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MUNDO

Apenas oito países não impõe restrições para receber brasileiros

Mais de 200 nações impõe algum tipo de restrição para receber voos vindos do Brasil

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Do Metro 1 – Depois das mais recentes atualizações, os brasileiros só podem viajar sem restrições para oito países no mundo, Na última terça (13), o primeiro ministro francês suspendeu todos os voos entre a França e o Brasil. Já Portugal encerrou a suspensão dos voos, mas não retirou todas as restrições para os turistas que chegam ao país.

Para os brasileiros, é possível viajar sem restrições, ou cumprindo medidas leves, para o México, Afeganistão, República Centro Africana, Albânia, Costa Rica, Nauru e Tonga. Outros 217 países impõem restrições a voos vindos do Brasil como exigência de teste ou isolamento em hotel certificado. 

MUNDO

Após Bolsonaro criticar certificado de vacinação na ONU, Itamaraty nega reciprocidade a Portugal

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O troglodita

Após Jair Bolsonaro criticar o passaporte sanitário na ONU, o Itamaraty negou a reciprocidade diplomática a Portugal, que havia colocado essa condição para passar a aceitar certificados de vacinação brasileiros. O governo federal opta por não reconhecer o Certificado Digital COVID-19 da União Europeia.

Isso fez com que o embaixador de Portugal em Brasília, Luís Faro Ramos, divulgasse um vídeo afirmando que “quando os certificados forem mutuamente reconhecidos, aí então deixará também de ser necessária a apresentação do teste [negativo de COVID-19 para brasileiros]”. 

O ruído de comunicação surgiu após o governo português ter publicado um despacho, no último sábado (18), determinando que passam a ser reconhecidos, em condições de reciprocidade e desde que cumpram determinados requisitos, os certificados de vacinação e de recuperação emitidos por países terceiros, a cujos respectivos titulares tenham sido administradas vacinas aprovadas pela Agência Europeia do Medicamento (EMA).

Parte da imprensa brasileira interpretou o despacho de forma equivocada, noticiando que Portugal havia passado a aceitar o certificado de vacinação do Brasil para viagens aéreas. Depois disso, o embaixador português divulgou o vídeo esclarecendo o erro.

“No passado fim de semana, surgiram algumas notícias dizendo que Portugal reconhecia o certificado de vacinação COVID emitido pelas autoridades brasileiras. Essas notícias não são totalmente corretas”, diz Ramos, no vídeo.

No mesmo dia, a Sputnik Brasil entrou em contato com o Ministério da Administração Interna de Portugal (MAI) e com o Itamaraty, questionando se os dois países haviam chegado a um acordo de reciprocidade, que permitisse que o Certificado Digital COVID da União Europeia fosse reconhecido para permitir a entrada no Brasil.

Como nenhum dos dois órgãos respondeu no fim de semana, este correspondente da Sputnik Brasil em Lisboa optou por não publicar a informação de forma precipitada. A resposta do Itamaraty chegou apenas na noite desta terça-feira (21), após o discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas em que Bolsonaro reafirmou ser contra o passaporte sanitário. 

“As medidas restritivas ao ingresso de estrangeiros adotadas no contexto da pandemia de COVID-19 são prerrogativa soberana de cada país. O Brasil tem defendido, em discussões internacionais, que eventual documento sanitário de viagem não seja nova condicionalidade para deslocamentos internacionais, mas fator de flexibilização de requisitos sanitários gerais em vigor. Também advoga que sejam baseados em critérios transversais e não discriminatórios, amparados na ciência, e que sejam protegidas as informações pessoais e a privacidade do usuário”, lê-se em um trecho da nota enviada à Sputnik Brasil.

Na avaliação de especialistas ouvidos pela Sputnik Brasil, contudo, o discurso de Bolsonaro na ONU foi negacionista em relação à pandemia. Na nota, o Itamaraty alega que, com a criação, pelo Ministério da Saúde (MS), do Certificado Nacional de Vacinação COVID-19, a diplomacia brasileira tem buscado alcançar entendimento comum e possível reconhecimento mútuo dos certificados nacionais de vacinação com diversos países. 

Negociações se arrastam por quase 3 meses

Desde julho, o Itamaraty vem realizando reuniões com autoridades de parceiros-chave do Brasil, inclusive de Portugal, a fim de facilitar a reativação do turismo e do comércio pelo reconhecimento mútuo dos certificados, segundo o comunicado enviado à Sputnik Brasil. No início daquele mês, Carlos França, chanceler brasileiro, esteve em Lisboa para um encontro com seu homólogo português, Augusto Santos Silva. 

As negociações já se arrastam por quase três meses, sem um acordo ainda. Os constrangimentos provocados pela recepção de Bolsonaro, sem máscara, à comitiva do presidente Marcelo Rebelo de Sousa em visita ao Brasil também ajudaram a colocar água no vinho. 

O colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, chegou a noticiar, por duas vezes, que Bolsonaro teria contado piadas de cunho sexual no almoço com Rebelo de Sousa, aumentando o constrangimento. Questionado pela Sputnik Brasil a respeito, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal (MNE) não se manifestou oficialmente. 

Uma fonte do MNE disse à Sputnik Brasil que as supostas piadas não foram reportadas em correspondências diplomáticas, apenas o fato inusitado de o embaixador Luís Faro Ramos ter telefonado para o português Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, para que Bolsonaro falasse com ele. O presidente se diz palmeirense, mas veste camisas de vários times de forma a tentar angariar torcedores fanáticos para o seu desgastado mandato. 

Marcelo Rebelo de Sousa, presidente do Portugal, cumprimenta Jair Bolsonaro, em visita ao Brasil, em 2 de agosto de 2021

Outro fator que dificulta as negociações é o fato de Portugal só reconhecer certificados que comprovem vacinação com imunizantes aceitos pela EMA (Janssen, AstraZeneca, Moderna, Pfizer), excluindo, portanto, a CoronaVac. Ironicamente, a vacina tão criticada por Bolsonaro e alvo de uma disputa política com João Doria, governador de São Paulo, agora é usada como argumento pelo Itamaraty para justificar a opção pela não reciprocidade.

“Nessas reuniões, o Brasil tem realizado gestões para que todas as vacinas aplicadas em território nacional estejam entre as vacinas aceitas pelos outros países em suas políticas de flexibilização de requisitos de entrada de viajantes”, lê-se em outro trecho da nota.

‘Um acordo desses não demoraria mais que uma semana’, diz fonte

Nos bastidores, uma fonte graduada do Ministério das Relações Exteriores do Brasil afirma, sob a condição de anonimato, que o atraso no reconhecimento mútuo dos certificados se deve à política bolsonarista e ao aparelhamento ideológico do Itamaraty.

“Em tempos passados, quando o Itamaraty era funcional, um acordo de reciprocidade desses com Portugal não levaria muito mais que uma semana para ser assinado. O mesmo com a Argentina”, compara o quadro do Itamaraty.

A mesma fonte avalia que, normalmente, uma menção dessas por parte do governo de Portugal indicaria que o acordo já estava sendo negociado, em fase avançada. Apesar de não poder assegurar se o Brasil voltou atrás em função do discurso de Bolsonaro na ONU, ele concorda que é bastante possível que isso tenha acontecido.

“Acho que está em linha com a desconfiança que Bolsonaro conseguiu semear no mundo. A Anvisa é [uma] agência séria, o Ministério da Saúde era sério. Reconhecidos no mundo por sua qualidade técnica. Nada disso estaria acontecendo se o presidente não fosse negacionista e aliado do vírus, o que gerou essa extrema desconfiança nas instituições brasileiras”, lamenta.

Já de acordo com a versão oficial, o Itamaraty e seus postos no exterior seguem trabalhando em múltiplas frentes, conjuntamente com outros órgãos públicos, em esforço para permitir a retomada segura do fluxo de pessoas. O órgão alega que o Brasil não exige comprovante de vacinação de nenhum viajante vindo do exterior, bastando, com algumas exceções, a apresentação de resultado negativo em teste RT-PCR. 

“Com relação aos países que utilizam vacinação como fator de flexibilização, o Brasil tem feito gestões para inclusão do certificado nacional de vacinação na lista dos documentos reconhecidos. Por fim, a diplomacia brasileira segue em contato contínuo com as autoridades portuguesas, a fim de evitar qualquer retrocesso no processo de abertura entre os dois países”, lê-se ainda na nota.

Não aceitação de certificados afeta economia, avalia especialista

Em entrevista à Sputnik Brasil, o advogado Fábio Pimentel, sócio do escritório J Amaral Advogados, especializado em internacionalização de empresas brasileiras e situação imigratória, afirma que a ausência de reconhecimento do certificado gera um impacto direto na vida das pessoas. 

O advogado Fábio Pimentel, sócio do J Amaral Advogados, que tem escritórios em Portugal e no Brasil

De acordo com ele, os certificados são já uma nova realidade de âmbito global. Na opinião do especialista, aprová-los e reconhecê-los é uma questão de política econômica, inclusive, na medida em que a livre circulação de pessoas é fundamental para o desenvolvimento de setores estratégicos para a recuperação pós-COVID, como o turismo.

“Basta pensar que, enquanto não forem reconhecidos os certificados brasileiros e portugueses, o turista até conseguirá entrar no país com o teste negativo, porém terá que fazer um sem número de outros testes enquanto estiver em Portugal, seja para entrar em um hotel, para fazer uma refeição no salão de um restaurante, para assistir um espetáculo em um teatro, etc. Torna a viagem em si um suplício, além de onerá-la. Então a tendência é que as pessoas desistam. Quem aceitaria fazer uma viagem se tivesse que fazer 4, 5, 6 testes de COVID diariamente? Em uma semana, são quase 50 testes. Ninguém aguenta isso”, assinala.

O médico carioca Márcio Sister, que mora e trabalha em Vila Nova de Gaia, no norte de Portugal, esteve no Rio de Janeiro recentemente e precisou fazer o teste de COVID-19 para viajar ao Brasil, pois seu certificado de vacinação, emitido por Portugal, não é aceito pelo governo brasileiro. Ele também atribui a decisão do Itamaraty ao discurso de Bolsonaro na ONU.

“Na realidade, é o Brasil que não quer aceitar o certificado de outros países. A gente sabe por que o país não está entrando nessa, depois do discurso do Bolsonaro, que é um presidente nitidamente negacionista, dizendo que tem que usar medicação preventiva, coisas que são cientificamente não comprovadas. Todos os médicos e todos os estudos científicos falam contra isso”, avalia.

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‘São mentiras’, diz ex-presidente afegão sobre supostamente ter fugido com milhões de dólares

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Ashram Ghani, ex-presidente do Afeganistão, que se refugiou nos Emirados Árabes Unidos, negou ter roubado US$ 169 milhões (aproximadamente R$ 892 milhões) do tesouro nacional de seu país.

Nesta quarta-feira (18), o ex-presidente fez um discurso ao público, durante o qual rejeitou veementemente que saiu com US$ 169 milhões (aproximadamente R$ 892 milhões).

Além disso, ele declarou que pretende retornar ao Afeganistão em um futuro próximo, a fim de oferecer “justiça” a todos os cidadãos afegãos.

“Estou em consulta com outros até que eu volte para que possa continuar meus esforços por justiça para os afegãos”, referiu o ex-presidente, reiterando que ele escolheu deixar seus compatriotas a fim de evitar mais derramamento de sangue e evitar um “enorme desastre”, depois que o Talibã (organização terrorista, proibida na Rússia e em vários outros países), durante o fim de semana, quebrou a promessa de não entrar em Cabul.

“Espero que nos próximos dias consigamos superar isto, e que o Afeganistão experimente paz e estabilidade.”

Na quarta-feira (18) Muhammad Zahir Agbar, embaixador do Afeganistão no Tajiquistão, afirmou que Ashram Ghani deixou seu país com S$ 169 milhões (R$ 892 milhões) do tesouro nacional, e que se dirigiu à Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol, na sigla em inglês) para solicitar a detenção do ex-presidente.

Também nesta quarta-feira (18) foi relatado que Ghani se refugiou nos Emirados Árabes Unidos, onde, segundo a agência iraniana YJC, esteve em hospital, em condições deteriorantes.

Com informações do Sputinik News.

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MUNDO

Biden pede que governador de Nova York renuncie após investigação concluir que ele assediou mulheres

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O presidente dos EUA, Joe Biden, pediu nesta terça-feira (3) ao governador de Nova York, Andrew Cuomo, que renuncie depois que uma investigação independente descobriu que ele assediou sexualmente várias mulheres.

Uma investigação de cinco meses concluiu nesta terça-feira (3) que o governador de Nova York, Andrew Cuomo, assediou sexualmente mulheres e violou leis federais e estaduais, criando um “ambiente de medo” no local de trabalho.

A investigação independente, conduzida pelos advogados Joon H. Kim e Anne L. Clark, nomeados pela procuradora-geral de Nova York, a democrata Letitia James, começou em março após duas ex-assessoras acusarem Cuomo, que está no cargo desde 2011, de assediá-las e entrevistou 178 pessoas, e determinou que as ações de Cuomo em relação a 11 mulheres, muitas das quais funcionárias do governo estadual, violaram várias leis estaduais e federais.

“O que essa investigação revelou foi um padrão de conduta perturbador do governador do grande estado de Nova York […]. Essas 11 mulheres estavam em um ambiente de trabalho hostil e tóxico”, afirmou Letitia James, citada pela agência Reuters.

Governador responde

Logo após a publicação das descobertas dos investigadores independentes, o governador democrata alegou nunca ter tocado em ninguém de forma inadequada.

“Quero que saibam diretamente por mim que nunca toquei em ninguém de forma inadequada ou fiz avanços sexuais inadequados […]. Tenho 63 anos. Vivi toda a minha vida adulta em público. Isso não é quem eu sou e nunca fui”, afirmou Cuomo em um discurso transmitido na televisão.

O governador de Nova York também revelou que seu advogado “deu uma resposta a cada alegação e os fatos são muito diferentes do que foi retratado”.

A secretária de Imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou: “Não sei se alguém poderia ter assistido esta manhã [às declarações de James] e não ter achado as alegações abomináveis. Eu sei que eu achei”.

Durante uma coletiva de imprensa, o presidente Joe Biden disse que achava que Cuomo deveria renunciar.

Outros democratas pedem a renúncia

A presidente da Câmara dos EUA, a democrata Nancy Pelosi, pediu ao governador de Nova York que renunciasse.

“Reconhecendo seu amor por Nova York e o respeito pelo cargo que ocupa, peço ao governador que renuncie”, disse Pelosi em comunicado.

O líder da maioria no Senado norte-americano, Chuck Schumer, e a senadora Kirsten Gillibrand, ambos democratas e representantes de Nova York, também divulgaram uma declaração pedindo a Cuomo para renunciar, acrescentando que o povo de Nova York merece uma liderança melhor e nenhum funcionário eleito está acima da lei.

Com informações do Sputinik News.

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CURIOSIDADE

GRETA A VIAJANTE DO TEMPO: CONHEÇA A CURIOSA TEORIA CONSPIRATÓRIA SOBRE A PEQUENA ATIVISTA AMBIENTAL

A teoria surgiu com base em uma fotografia tirada em 1898. Internautas criaram a suposição de que a ativista, na verdade, não é da nossa época

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Fotografia da garota canadense e da jovem Greta Thunberg - Biblioteca da Universidade de Washington/ Getty Images

Aventura na História – Em agosto de 2018, das janelas do Parlamento Sueco, políticos do país acompanhavam o movimento de um pequeno protesto. Confiante, uma menina de tranças exigia que os parlamentares criassem medidas para reduzir as mudanças climáticas.

Aos 15 anos, a adolescente faltava nas aulas da escola de propósito, para conseguir protestar, a fim de chamar atenção dos políticos suecos. Com o olhar de quem não desistiria de seus objetivos, Greta Thunberg logo tornou-se uma jovem liderança.

Não demorou até que outros estudantes tomassem a garota como exemplo, criando cada vez mais movimentos e manifestações em prol do meio ambiente. Greta, então, tornou-se uma personalidade conhecida, elogiada e criticada no mundo todo.

Greta em ‘greve climática’ próxima a Casa Branca, em 2019 / Crédito: Getty Images

Com a fama, também surgiram diversos boatos sobre a vida da menina, bem como teorias da conspiração acerca de quem ela é. A mais curiosa delas diz respeito a uma foto descoberta em novembro de 2019, que apresenta uma suposta sósia da ativista.

Cenário antigo

Composta por árvores altas, uma densa floresta ocupa o fundo da fotografia em preto e branco. Mais a frente, galhos secos formam uma paisagem ríspida, que também passa a sensação de um clima frio, confirmado pela vestimenta das pessoas na imagem.

Em primeiro plano, três crianças olham para a câmera enquanto trabalham em uma mina de ouro. Suas roupas retratam tanto a época em que a foto foi tirada, em meados de 1898, quanto o local da exploração, a região de Yukon, no Canadá.

Entre os três jovens, uma menina em especial chama atenção. Com tranças longas e bem penteadas, um vestido simples e uma touca na cabeça, a garota se parece — e muito — com Greta Thunberg. Seria a ativista, então… uma viajante do tempo?

Fotografia das crianças / Crédito: Biblioteca da Universidade de Washington

Imagens do passado

Tirada há 123 anos, a fotografia chamou atenção de internautas no mundo todo. Inicialmente, ela foi encontrada no acervo online da Biblioteca da Universidade de Washington, mas acabou sendo disseminada em diversas redes sociais.

No Twitter, por exemplo, usuários da plataforma passaram a imaginar motivos do porque a garota canadense se parecia tanto com a ativista sueca. Foi assim que surgiu a teoria conspiratória de que Greta Thunberg teria viajado no tempo.

Comparando as imagens das meninas, que têm até mesmo um penteado parecido, a teoria sugere que, tendo vivido no final do século 19, Greta decidiu visitar a nossa época para salvar a humanidade, lutando pelo planeta e pelo meio ambiente.

Fotografia de Greta Thunberg / Crédito: Divulgação/ Flickr

Uma jovem ativista

Acontece que, filha de Malena Ernman, uma cantora de ópera, e do ator Svante ThunbergGreta nasceu em 3 de janeiro de 2003, em Estocolmo, na Suécia — em uma época e região absolutamente diferentes, é claro, das da menina na fotografia.

Diagnosticada com síndrome de Asperger, transtorno obsessivo-compulsivo, TDAH e mutismo seletivo, segundo ela própria narrou em seu TED Talks, Greta Thunberg cresceu ligada ao ativismo ambiental. Desde pequena, por exemplo, ela já fazia questão de reduzir sua pegada de carbono e adotar um estilo de vida sustentável.

Hoje em dia, a jovem é vegetariana e luta tanto pelos direitos dos animais, quanto pela redução das mudanças climáticas. Aos 18 anos, ela já foi eleita a Pessoa do Ano pela Time, além de uma das 100 Mulheres Mais Poderosas do Mundo pela Forbes, ambos em 2019. A jovem ainda foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz duas vezes, em 2019 e 2020.

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Aviões com ajuda humanitária da Rússia aterrissam em Cuba

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avião com ajuda humanitária chega a cuba

Agência Sputnik – Os dois primeiros aviões com ajuda humanitária russa chegaram a Cuba, informou correspondente da Sputnik do Aeroporto Internacional José Martí.

“Dois aviões russos pousaram no aeroporto. Eles estão sendo descarregados na pista”, afirmou correspondente.

Anteriormente, o Ministério das Ralações Exteriores de Cuba confirmou a primeira entrega de ajuda russa no Twitter.

Betsy Díaz Velázquez, ministra do Comércio Interno, e Ana Teresita González Fraga, primeira vice-ministra do MINCEX (Ministério do Comércio Externo e do Investimento Estrangeiro), recebem o primeiro de dois voos provenientes da Rússia com ajuda humanitária para enfrentar a COVID-19.

Dois aviões com mais de 88 toneladas de ajuda humanitária russa chegaram a Cuba, informou um correspondente da Sputnik do Aeroporto Internacional José Martí. A ajuda, que inclui mais de 1 milhão de máscaras médicas, está agora sendo descarregada na pista.

No sábado (24), dois aviões militares de transporte russos foram enviados a Cuba para entregar alimentos e equipamentos de proteção pessoal.

As dificuldades econômicas foram desencadeadas pelo contínuo bloqueio dos EUA a Cuba. De acordo com o governo cubano, o lançamento da vacina do país foi adiado porque as sanções dos EUA impediram a importação de matérias-primas.

Até mesmo agora, enquanto os casos de COVID-19 começam a atingir os níveis mais altos desde o início da pandemia, Biden não fez qualquer tentativa para levantar as restrições econômicas.

De acordo com Havana, o bloqueio econômico, financeiro e comercial dos EUA causou ao país perdas econômicas estimadas em mais de US$ 144 bilhões (R$ 748,5 bilhões).

https://t.me/sputniknewsint/10740

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Rússia e China apresentam plano para criar Estação Científica Internacional na Lua até 2035

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Nesta quarta-feira (16), as delegações da Rússia e da China apresentaram uma estratégia para criar uma Estação Científica Internacional na Lua até 2035.

A estação vai ser construída em três estágios. Durante o primeiro, de 2026 a 2030, os dois países vão iniciar as operações conjuntas, obter amostras da superfície lunar e testar as tecnologias do centro de comando da estação.

Depois disso, os países vão implantar sistemas responsáveis pela energia, comunicação e entrega de equipamentos na órbita e na Lua. O segundo estágio ocorrerá de 2031 a 2035.

Rússia e China pretendem colocar a estação totalmente em serviço durante o terceiro estágio.

O vice-diretor da Administração Espacial Nacional da China (CNSA, na sigla em inglês), Wu Yanhua, afirmou que diversos países já expressaram interesse em participar do projeto.

“Alguns países, como a Tailândia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos também demonstraram interesse em participar do programa”, afirmou Wu.

Com informações do Sputinik News.

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