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Requião: Lula poderá ser solto dia 23

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Blog Do Esmael – Roberto Requião (MDB-PR) afirmou neste Sábado de Aleluia que o ex-presidente Lula poderá ser solto na próxima terça-feira, dia 23.

A Quinta Turma da corte examinará na semana que vem recursos da defesa do petista acerca do caso do triplex do Guarujá (SP). Trata-se de um agravo regimental – recurso que questiona uma decisão individual – em que a defesa do ex-presidente questiona o fato de o ministro Felix Fischer ter dado uma decisão monocrática em novembro de 2018 negando o recurso.

O ex-senador paranaense tem recebido informações de dirigentes petistas e de juristas sobre ‘um sinal [do STJ] que acena para a libertação do Lula no julgamento do dia 23″.

A casa de Requião, no bairro Bigorrilho, em Curitiba, tem sido ponto de encontro obrigatório para aqueles que reivindicam a liberdade do ex-presidente Lula. Ir à capital do Paraná e não passar no endereço do emedebista é a mesma coisa de ir à Roma e não ver o Papa.

Para Requião, a prisão de Lula — que teve a censura para entrevistas levantada esta semana — não tem mais nenhum sentido. “A partir de agora, cada dia que o ex-presidente Lula continua preso é um ônus político a mais”, analisa.

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VÍDEO: assista a entrevista completa de Glenn Greenwald com o ex-presidente Lula

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LULA: DURMO TODO DIA COM A CONSCIÊNCIA TRANQUILA. MORO E O DALLAGNOL TENHO CERTEZA QUE NÃO

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LULA: DURMO TODO DIA COM A CONSCIÊNCIA TRANQUILA. O MORO E O DALLAGNOL TENHO CERTEZA QUE NÃO

Ex-presidente Lula, preso político na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, falou em entrevista concedida aos jornalistas Florestan Fernandes Jr. e Mônica Bergamo, o ex-presidente Lula diz que “não consegue imaginar os sonhos que teve para o Brasil” para agora ver a situação como está, sob o governo Bolsonaro; “Eu sonhei grande e passei a ser um presidente muito respeitado. Eu virei referência”, lembra Lula; ele afirma que está na prisão para provar sua inocência, mas que o que realmente o preocupa é o País e o povo brasileiro.

Assista:

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LULA AO VIVO NO EL PAÍSAssista ao primeiro trecho da entrevista de Lula para os jornalistas Florestan Fernandes e Mônica Bergamo, divulgado pelo jornal EL PAÍS Brasil. Durante os próximos dias novos trechos da entrevista que durou cerca de duas horas devem ser divulgados. ______#Brasil • #RioGrandeDoSul • #SomosResistência • #Oposição • #PT • #LulaLivre • #LulaInspira • #FalaLula • #MoroCaboEleitoral • #FarsaJato • #CoragemQueFazAcontecer • #FazAcontecer • #DeputadoPimenta • #ePP

Publicado por Paulo Pimenta em Sexta-feira, 26 de abril de 2019

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BRASIL

Democracia em frangalhos: por que Toffoli recuou?

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Por Ricardo Cappelli no 247O que está por trás do recuo de Toffoli, retirando da pauta a votação sobre a legalidade da prisão após condenação em segunda instância? A data estava marcada desde o ano passado.

Existem algumas hipóteses para a decisão.

O presidente do STF pode ter recuado porque a posição de que a prisão só pode acontecer após o trânsito em julgado seria derrotada. Seria uma manobra defensiva, uma tentativa de ganhar tempo e fortalecer a instituição para que ela, mais a frente, adote a posição.

Alguns movimentos corroboram com esta leitura. Foi grave o que aconteceu no último dia 3 de abril. OAB, CNBB, UNE, CNI e outras entidades foram ao STF entregar um manifesto de defesa do…STF! Não foram defender posições, foram defender a instituição. Por que ela precisa ser defendida? A Suprema Corte está ameaçada? Quem está ameaçando?

Outra hipótese é que Toffoli recuou em busca de uma saída negociada, que empurre a prisão para a terceira instância, após julgamento pelo STJ. O adiamento seria uma manobra para permitir que o STJ julgue e condene Lula antes da decisão do STF, retirando o ex-presidente do alcance dos efeitos desta revisão.

Neste raciocínio, poderia estar sendo negociada com o STJ uma prisão domiciliar para Lula. A Lava Jato sofreria uma “meia derrota”, com a prisão sendo permitida apenas após a terceira instância. E Lula seria enviado para uma “meia prisão”.

A terceira hipótese é que Toffoli adiou porque iria ganhar a votação. Faz sentido?

A vitória do Estado Democrático de Direito tiraria Lula da cadeia. Seria uma derrota dos “Torquemadas”. Se a vitória era provável, que forças foram capazes de impor um recuo?

Militares de alta patente ocupam oito ministérios. E estão por toda a Esplanada. Nunca antes, nem mesmo na Ditadura, militares tiveram tanto poder. Enquanto a autoproclamada esquerda dança serelepe ao som do “Bonde do Tigrão”, debatendo se “tchuchuca” é termo machista ou não, um jogo real e perigoso vai sendo montado.

Na cerimônia de transmissão do Comando do Exército, o general Villas Bôas disse que o Brasil vivia um novo momento graças a dois homens: Jair Bolsonaro e Sérgio Moro. Quem será o próximo a receber a mais alta comenda do exército brasileiro? Deltan Dallagnol.

No início da caminhada do Capitão, os militares externaram a preocupação de que a instituição não misturasse sua imagem com a do candidato. Hoje, parecem embebedados pelo poder.

No seu jogo, Bolsonaro continua tratando com desdém o parlamento. Os sinais públicos de aproximação são apenas parte de um ritual “fake”. No núcleo militar do Planalto, políticos são tratados como bandidos.

Guedes fez calar o plenário da CCJ com uma ironia ameaçadora. Repetiu por quatro vezes diante de deputados mudos: “Vocês acham que os militares estão contribuindo pouco na reforma da previdência? Por que não mudam? Vocês têm medo? Têm medo?

A democracia no Brasil está em frangalhos. Os pessimistas dizem que já chegamos a 64, restaria saber apenas se iremos para 68.

Existem várias formas de fechamento. Com forças de inteligência do aparato de estado alimentadas pela NSA, setores antinacionais da burocracia estatal engajados e um braço forte armado, os “cabos e soldados” podem ser dispensados de alguma exibição mais extravagante.

Por que Toffoli recuou? Que pressões atuaram sobre ele? Por que temem tanto a soltura de Lula? Por que é necessário manter o regramento de um Estado de Exceção?

O PIB deve crescer no máximo 1% este ano, aprofundando o desemprego e o drama social. Será preciso encontrar culpados, ou “uma culpada” para o desastre. A democracia, infelizmente, parece ser a primeira da fila.

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