Um número específico tem circulado com insistência nos bastidores da política de Simões Filho: 1.200. Segundo rumores comentados em ambientes políticos, esse seria o total de supostos funcionários fantasmas identificados em uma auditoria interna no início da atual gestão municipal.
As informações, no entanto, permanecem restritas ao campo da especulação. Não há documentos públicos, notas oficiais ou medidas administrativas anunciadas que confirmem a existência da lista ou apontem providências adotadas.
Ainda de acordo com comentários de bastidores, o prefeito teria conhecimento do material, mas optado por não torná-lo público até o momento. A versão que circula é de que os dados estariam sendo preservados para um momento considerado mais estratégico.
O silêncio institucional, nesse contexto, acaba ampliando o alcance do rumor. Em um cenário de rearranjos políticos, disputas antecipadas por espaço e desgaste de grupos tradicionais, a ausência de esclarecimentos costuma gerar mais interpretações do que respostas.
O fato concreto é que, até agora, tudo permanece no campo das conversas políticas. Em política, porém, a falta de posicionamento oficial também produz efeitos e comunica algo ao ambiente público.