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Opinião: EUA atacaram Síria porque não suportam derrota de ‘seus’ grupos terroristas

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Especialista político explica que razões estão por trás do recente ataque lançado pelos EUA e seus aliados contra a Síria.

Do SPUTNIK BRASIL – O ataque conjunto realizado neste sábado pelos EUA, Reino Unido e França contra a Síria teve lugar porque essas potências ocidentais “não suportam a derrota” de “seus” grupos terroristas que operam em território sírio, onde os extremistas “praticamente foram eliminados”, opina o analista político Basem Tajeldine.

O especialista supõe que o bombardeio contra Damasco “não é justificado” e “não há provas” do suposto ataque químico levado a cabo na semana passada na cidade síria de Douma (Ghouta Oriental) e que Washington e seus aliados usaram-no como pretexto para atacar o país árabe.

Ao mesmo tempo, ele afirma que os Estados ocidentais, com ajuda de seus meios de comunicação, “são muito bons” em “construir ‘shows’ mediáticos e manipular a informação”, justificando, assim, sua agressão.

“A melhor explicação deste bombardeio é a reação desesperada dos EUA” que tentam “apoiar os grupos terroristas derrotados”, violando o direito internacional e o raciocínio, afirmou.

‘Falsos argumentos para justificar o ataque’

Tajeldine sublinha que o ataque aéreo contra Síria se realizou na véspera de a Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) iniciar sua investigação sobre o suposto ataque químico na cidade síria de Douma.

EUA e seus aliados “déspotas” têm “estado utilizando falsos argumentos para agredir a Síria” e planejavam fazer com este país o que já fizeram com a Líbia e o Iraque, assegurou.

No entanto, o especialista político está seguro que eles “subestimaram” o apoio prestado a Damasco pelo Irão e pela Rússia, sendo que os EUA e seus aliados europeus não conseguiram atingir todos os alvos que planejavam afetar.

Para concluir, o analista indica que a única forma como a Síria pode dissuadir e deter este tipo de agressões por parte de “assassinos” como o imperialismo é “armar-se como o fazem o Irã ou a Coreia do Norte, apesar das críticas que têm que enfrentar”.

 

 

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Venezuela: Ministro da Defesa nega possível golpe de Estado

Ministro destacou que militares irão defender Nicolás Maduro

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Metro1 – O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, negou que possa ocorrer um golpe de Estado no país, e destacou que os militares ficarão do lado do presidente Nicolás Maduro.

“Não vai haver nem golpe de Estado, nem governo de fato, nem transição alguma. Aqui não vai se instalar qualquer governo porque as Forças Armadas estão consciente das suas obrigações morais e constitucionais”, declarou López. Ele acrescentou que os militares vão “defender a democracia” e o “presidente Nicolás Maduro, eleito pelo povo”.

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Macri anuncia medidas econômicas após derrota em prévias eleitorais

Empregados públicos e das forças armadas receberão um abono de 5 mil pesos no final do mês

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Metro1 – Após derrota sofrida nas prévias eleitorais de domingo (11) e com a desvalorização da moeda argentina, o presidente Mauricio Macri, anunciou hoje (14) um pacote de medidas econômicas destinadas aos trabalhadores e às pequenas e médias empresas.

De acordo com o G1, entre as ações anunciadas, estão bônus de até 2 mil pesos extras aos trabalhadores entre setembro e outubro.

Os desocupados e os trabalhadores informais receberão dois pagamentos extras do benefício que já recebem por seus filhos.

Já os empregados públicos e das forças armadas receberão um abono de 5 mil pesos no final do mês.

Macri ainda anunciou que o salário mínimo será elevado, no entanto, não antecipou o valor. Segundo ele, o conselho de salário será convocado hoje para decidir sobre o aumento.

As pequenas e médias empresas vão ser beneficiadas com um novo plano, para permitir o pagamento das obrigações tributárias em até dez anos.

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MUNDO

Alemanha julga ex-guarda nazista por mais de 5 mil mortes

Ex-membro da SS tem 92 anos e atuou em campo de concentração

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Metro1 – A Justiça marcou para outubro o que deve ser um dos últimos julgamentos de crimes nazistas, desta vez de um ex-membro da SS (organização paramilitar durante o regime nazista) de 92 anos por ser cúmplice na morte de 5.230 prisioneiros no campo de concentração de Stutthof, na Polônia.

Bruno D. atuava como guarda no campo, e é acusado de envolvimento em assassinatos cometidos entre agosto de 1944 e abril de 1945, quando trabalhou no local. Ele tinha entre 17 e 18 anos e integrou a máquina “de assassinatos em massa” no campo de concentração por ser guarda da SS, segundo a Promotoria. Devido à idade que Bruno tinha, o processo será analisado por um Tribunal Juvenil.

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