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Galaxy S8 ganha nova versão super resistente e com mais bateria

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O principal lançamento em smartphones da Samsung no ano, o Galaxy S8, acaba de ganhar uma nova versão. Trata-se do Galaxy S8 Active, uma edição super resistente do celular anunciada nesta segunda-feira, 7, e que começa a ser vendida nos EUA a partir do próximo dia 11 de agosto.

Informações sobre o smartphone já vinham sendo vazadas há meses, mas só agora a Samsung confirmou a existência, preço e data de lançamento do S8 Active. Como outros celulares da linha Active, este é basicamente igual ao modelo original, mas com uma camada extra de metal fazendo protegendo o frame.

Ou seja, as especificações do S8 Active são quase iguais às do S8 convencional. O processador é um Snapdragon 835, o mesmo do S8 vendido nos EUA, já que, no Brasil e no resto do mundo, a Samsung usa um chip próprio chamado Exynos 8895 de performance equivalente. A memória interna é de 64 GB e a RAM é de 4 GB.

As câmeras também são iguais – 12 MP na traseira e 8 MP na frontal. Já a tela mantém as 5,8 polegadas AMOLED, mas o display no S8 Active é plano, e não com curvas nas bordas. Contando com o frame reforçado, as dimensões gerais do aparelho acabam sendo um pouco maiores que as da versão original.

Por fim, a bateria: o S8 Active vem com uma de 4.000 mAh, contra a de 3.000 mAh disponível no S8 “normal”. Inicialmente, porém, o novo celular só poderá ser comprado através da operadora AT&T, custando US$ 850, equivalente a pouco mais de R$ 2.600 na cotação atual do dólar. O Galaxy S8 Active dificilmente será vendido em outros países além dos EUA.

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Novos chips não serão suscetíveis a Spectre e Meltdown, afirma Intel

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Em meio a críticas ferrenhas, a Intel segue na tentativa de acalmar os ânimos e garantir que as falhas de segurança que atingem todas as suas CPUs fabricadas nos últimos 10 anos. A bola da vez vem da reunião com investidores para revelar o balanço financeiro do último trimestre na qual ela garantiu estar trabalhando “dia e noite” para resolver tudo de maneira definitiva.

Além dos pacotes de segurança, o Washington Post informa que a Intel garantiu também que novos processadores serão lançados ainda neste ano para oferecer uma solução completa, ou seja, eles não estarão suscetíveis às falhas Spectre e Meltdow, identificada nos primeiros dias de janeiro. Publicamente, porém, nenhuma novidade foi confirmada pela companhia.

A Intel trabalha para se livrar de Meltdown e Spectre.

A Intel trabalha para se livrar de Meltdown e Spectre.

A Intel assume que os problemas têm gerado críticas de especialistas e do público e também muita publicidade negativa, mas ainda não causou nenhum dano material à empresa. Feita pelo presidente Brian Krzanic, a afirmação chega a ser irônica, visto que as correções aplicadas pela companhia podem reduzir em até 30% o desempenho das máquinas.

E os números deixam isso bem claro: a Intel teve o trimestre com maior receita de sua história, acumulando um total de US$ 17,1 bilhões em vendas (4% a mais do que o mesmo período de 2016.

Dúvidas

O PC World aponta algumas dúvidas (e possíveis respostas) deixadas pela Intel após a exposição feita pelo seu presidente. A mais grave delas é a suspeita de que a correção aplicadas nos chips que serão lançados em 2018 podem não resolver o problema Spectre.

“O Meltdown afeta de forma mais consistente os processadores Intel por causa da forma agressiva que os chips realizam a execução especulativa”, informa o editor Mark Hachman. “O Spectre parece exibir um redesign mais fundamental [dos processadores”, prossegue, destacando que o problema pode ser ainda mais grave, posição semelhante à levantada por Linus Torvalds há alguns dias.

Além disso, não fica claro se a Intel aplicará a mudança física nos chips em processadores antigos. A principal aposta é que não, ou seja, apenas novos chips contarão com a gambiarra para corrigir a falha de forma definitiva. Isso significa que quem já possui uma máquina “powered by Intel” terá que lidar com as correções de software.

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Pesquisa mostra que robôs aumentam polarização dos debates nas redes sociais

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Uma pesquisa da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (DAPP/FGV) mostra que robôs – perfis automatizados nas mídias sociais – estão influenciando os debates políticos na web e aumentando a polarização das discussões. O estudo denominado Robôs, Redes Sociais e Política no Brasil, publicado no final de agosto, aponta ainda que o processo de disputa política nos próximos anos pode estar ameaçado.

Os robôs, ou bots, são perfis falsos presentes em mídias sociais como o Facebook e o Twitter que são capazes de distribuir, em escala industrial, mensagens pré-programadas. Na disputa política, esse tipo de instrumento pode ser contratado em empresas especializadas para que um candidato, ou uma proposta, receba milhares de mensagens de apoio, inflando artificialmente sua aceitação popular, e influenciando assim a percepção das pessoas.

“Elemento flagrante é o ‘inchamento’ de movimentos políticos que são, na realidade, de dimensão bastante inferior. Somados, esses riscos e outros representados pelos robôs, são mais do que o suficiente para jogar luz sobre uma ameaça real à qualidade do debate público no Brasil e, consequentemente, do processo político e social definidor dos próximos anos”, destaca a pesquisa.

O estudo aponta que perfis comandados por robôs chegaram a ser responsáveis por mais de 10% das interações no Twitter nas eleições presidenciais de 2014. Durante protestos pelo impeachment da então presidenta da República Dilma Rousseff, as ações dessas contas falsas foram responsáveis por 20% das interações dos apoiadores dela, que usavam significativamente esse tipo de mecanismo. Um outro exemplo analisado mostra que quase 20% das interações no debate entre os usuários favoráveis a Aécio Neves no segundo turno das eleições de 2014 foram motivadas por robôs.

 

No entanto, segundo a pesquisa, não é possível afirmar que os grupos políticos ou candidatos beneficiados pelas mensagens sejam, de fato, seus mentores. “Ao identificarmos robôs operando para um campo, porém não queremos dizer que os atores políticos e públicos ali situados sejam responsáveis diretos pelos robôs a seu favor. Diversos grupos de interesse podem estar fazendo uso desse tipo de recurso de disseminação de informações”.

Para o pesquisador da DAPP/FGV Amaro Grassi, ainda não é possível afirmar que a ação dos perfis falsos seria decisiva em uma eleição. No entanto, o uso desse tipo de ferramenta pode aumentar artificialmente a impressão de que determinada candidatura ou programa político possui mais apoio popular do que realmente tem.

“Qual que é o objetivo desse tipo de ação? É inflar um determinado posicionamento por interesses que podem ser os mais diversos. Pode ser um interesse por um assunto específico, pode ser o interesse por um um partido ou por uma narrativa”, explica.

Grassi ressalta que a ação dos robôs, por sua natureza, acaba degradando os debates políticos, transformando as discussões na web em embates extremados, sem espaço para a construção de consensos. “Por definição, não vai ser uma mensagem aberta ao diálogo, porque ela é uma mensagem propagada por um robô. Então, isso naturalmente se encaixa no contexto de mensagens que são mensagens de propaganda, mensagens mais afirmativas, que são de posicionamentos mais rígidos”.

“Em termos de impacto, o que a gente consegue perceber com bastante clareza é que eles favorecem a polarização. O tipo de mensagem que eles [robôs] difundem acaba favorecendo posições mais radiciais, e dificultando um debate mais sereno em torno das questões que estão colocadas em cada momento”.

 

A pesquisa destaca ainda que a identificação dos “mentores” dos robôs passou a ter uma importância ainda maior, já que os perfis falsos, cada vez mais, conseguem replicar o padrão humano com mais precisão. Dessa forma, um usuário comum das redes sociais tende a ter mais dificuldade em saber se está lendo ou compartilhando um conteúdo artificial, ou escrito por uma pessoa de verdade. “Isso tem de ser incorporado no repertório de controle dos órgãos responsáveis pela eleição, pelos tribunais regionais e pelo Tribunal Superior Eleitoral. Tem que estar atentos a esse tipo de ação, pode ter uma interferência decisiva no processo eleitoral”, ressalta o pesquisador.

O estudo chama atenção também para o fato de que há robôs que operam no exterior e disseminam mensagens em território nacional. “Isso inclusive enseja a reflexão de manipulação não só interna, mas também para além dos campos políticos nacionais, sugerindo a hipótese da possibilidade de até mesmo outros atores, estranhos ao quadro nacional, operarem nas redes esses mecanismos”, alerta.

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Óculos reticulados podem piorar a visão

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Óculos reticulados só melhoram a visão temporariamente. Por isso, insistir no uso atrasa o tratamento adequado e pode causar maior incapacidade visual, alerta médico. 

Nem cirurgia, nem lente de contato. Para se livrar dos óculos de grau a proposta popular são os óculos reticulados também conhecidos como Pinhole, alternativo ou ioga para os olhos.

Invés de correção, prometem acabar com os vícios de refração, fadiga visual no computador e dor de cabeça. Tudo com apenas algumas horas de uso ao dia. Parecidos com óculos de sol, a área da lente é feita em plástico opaco com furinhos. Vendidos pela Internet e em feiras livres a baixo preço, estão se tornando o sonho de consumo de quem acredita que os vícios de refração – miopia, hipermetropia e astigmatismo – podem ser curados com exercícios para os olhos.

De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a promessa é uma fraude. Não por acaso, ele comenta que nos Estados Unidos a Câmara de Comércio já obrigou três empresas a reembolsarem todos os consumidores que compraram o produto.  “Os óculos reticulados são um atentado à saúde pública. Isso porque, podem atrasar o tratamento do vício refrativo e levar à maior incapacidade visual” afirma. O problema, destaca, é que dão a impressão de melhora da visão logo após o uso, mas o efeito não é permanente.

Como funcionam

O especialista explica que enquanto as lentes de contato e os óculos de grau refletem a luz permitindo que enxerguemos sem esforço, os reticulados mudam a direção da luz através dos furinhos das lentes.
Além de mudar a direção, os furinhos selecionam e alinham os raios de luz diretamente na mácula, parte central da retina responsável pela visão de detalhes.
É por isso, observa, que as imagens parecem mais nítidas. “Tanto que é comum utilizar este tipo de lente para checar como um paciente que passou por cirurgia de catarata está enxergando” comenta.

Adaptação

O problema, destaca, é que os óculos reticulados restringem o campo visual, a visão de contraste e o brilho. Por isso, são pouco úteis no dia a dia.

O médico explica que o olho míope é maior que o normal ou o cristalino e a córnea têm excesso de convergência. Neste caso a imagem se forma na frente da retina e a pessoa tem dificuldade de enxergar de longe. Já o olho hipermétrope é menor que o normal ou as lentes têm excesso de divergência.
Como a imagem se forma atrás da retina dificulta a visão de perto. Em quem tem astigmatismo a córnea muda de forma. A imagem se forma em dois planos diferentes na retina dificultando tanto a visão de perto como a de longe, “Quem tem baixo ou moderado grau de vício refrativo se adapta mais facilmente aos óculos reticulados. Mas, nos graus mais elevados a tendência é formar borrões que inviabilizam o uso” afirma.
A fadiga visual no computador, observa, é resolvida com medidas simples que dispensam o uso de acessórios. As principais são:

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