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EM ENTREVISTA, CHEFE DO TRF PRESSIONA JUÍZES PELA CONDENAÇÃO DE LULA

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Em entrevista ao jornalista Luiz Maklouf Carvalho, publicada no jornal Estado de São Paulo,  o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), disse que a sentença do Juiz Sérgio Moro, na qual condena o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e meio de prisão, “é tecnicamente irrepreensível. ”

 

Dessa forma, nota-se que o presidente pressiona os três desembargadores que irão julgar os recursos do ex-presidente, mesmo sem integrar este grupo de juízes.

Questionado pelo jornalista se gostou da decisão, o desembargador Thompson não titubeou. “Gostei, isso eu não vou negar”, afirmou. “Se eu fosse integrante da Oitava Turma, e se estivesse, depois do exame dos autos, convencido de que a sentença foi justa, eu teria muita tranquilidade em confirmar.”

 

Apensar da convicção, o desembargador não teve argumentos para duas fragilidades da decisão: o fato de o triplex não ser de Lula e também a inexistência de conexão entre as reformas do apartamento e a Petrobras.

“Proprietário é o que está no registro de imóveis”, disse ele, ao se referir à questão da titularidade do triplex, que está em nome da OAS e foi cedido à Caixa Econômica Federal.

 

Sobre vínculos, inexistentes, com a Petrobras, ele fez uma afirmação que, em tese, inocentaria Lula: “O delito de corrupção passiva, e isso o Supremo decidiu desde o caso Collor, diz que precisa haver um ato de ofício que justifique a conduta praticada e o benefício recebido. Eu diria, e até já escrevi sobre isso, e por isso falo à vontade, que este ato de ofício, a meu juízo, precisa ser provado. Essa vai ser a grande questão”.

Lula poderá ficar impedido de disputar as próximas eleições, mesmo sendo favorito em todas as pesquisas, caso seja condenado em segunda instância, mesmo sem provas.

 

Esta é a maior aposta da direita e dos setores conservadores da sociedade, que ainda não encontraram um candidato capaz de enfrentá-lo.

 

BAHIA

“Jênio”: Igor Kanário tenta convencer que reforma da previdência “é bom pra nóis”

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Como se estivesse comemorando a maior conquista dos mais pobres da Bahia, O deputado federal Igor Kannário (DEM) comentou nesta quinta-feira (11/07), através do Instagram, os ataques recebido nas redes sociais por ter votado favorável a Reforma da Previdência.

A reforma da Previdência foi aprovada na Câmara Federal na noite de ontem e assim como o baiano, outros 378 parlamentares optaram por aprovar o texto-base.

Igor Kannário gravou um vídeo e reafirmou que é “desassombrado” e votou “sim porque é bom pra ‘nois’”.

“Eu tô vendo aqui vários ‘mimimis’, vários comentários aí nas redes sociais tentando denegrir, né? Ou confundir, né? Pra poder ver se divide a nossa favela. Pra poder ver se vocês ficam contra mim. Pra ver se eu perco a credibilidade”, disparou o deputado, que acrescentou.

“A conta vai chegar pra vocês. Eu sou destemido, sem medo de nada e vou continuar, foi por isso que eu votei sim, porque eu sei que é bom para ‘nois’. Eu votei sim porque eu não tenho rabo preso com ninguém. Eu jamais deixarei de ser eu. Independente do que aconteça, eu sempre serei favela”, disse Kannário.

O parlamentar ainda aconselhou seu público a procurar se “informar, procura ler, para quando vim esses ‘bunda-moles’ ‘ae’ falar um monte de besteira, vocês saber como responder. Fiquem com Deus e tamo juntos, deixa Deus conduzir as paradas”, concluiu Kannário.

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BRASIL

Reforma da Previdência vai retirar R$ 900 bilhões das famílias mais pobres do Brasil

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Reforma da Previdência vai retirar R$ 900 bilhões das famílias mais pobres do Brasil

Carta Campinas – Que ‘reforma’ da Previdência é essa? A pergunta ganhou a internet e ficou entre os assuntos mais comentados do Twiiter nesta terça-feira (4). O questionamento dá nome a uma campanha que quer esclarecer as propostas do governo do presidente, Jair Bolsonaro (PSL), sobre o tema (PEC 06/19).

Mais de 90% da economia pretendida com a reforma irá gerar vem dos mais pobres, segundo alerta o economista Eduardo Moreira. Isso significa que, pelos cálculos do próprio governo, a reforma vai retirar R$ 900 bilhões das famílias mais pobres do Brasil. Ou seja, 90% dos R$ 1 trilhão que o governo pretende economizar.

A campanha conta com um site e um vídeo, amplamente compartilhado. Na peça, Eduardo Moreira, ex-banqueiro e conhecedor dos bastidores do mercado financeiro, faz considerações sobre a proposta bolsonarista, encabeçada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. “A reforma da Previdência, como está sendo proposta, não vai ser boa para nenhum brasileiro. Nenhum!”, afirma.

O vídeo é curto e segue com explicações objetivas sobre um tema com detalhes que podem parecer complexos. “Os mais pobres vão ter que trabalhar por mais tempo e receber ainda menos. Para quem é servidor público e para a chamada classe média tradicional, essa reforma também é incrivelmente perversa”, aponta.

Moreira faz uma consideração de que, comprovada a necessidade de uma reforma na Previdência, ela “deveria atacar privilégios e privilegiados. Mas essa proposta ataca quase que exclusivamente trabalhadores e a classe média (…) Os dados estão no documento oficial do próprio governo. O Brasil precisa, na verdade, tributar os mais ricos, cobrar os grandes devedores da Previdência, parar de dar isenções e benefícios fiscais para quem não precisa e voltar a investir para gerar empregos”. (Da RBA/ Carta Campinas)

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BAHIA

Bolsonaro sobre barragem na Bahia: “Não temos como conter a onda, né?”

Bolsonaro teve 12,10% dos votos da cidade de Coronel João Sá

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Bolsonaro sobre barragem na Bahia: “Não temos como conter a onda, né?”

METROPOLES – O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), comentou a tragédia que atingiu um povoado da cidade Pedro Alexandre, localizada a 435 km de Salvador, capital da Bahia. Após o rompimento da barragem, nesta quinta-feira (11/07/2019), o chefe do Executivo afirmou que os órgãos de defesa civil foram acionados e soltou: “Não temos como conter a onda, né?”.

“Nossos órgãos de defesa civil estão informados, estão tomando providência”, disse o presidente. Bolsonaro declarou ainda que “o governo está à disposição dos prefeitos locais para qualquer providência que por ventura julguem necessária”.

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