81). A cotação operou em baixa durante praticamente todo o dia. Na mínima do dia, por volta das 11h30, a moeda chegou a ser vendida a R$ 4,97.

A divisa acumula alta de 24,49% em 2020. O Banco Central (BC) não interveio no mercado. A autoridade monetária não vendeu dólares das reservas internacionais nem fez operações de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro.

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ECONOMIA

Receita prorroga prazo de declaração para microempreendedor

Objetivo é diminuir os impactos econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19)

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Bahia.ba – A Receita Federal decidiu ampliar o prazo de apresentação da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis) e da Declaração Anual Simplificada para o microempreendedor individual, referentes ao ano calendário de 2019. A declaração agora poderá ser feita até o dia 30 de junho.

A medida, aprovada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (26). Segundo a Receita, o objetivo é diminuir os impactos econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no Brasil.

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