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FILHOS SE CALAM, MAS OLAVO É ESCALADO PARA ATACAR BEBIANNO

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Olavo de carvalho é escalado para atacar bebbiano

No Brasil 247 Em meio ao escândalo das candidaturas laranjas do PSL, que resultou na saída de Gustavo Bebianno do governo, e com o clã Bolsonaro acuado, o ex-astrólogo Olavo de Carvalho, guru do bolsonarismo, chamou para a si a responsabilidade de atirar contra o ex-presidente nacional do PSL. 

Leia, abaixo, texto do jornalistas Fernando Brito, do Tijolaço, sobre o assunto:

Olavo de Carvalho, mentor, digamos generosamente, intelectual de dois dos filhos de Jair Bolsonaro – o “01” prefere os pensamentos contábeis de Fabrício Queiroz -, está em plena atividade para compensar o silêncio forçado dos guris.

Passou o final da noite de ontem, lá dos EUA, postando furiosamente no Facebook contra a mídia, os generais e Gustavo Bebianno, com a baixaria que lhe é peculiar:

Aviso ao mundo: eu NÃO quero saber do caso do Bebê Anus nem das gracinhas do general Mourão. Quando acontecer alguma coisa real, me avisem.

Tudo, claro, não passa de uma orquestração visando “o único objetivo da mídia brasileira é manter o governo Bolsonaro em crise permanente, tornar o Brasil ingovernável e trazer o Lula de volta como salvador da pátria”.

A imprensa é uma simples projeção de organizações esquerdistas, segundo o astrólogo-filósofo, mas  nenhum ” general, Mourão ou outro, sabe disso”. Aliás, para Carvalho, “não sabe(m) de bosta nenhuma”.

É evidente que a importância política de Olavo de Carvalho é nenhuma, ou melhor, apenas uma: a de nos permitir entender – e não compreender – o que vai pela cabeça do bando de fanáticos que forma o núcleo fascista do bolsonarismo.

Que aparentemente venceu a batalha contra Bebianno – não a guerra, tudo indica – mas, paradoxalmente, enfraqueceu o “Mito”, há cinco dias acovardado pelas repercussões do caso. Como diz hoje, na Folha, Celso Rocha de Barros, Bolsonaro parece preso ao dilema que o faz “se perguntar se vale a pena estar cercado de gente leal em um governo fraco”.

Não acho que o governo Bolsonaro esteja numa situação catastrófica, longe disso, ainda.

Mas é inegável que anda patinando num barranco perigoso e, como não tem raízes profundas, processos de desestabilização podem ser rápidos.

Pois, afinal, um “Mito” pode ser mesmo só um mito.

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BRASIL

Bolsonaro diz que não fará demarcação de terras indígenas

Presidente também criticou Alemanha e Noruega e disse que países estavam comprando o Brasil à prestação

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Metro1 – O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse hoje (16) que não fará demarcação de terras indígenas durante seu governo. Ele também criticou a Alemanha e a Noruega por suspenderem seus repasses para o Fundo Amazônia, falando que esses países estão comprando o Brasil à prestação.

“Enquanto eu for presidente não tem demarcação de terra indígena. Eles têm 14% do território nacional. Imagine a Região Sudeste, uma área maior que essa já é terra indígena, não é área suficiente? Ontem eu estive de novo com um grupo de indígenas e eles querem liberdade para trabalhar na sua área, não querem viver como em um confinamento, como seres pré-históricos”, disse o presidente.

Como um dos exemplos de que o Brasil está sendo comprado, ele citou a expansão do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, ampliado no governo Temer em 2017. “O pessoal está comprando à prestação o Brasil. A compra no passado era também demarcando terras, o Brasil só fazia acordos lá fora em troca de abrir mão de sua soberania, demarcando terras indígenas, ampliando parques”, afirmou Bolsonaro.

Em sua visão, terras demarcadas para população indígena e reservas atrapalham o desenvolvimento do Brasil.“Não pode continuar assim, 61% do Brasil não pode fazer nada. Tem locais que, para produzir, você não vai produzir, porque não pode ir numa linha reta para exportar ou para vender, tem que fazer uma curva enorme para desviar de um quilombola, uma terra indígena, uma área proteção ambiental. Estão acabando com o Brasil”, declarou o presidente.

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BRASIL

Caixa sofre tentativa de invasão hacker às vésperas de liberação do FGTS

Alvo dos invasores foi o sistema que contém dados de beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família

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Metro1 – A Caixa sofreu uma tentativa de invasão de hackers que obrigou o banco a tirar do ar o sistema que contém dados de beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família, e de trabalhadores. O caso ocorreu na última quarta-feira (14), segundo o jornal O Estado de S. Paulo.

De acordo com a publicação, o alvo dos invasores foi o banco de dados do Número de Identificação Social (NIS).

Esse número dá acesso a informações acerca do recolhimento e recebimento do FGTS, seguro-desemprego, abono salarial e aposentadoria.

Em nota, a Caixa disse que “identificou, na noite de 14 de agosto de 2019, tentativa de acesso indevido ao sistema corporativo que possui informações cadastrais de cidadãos” e que tomou as medidas necessárias para “impedir a concretização de possíveis fraudes e garantir a segurança dos dados dos cidadãos”.

Segundo o banco, o ataque não atingiu o sistema que armazena informações do FGTS.

Afirmou ainda que utiliza as “melhores práticas” e ferramentas especializadas em segurança cibernética e atua constantemente na prevenção de eventuais ocorrências de fraudes.

A tentativa de invasão ocorre às vésperas da liberação de R$ 42 bilhões do FGTS de contas ativas (dos contratos atuais) e inativas (de contratos anteriores), cujo calendário de saques terá início no dia 13 de setembro.

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Merkel, pegue essa grana e refloreste a Alemanha, diz Bolsonaro

Presidente se refere ao bloqueio de R$ 155 milhões do governo alemão para projetos de preservação ambiental no Brasil

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Metro1 – O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse ontem (14) que a chanceler alemã, Angela Merkel, deve usar o dinheiro bloqueado para preservação ambiental no Brasil para reflorestar a Alemanha.

“Eu queria até mandar um recado para a senhora querida Angela Merkel, que suspendeu US$ 80 milhões para a Amazônia. Pegue essa grana e refloreste a Alemanha, ok? Lá está precisando muito mais do que aqui”, afirmou ele.

No entanto, a quantia mencionada por ele é maior que a anunciada. O governo alemão disse que vai congelar cerca de €35 milhões, que equivale a R$ 155 milhões, menos da metade dos US$ 80 milhões citados por Bolsonaro, equivalente a R$ 319 milhões.

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