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Presidente Nicolás Maduro pede que o FANB mantenha o sindicato em defesa do país

O presidente da Venezuela denunciou que as ações de golpe da direita venezuelana são organizadas a partir dos Estados Unidos.

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O presidente da  Venezuela , Nicolás Maduro, pediu quinta-feira às Forças Armadas Nacionais Bolivarianas ( FANB ) para a coesão, para a defesa da Constituição , democracia e paz.

“Antes que o mundo é FANB tem que dar uma lição de história neste momento que em Venezuela não é um consistente, legais, forças armadas coesos, unidos como nunca antes derrotando tentativas de golpe de traidores que venderam dólares Washington , ” disse o Chefe de Estado.

Durante uma estação de rádio e televisão conjunta, o presidente recordou os valores que levaram à fundação das forças armadas do país sul-americano e destacou a lealdade dos soldados venezuelanos.

https://twitter.com/NicolasMaduro/status/1123892609422954497

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Papa recebe, não de um hacker, camiseta #LulaLivre

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Papara recebe camisa Lula Livre

Chegou hoje, segunda, 8 de julho, às mãos do Papa Francisco a camiseta em defesa da liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A entrega da camiseta foi divulgada pelo perfil do ex-presidente Lula no Twitter, sem muitas informações.

O Papa Francisco já deu várias manifestações contrárias à prisão política do ex-presidente Lula. Em maio deste ano, Francisco escreveu uma carta a Lula em que diz orar por ele e pede que o ex-presidente ‘não deixe de rezar por mim’. O Papa Francisco lamenta ainda “as duras provas que o senhor viveu ultimamente” e cita a morte de dona Marisa, do irmão de Lula, Genival Inácio, e do neto dele, Arthur.

Em junho, o Papa Francisco fez uma declaração condenando o lawfare no Judiciário, descrito por ele como “uma nova forma de intervenção exógena nos cenários políticos dos países através do uso indevido de procedimentos legais e tipificações judiciais”.

“O Lawfare, ademais de colocar em sério risco a democracia dos países, geralmente é usado para minar os processos políticos emergentes, e tendem a violação sistemática dos direitos sociais”, disse Francisco durante encontro com juristas e membros do Judiciário da América Latina e dos Estados Unidos.

Antes que digam, não foi um hacker que fez a entrega da camisa.

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Papa lança vídeo mundial por juízes “sem favoritismos” e com integridade

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Papa lança vídeo mundial por juízes "sem favoritismos" e com integridade

Brasil 247 – O Papa Francisco emitiu uma dura mensagem contra violações do Judiciário no momento em que vem sendo revelado um conluio de Sérgio Moro com procuradores. Num vídeo lançado mundialmente nesta quinta-feira, o Papa diz que juízes devem ser “isentos de favoritismos e de pressões que possam contaminar as decisões que devem tomar”; “Os juízes devem seguir o exemplo de Jesus, que nunca negocia a verdade”. 

No Brasil, a primeira divulgação do vídeo foi feita na página do Instituto Lula, no final da manhã. Assista ao vídeo logo abaixo. 

O “Vídeo do Papa” é uma iniciativa global da Rede Mundial de Oração do Papa para divulgar a intenções mensais de oração de Francisco relacionadas com os desafios da humanidade e a missão da Igreja. Mensalmente, o Papa Francisco lança um víveo mundialmente.

Este vídeo, com o título “Integridade da Justiça” é 44º já lançado pelo Papa desde fevereiro de 2016, quando a iniviativa começou. Já houve vídeos dedicados aos refugiados, aos trabalhadores, aos desempregados e aos jornalistas. 

“Dos juízes dependem decisões que influenciem os direitos e os bens das pessoas. Sua independência deve ajudá-los a serem isentos de favoritismos e de pressões que possam contaminar as decisões que devem tomar”, afirma o Pontífice.

“Os juízes devem seguir o exemplo de Jesus, que nunca negocia a verdade. Rezemos para que todos aqueles que administram a justiça operem com integridade e para que a injustiça que atravessa o mundo não tenha a última palavra”, acrescentou o Papa.

Assista ao vídeo:

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A “renúncia” de Cristina Kirchner e o novo tabuleiro político argentino

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A "renúncia" de Cristina Kirchner e o novo tabuleiro político argentino

A “renúncia” de Cristina à candidatura presidencial é um acontecimento inédito. E não porque tenhamos esquecido de outra renúncia, essa sim de verdade, de Eva Perón, mas porque pela primeira vez um candidato a vice-presidente anuncia quem será o primeiro na chapa.

Um indicativo claro de onde está a fonte de poder. Um olhar superficial faz lembrar o bordão “Cámpora ao governo, Perón ao poder”, ficção que não durou nem dois meses e que acabou em um golpe palaciano, desalojando a ala mais radicalizada do peronismo.

Desta vez os fatores se inverteram: um moderado como Alberto Fernández estaria sob a pressão do kirchnerismo duro e de um possível putsch. Já tentaram essa experiência com a chapa Daniel Scioli presidente – Carlos Zannini vice, e comissário político, mas Macri a venceu A “renúncia” apresenta peculiaridades.

A primeira é que a chapa Alberto Fernández-Cristina Fernández (de Kirchner), foi anunciada a pouco mais de um mês do vencimento do prazo legal.

A presença do ex-chefe de Gabinete de Néstor Kirchner é, claramente, uma presença negociadora para unificar o peronismo.

É um convite para a grande primária do Partido Justicialista com todos dentro, como, por exemplo Sergio Massa, que Alberto várias vezes tentou fazer com que voltasse a trabalhar com Cristina.

Significa também que Cristina sabe que pode ganhar, mas sabe que terá que governar com um mundo político-financeiro hostil e com uma situação difícil para seus gostos políticos. Prefere que seja outro o responsável por essa dura tarefa.

Mas a chapa AF-CFK também poderia fazer parte da negociação global em que a situação judicial de Cristina estaria sobre a mesa.

Alberto se encarregou de mostrar que quatro juízes da Suprema Corte de Justiça tentariam frear o julgamento por corrupção que começa na terça-feira. Essas “garantias” tornariam mais fácil a negociação de um ticket no qual -inclusive- a senadora não apareça.

Cristina também tem razões personalíssimas para dar esse passo, com sua filha Florencia em um virtual exílio em Cuba.

Nesta semana, o governador da províincia de Córdoba, Juan Schiaretti, começará a fazer valer o peso de sua reeleição quando se encontrar com Sergio Massa, Juan Manuel Urtubey e Roberto Lavagna.

O peronismo alternativo tinha um peso com a polarização entre Cristina e Macri. Agora, alguns governadores comprometidos com esse setor poderiam esgrimir uma desculpa para desertar.

Aparentemente, no entanto, o terceiro setor tentará competir, embora persistam incógnitas em relação a Massa.

O governo, contudo, considera que houve gatopardismo (mudar algo para que nada mude). Argumenta que a jogada de Cristina como vice aconteceu porque ela tem um teto eleitoral que não consegue perfurar.

Outros, porém, sugerem que haverá movimentos no lado de Macri, se ele resolver que outra pessoa jogue esta partida eleitoral. Uma mudança muito difícil, mas não impossível.

Ricardo Kirschbaum é diretor de redação do Clarín.

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