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A caminho dos EUA, furacão Dorian gera destruição e morte em Bahamas

Ao menos uma morte foi confirmada no arquipélago caribenho; estima-se que 13 mil imóveis tenham sido destruídos por ciclone

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Bahia.ba – O furacão Dorian, segundo mais poderoso a se formar no Atlântico, avança em direção aos Estados Unidos enquanto deixa rastros de destruição em Bahamas, onde ao menos uma morte já foi confirmada. A tempestade de categoria 5, a máxima da escala Saffir-Simpson, deve chegar ao litoral da Flórida, nos EUA, entre a noite desta segunda-feira (2) e o início da madrugada desta terça (3).

O primeiro-ministro de Bahamas, Hubert Minnis, em postagem publicada no Twitter nesta segunda-feira (2), afirmou que a devastação provocada pelo furacão Dorian no arquipélago caribenho é “sem precedentes”. Segundo Minnis, o ciclone, cujas rajadas de vento são superiores a 320 km/h, causou uma “devastação” nas ilhas Ábaco e também gerou fortes estragos na ilha de Grand Bahama, local por onde passa o olho do furacão no país nesta segunda-feira.

A baixa velocidade com a qual se desloca, a cerca de 1,6 km/h, aumenta o poder de destruição de Dorian – a morte de uma criança de 7 anos foi confirmada pelas autoridades locais e espera-se que outras vítimas sejam encontradas no país. A Federação Internacional da Cruz Vermelha, de acordo com a CNN, estima que 13 mil imóveis foram destruídos ou muito danificados e que as enchentes tenham causado a contaminação da água potável no país. O Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC, na sigla em inglês), alertou alertou nesta segunda-feira a população de Ábaco e Grand Bahama para que permaneça nos abrigos, porque os fortes ventos ainda podem colocar vidas em risco.

Nos EUA, mais de um milhão de pessoas foram evacuadas nos estados da Flórida , da Carolina do Sul e da Geórgia. Caso a força dos ventos seja mantida e sua rota não seja alterada, o Dorian será a tempestade mais forte a atingir a Flórida desde setembro de 1935. Ainda não é certo, porém, se o olho do furacão tocará o solo do Estado ou de qualquer outro lugar do território norte-americano. De qualquer forma, moradores dos distritos costeiros da Flórida, da Georgia e da Carolina do Sul receberam ordens para deixaram suas casas.

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Brasileiros participam de mobilização mundial pelo clima

Ação sobre mudanças climáticas ocorreu em mais de 150 países

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Metro1 – Uma mobilização mundial, batizada de Greve Global pelo Clima, aconteceu nesta sexta-feira (20) em mais de 150 países. O objetivo da ação é chamar atenção para mudanças climáticas e trazer à tona estudos, dados, debates políticos e propostas para encaminhamento de planos continentais e globais pelo clima. Em diversas cidades brasileiras houveram manifestações.

As maiores movimentações foram vistas em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Brasília. Manifestantes, a maior parte deles jovens, exigiam ações concretas para redução de emissões de gases causadores do efeito estufa e combate ao aquecimento global. Eles também protestaram contra o uso de agrotóxicos e o consumo excessivo de carne. Pessoas seguravam cartazes com dizeres: “Por um mundo sem desmatamento”, Somos a natureza” e “Não se respira dinheiro”.

Em Salvador, manifestantes se concentraram às 9h00 no Campo Grande para uma passeata em prol da Greve Mundial pelo Cima e pela “soberania nacional”. Além da passeata, os organizadores também promoveram uma aula pública sobre mudanças climáticas.

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Itália autoriza o desembarque de navio humanitário com 82 imigrantes

Itália autoriza o desembarque de navio humanitário com 82 imigrantes

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Bahia.ba – O governo da Itália autorizou neste sábado (14) o desembarque de 82 imigrantes em um porto na ilha de Lampedusa. Eles estavam há seis dias a bordo do barco humanitário Ocean Viking, pertencente às ONGs SOS Méditerranée e Médicos Sem Fronteiras (MSF). A informação foi confirmada pelo MSF nas redes sociais. A decisão é vista como uma mudança de postura de Roma em relação à crise imigratória.

O desembarque seguro foi oferecido por autoridades italianas, após a negativa anterior ao pedido de dezenas de navios de resgate no Mar Mediterrâneo. A Guarda Costeira italiana ainda analisa se permite a entrada no porto ou se transfere os migrantes para outros barcos italianos em águas internacionais, transportando-os posteriormente para o território italiano.

O Ocean Viking socorreu, em 8 de setembro, 50 pessoas no Mediterrâneo e, em 10 de setembro, acolheu outras 34, que tinham sido assistidas no mar por um veleiro sem condições de mantê-las a bordo.

O  barco esteve por duas semanas no Mediterrâneo com 356 migrantes a bordo, em agosto passado, até seis países europeus concordarem no realojamento dos resgatados, uma situação extrema criticada pelo MSF, que pediu à União Europeia um sistema permanente em vez de pactos pontuais para cada situação.

Entre meados de 2018 e julho de 2019, vigorou na Itália uma política restritiva que proibia qualquer navio ou ONG de desembarcar imigrantes. Foram aprovadas duas leis, chamadas de “decreto de segurança” e “decreto de segurança bis”, para negar os acessos.

A política restritiva tinha sido elaborada e era defendida pelo líder do partido nacionalista Liga Norte, Matteo Salvini, que ocupava o posto de ministro do Interior. O fim da aliança de governo entre a Liga e o Movimento 5 Estrelas (M5S), no entanto, mostra que a Itália tem sinalizado que passará a aceitar novamente as embarcações com imigrantes e tentará pedir cooperação na União Europeia para resolver a crise.

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Chanceler da Venezuela diz que país venceria eventual guerra contra o Brasil

“Seria uma guerra muito longa, e que venceríamos”, falou

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Bahia.ba – O chanceler da Venezuela, Jorge Arreaza, disse ao site UOL que o país não quer um conflito armado com o Brasil, mas que está disposto a reagir caso seja provocado.

“Jamais agrediríamos um país-irmão. Isso está descartado. Mas iremos nos defender”, garantiu. “O presidente Maduro anunciou exercícios militares, que estão ocorrendo neste momento”, disse.

Arreaza ainda frisou que a Venezuela ganharia uma guerra contra o Brasil, apesar de ponderar que a batalha seria longa.

“A Venezuela não quer uma confrontação com ninguém. Vamos nos defender e sabemos nos defender. Temos uma Força Armada bem equipada, profissional e temos 3 milhões de homens. Em caso de agressão, seria uma catástrofe. Seria uma guerra muito longa, e que venceríamos. Espero que esse erro nunca ocorra”, falou.

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