Ibope: o Brasil já está se arrependendo de Bolsonaro e em breve ele volta ao condomínio na Barra. Por Kiko Nogueira - Tudo é Política
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BRASIL

Ibope: o Brasil já está se arrependendo de Bolsonaro e em breve ele volta ao condomínio na Barra. Por Kiko Nogueira

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No DCM – A avaliação positiva do governo Bolsonaro caiu 15 pontos desde janeiro.

O índice de eleitores que considera sua gestão ruim ou péssima aumentou 13 pontos.

É o pior desempenho em primeiro mandato desde FHC, em 1995.

“Como a queda da avaliação positiva é rápida, espera-se que por inércia ela continue caindo no próximo mês”, diz o cientista político Alberto Carlos Almeida.

A solução seria Jair deixar de ser Jair, aponta Almeida.

Como isso é impossível, veremos essa impostura sangrar até a presidência ir parar no colo do general Mourão.

Numa transmissão ao vivo do canal do DCM no YouTube, nosso colunista José Cássio comentava que o governo Bolsonaro nos obrigava a viver numa espécie de Dia da Marmota, em que a sucessão de presepadas se repete ad infinitum.

Daqui a 50 anos, historiadores vão se debruçar, inevitavelmente, sobre a questão primordial: “como elegemos essa joça?”

É uma conjunção de fatores, evidentemente, como um câncer, um infarto ou um disco do Djavan, mas um deles apareceu de maneira cristalina.

O “World Happiness Report”, relatório mundial sobre felicidade feito pelo instituto Gallup, revelou que o brasileiro nunca foi tão infeliz quanto em 2018.

Diz o Extra:

O índice foi puxado pela crise financeira e pela falta de confiança nos líderes da política nacional. A desconfiança nos governantes por parte do povo foi tamanha que bateu o recorde da base de dados da Gallup para todos os países analisados em toda a série histórica, que começa em 2006. (…)

A conclusão foi que há uma onda global de infelicidade, motivada tanto pela desconfiança em líderes políticos quanto pelo consumo de informação pelas redes sociais. O Brasil ocupa a 32ª posição, com uma média de felicidade de 6,3 numa escala de zero a dez.

A FGV Rio usou a base de dados da Gallup para fazer uma análise mais detalhada sobre o estado de espírito dos brasileiros. Marcelo Neri, economista à frente desta segunda análise, explica que o cálculo da felicidade leva em consideração dois fatores: um social e um subjetivo.(…)

— Quando entramos em brutal recessão, em 2015, a desigualdade também aumentou, puxando os índices de felicidade para baixo. Nos últimos anos a renda média tem se recuperado, mas a desigualdade se mantém alta, puxando para baixo o bem estar— explica Neri. (…)

De acordo com Neri, nenhum país tem relação mais tênue entre felicidade e renda que o Brasil.

— Os mais ricos são muito mais felizes que os mais pobres. E os que mais demonstraram alteração no estado de espírito (negativa, dessa vez) foram os membros da classe média, que também foram responsáveis pelo último período de pico, em 2013. (…)

A desigualdade, explica o economista, é outro índice forte a puxar o Brasil para baixo no ranking.

— Em 2018, além do desemprego e da desigualdade, o brasileiro estava mais sensível, mais desiludido. Os resultados mostram um povo que não confia no governo, tem mais medo da violência e que desaprova as lideranças políticas.

Bolsonaro não representa esperança, não tem projeto, não tem nada.

É o retrato de um país triste, fruto de uma patologia social ampla.

Conseguiu dividir ainda mais uma nação com um discurso vagabundo, vingativo, narcisista e fascista.

Sua eleição veio de nossa infelicidade. Uma facada selo nosso destino.

Um núcleo duro de doentes sustenta uma doença. Não é a maioria.

É um clichê, mas precisamos voltar a sorrir por razões de sobrevivência como povo.

E, para isso, esse sujeito precisa ser jogado no lixo, juntamente com a família e agregados.

O Ibope mostra que isso está sendo feito e é melhor jair se acostumando.

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BAHIA

“Jênio”: Igor Kanário tenta convencer que reforma da previdência “é bom pra nóis”

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Como se estivesse comemorando a maior conquista dos mais pobres da Bahia, O deputado federal Igor Kannário (DEM) comentou nesta quinta-feira (11/07), através do Instagram, os ataques recebido nas redes sociais por ter votado favorável a Reforma da Previdência.

A reforma da Previdência foi aprovada na Câmara Federal na noite de ontem e assim como o baiano, outros 378 parlamentares optaram por aprovar o texto-base.

Igor Kannário gravou um vídeo e reafirmou que é “desassombrado” e votou “sim porque é bom pra ‘nois’”.

“Eu tô vendo aqui vários ‘mimimis’, vários comentários aí nas redes sociais tentando denegrir, né? Ou confundir, né? Pra poder ver se divide a nossa favela. Pra poder ver se vocês ficam contra mim. Pra ver se eu perco a credibilidade”, disparou o deputado, que acrescentou.

“A conta vai chegar pra vocês. Eu sou destemido, sem medo de nada e vou continuar, foi por isso que eu votei sim, porque eu sei que é bom para ‘nois’. Eu votei sim porque eu não tenho rabo preso com ninguém. Eu jamais deixarei de ser eu. Independente do que aconteça, eu sempre serei favela”, disse Kannário.

O parlamentar ainda aconselhou seu público a procurar se “informar, procura ler, para quando vim esses ‘bunda-moles’ ‘ae’ falar um monte de besteira, vocês saber como responder. Fiquem com Deus e tamo juntos, deixa Deus conduzir as paradas”, concluiu Kannário.

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BRASIL

Reforma da Previdência vai retirar R$ 900 bilhões das famílias mais pobres do Brasil

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Reforma da Previdência vai retirar R$ 900 bilhões das famílias mais pobres do Brasil

Carta Campinas – Que ‘reforma’ da Previdência é essa? A pergunta ganhou a internet e ficou entre os assuntos mais comentados do Twiiter nesta terça-feira (4). O questionamento dá nome a uma campanha que quer esclarecer as propostas do governo do presidente, Jair Bolsonaro (PSL), sobre o tema (PEC 06/19).

Mais de 90% da economia pretendida com a reforma irá gerar vem dos mais pobres, segundo alerta o economista Eduardo Moreira. Isso significa que, pelos cálculos do próprio governo, a reforma vai retirar R$ 900 bilhões das famílias mais pobres do Brasil. Ou seja, 90% dos R$ 1 trilhão que o governo pretende economizar.

A campanha conta com um site e um vídeo, amplamente compartilhado. Na peça, Eduardo Moreira, ex-banqueiro e conhecedor dos bastidores do mercado financeiro, faz considerações sobre a proposta bolsonarista, encabeçada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. “A reforma da Previdência, como está sendo proposta, não vai ser boa para nenhum brasileiro. Nenhum!”, afirma.

O vídeo é curto e segue com explicações objetivas sobre um tema com detalhes que podem parecer complexos. “Os mais pobres vão ter que trabalhar por mais tempo e receber ainda menos. Para quem é servidor público e para a chamada classe média tradicional, essa reforma também é incrivelmente perversa”, aponta.

Moreira faz uma consideração de que, comprovada a necessidade de uma reforma na Previdência, ela “deveria atacar privilégios e privilegiados. Mas essa proposta ataca quase que exclusivamente trabalhadores e a classe média (…) Os dados estão no documento oficial do próprio governo. O Brasil precisa, na verdade, tributar os mais ricos, cobrar os grandes devedores da Previdência, parar de dar isenções e benefícios fiscais para quem não precisa e voltar a investir para gerar empregos”. (Da RBA/ Carta Campinas)

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BAHIA

Bolsonaro sobre barragem na Bahia: “Não temos como conter a onda, né?”

Bolsonaro teve 12,10% dos votos da cidade de Coronel João Sá

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Bolsonaro sobre barragem na Bahia: “Não temos como conter a onda, né?”

METROPOLES – O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), comentou a tragédia que atingiu um povoado da cidade Pedro Alexandre, localizada a 435 km de Salvador, capital da Bahia. Após o rompimento da barragem, nesta quinta-feira (11/07/2019), o chefe do Executivo afirmou que os órgãos de defesa civil foram acionados e soltou: “Não temos como conter a onda, né?”.

“Nossos órgãos de defesa civil estão informados, estão tomando providência”, disse o presidente. Bolsonaro declarou ainda que “o governo está à disposição dos prefeitos locais para qualquer providência que por ventura julguem necessária”.

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