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DIETA CETOGÊNICA E SEUS PERIGOS

As dietas da moda podem ser perigosas. É preciso ter cuidado

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Dieta cetogênica e seus perigos

A dieta cetogênica é a última palavra na busca da boa forma entre os famosos e milhares de anônimos que buscam perder peso rapidamente.

A dieta cetogênica se baseia no baixo consumo de carboidratos (apenas 5% da alimentação diária) e a alta ingestão de gorduras boas (70%).

Com isso, a promessa é de que a dieta entrega rápidos resultados, mas como acontece com todas as “dietas da moda”, Ela também está cercada de riscos à saúde

Há um perigoso aconselhamento, baseado em senso comum, de que para que uma pessoa se torne adepta da dieta cetogênica, ela não precisa se submeter a nenhuma restrição alimentar ou acompanhamento médico, e é ai que mora o perigo.

Por essa razão, a cetogênica é uma das dietas que mais exigem a atenção dos profissionais e dos futuros adeptos. Confira abaixo os riscos relacionados a essa dieta:

Aumento no nível do colesterol

Por incentivar um alto consumo de gorduras boas, chegando a 70% da alimentação diária, há, inevitavelmente, o perigo da ingestão de gorduras ruins como manteiga e carnes gordas, resultando no aumento do LDL que não é saudável, principalmente para quem apresenta algum problema cardiovascular.

Deficiência de vitaminas e minerais

A cetogênica incentiva o baixo consumo de vegetais e o consumo zero de frutas. Sendo as frutas, os legumes e as verduras fontes saudáveis de fíbras, antioxidantes e outros nutrientes, logo, quando você não consome esse grupo de alimentos, fatalmente, terá deficiência de vitaminas e minerais. Mais uma vez, é preciso ter cuidado.

A Dieta cetogênica causa taquicardia


Como acontece com outras dietas com baixo consumo de colesterol, naturalmente, os batimentos cardíacos aceleram nos primeiros dias e semanas do início da dieta.

Nunca é demais alertar que quem possui problemas como arritmia deve avisar ao médico, pois a cetogénica pode mascarar ou provocar episódios da doença.

A dieta cetogênica causa desidratação

Diminuição do apetite, queima de gorduras e manutenção muscular são promessas da dieta cetogênica. Essas promessas não vêm desacompanhada de riscos à saúde.

O processo de diminuição de apetite, queima de gorduras e manutenção muscular é chamado de cetose, que, em casos extremos, pode causar uma condição chamada cetoacidose, que acumula cetonas no sangue e, por isso, aumenta a acidez sanguínea e causa a desidratação do corpo.

É preciso alertar que em casos extremos, a desidratação pode levar ao coma ou à morte. 

A dieta cetogênica causa distúrbios alimentares

Para quem tem histórico de distúrbios alimentares, a dieta cetogênica não é recomendada. A razão para isso, se dá por conta do fato da cetogênica ser muito restritiva e por eliminar do cardápio, grupos inteiros de alimentos.

Todos os especialistas da área são unanimes em afirmar que, todos os alimentos são seguros e podem fazer parte de uma alimentação saudável. 

Se você é adepto da dieta cetogénica, o ideal é fazer exames de colesterol periódicos. 

A cetogénica pode causar também:

  • Dores de cabeça;
  • Neblina mental;
  • Sintomas semelhantes aos da gripe (conhecidos como “ceto-gripe”) ;
  • e Tonturas.

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Se você quer fazer uma dieta, por necessidade ou vaidade, o melhor a fazer é buscar a orientação de um médico ou médica, para evitar que você coloque sua saúde em risco.

É possível que a dieta cetogênica, com orientação correta, acompanhamento nutricional por um profissional capacitado, seja indicada para você, mas você só terá a certeza disso buscando orientação profissional. A SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) é uma boa fonte de informação inicial.

Procure um médico!

Sua saúde é o maior bem que você possui.

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EMAGRECER E NÃO VOLTAR A ENGORDAR: VEJA AQUI, AS TRÊS DICAS DE OURO

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Emagrecer e não voltar a engordar

Para quem sofre com problemas de excesso de peso, emagrecer é um grande desafio. Perder aqueles quilinhos a mais e não ter o efeito sanfona, é um desafio imenso e em muitos casos inalcançável.

Todos os especialistas são unanimes em dizer que não existe segredo para manter o peso, uma vez que você emagrece e chega ao peso ideal. É preciso mudar seu estilo de vida.

Reunimos nesse post, três dicas de hábitos simples, mas inteligentes, que você precisa colocar em prática para manter a boa forma par sempre.

As três, se resumem na prática de exercícios físicos, fuga das armadilhas das dietas milagrosas e ser perseverante. Veja:

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Pratique uma atividade física, sempre


A prática regular de exercícios físicos é fundamental para manter a boa forma. Você precisa descobrir uma modalidade física que combine com seu perfil. Há várias modalidades de exercícios disponíveis:

A modalidade Radical – que exige muita energia a exemplo das lutas como boxe e Jiu-jítsu;

A modalidade Intelectual – que tem a criatividade como parâmetro; a exemplo da Ioga;

A modalidade Sensível – onde o ambiente se torna parte do exercício a exemplo das caminhadas, pedaladas e da meditação;

E por fim, a modalidade Competitiva – que tem nas disputas seu objetivo final como por exemplo: Ginástica, Musculação, Natação.

Qualquer que seja sua escolha, você precisa praticar com regularidade. \Os especialistas afirmam que, em um mês com 30 dias, por exemplo, você precisa praticar por pelo menos 23 ou 24 dias.

Se você não tem grana para pagar uma academia, não se tem problema!

pedalar para emagrecer
Pedale!

Subir escadas e caminhar são opões baratas e até agradáveis de praticar. Se puder investir numa bicicleta, pedalar também é uma ótima opção.

Fuja das dietas da moda

Para emagrecer, é preciso planejamento, mas leva um certo tempo eliminar os quilos indesejados. Não dá para emagrecer dezenas de quilos da noite para o dia. No entanto, as “dietas da moda” prometem emagrecimento rápido e eficaz.

Essas dietas são muito perigosas e podem causar sérios danos à saúde. Embora essas dietas pareçam ser um caminho mais fácil, elas não suprem todas as necessidades do nosso corpo, além de poder desencadear doenças, como a anemia.

“A dieta adequada é aquela com um cardápio que fornece todos os nutrientes na quantidade recomendada no final do dia.

Evite dietas restritivas ou com poucas calorias. Faça substituições inteligentes que você consiga manter em longo prazo.

Lembre-se! A cada 10 pessoas que começam uma dieta, 8 fracassam. As pessoas que, realmente, consegue manter, são aquelas que fizeram mudanças nos hábitos alimentares” de forma planejada.

Mantenha a força de vontade!

Toda mudança de hábito precisa de determinação, portanto, seja firme!

 Qualquer mudança feita no processo de emagrecimento precisa ser sustentada. Se você atingiu o objetivo de chegar ao peso ideal com pratica de exercícios físicos e mudança de hábitos alimentares, sabe que para manter o peso precisa manter essas mudanças.

Manter o foco e a firmeza na força de vontade é fundamental.

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REMÉDIOS PARA EMAGRECER: QUAIS OS PERIGOS EM TOMAR?

Entre 2006 e 2016, o índice de brasileiros obesos passou de 11,8% para 18,9%. Diabetes e hipertensão também cresceram

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perigos ao tomar remédios para emagrecer

Pensando em tomar remédios para emagrecer?

Você está acima do peso?

Você sabe qual seu peso ideal?

Os dados do Ministério da Saúde, apontam que quase um em cada cinco brasileiros, ou seja, 18,9% da população é obesa e pior, mais da metade das pessoas do país (54%) está com excesso de peso.

Obesidade hoje é reconhecida como uma doença crônica e é gatilho para o desenvolvimento de outras enfermidades como pressão alta e diabetes.

São muitos os fatores que provocam a obesidade, como predisposição genética e estilo de vida. A Obesidade não tem cura, mas tem controle que, invariavelmente, se inicia com reeducação alimentar e prática regular de atividade física.

Já é de conhecimento geral, entre os médicos, que a redução de 5 a 10% do peso, em pacientes obesos, melhora os índices do indivíduo e reverte o percentual de morbidade do mesmo.

Quando a mudança de rotina não dá certo

Ao passo que a obesidade passou a ser vista como uma doença crônica e que, além disso, muitas pessoas que sofrem com excesso de peso não conseguem emagrecer, apenas, com mudanças na rotina, o uso de remédios para perder peso acaba sendo uma alternativa válida para combater esse mal. E é aí que mora o perigo.

Se você está lendo esse artigo, talvez esteja pensando em usar algum medicamento para emagrecer.

Mas antes de decidir por essa alternativa é preciso que você saiba quem pode usar e quando os medicamentos devem ser adotados como estratégia para tratar a obesidade. Para isso, a atitude mais segura é buscar a orientação de um médico especializado.

QUANDO OS REMÉDIOS PARA EMAGRECER SÃO RECOMENDADOS?

Os especialistas afirmam que os remédios para emagrecer só são recomendados para adultos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 30 ou de 27 para cima em pessoas com comorbidades associadas, como diabetes, hipertensão arterial, colesterol elevado e disfunções osteomusculares – que prejudicam os movimentos e a locomoção.

Os remédios para emagrecer devem ser vistos como parte de um programa de gerenciamento de peso para que de fato precisam, afirma o médico Rogério Friedman, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).


Dr. Rogério Friedman

“O principal é treinar o paciente para que ele adote uma rotina mais saudável. O medicamento seria empregado apenas quando não se consegue o resultado esperado com dieta e atividade física”, diz ele.

Nunca é demais reforçar que remédios para emagrecer podem causar efeitos bem sérios e precisam ser tomados com muito cuidado.

Tomar remédio para emagrecer é visto como uma forma simples de perder peso, no entanto, para eles funcionem, um especialista precisa ser consultado.

Agora que você entendeu que precisa ter cuidado com o uso dos remédios para emagrecer, veja abaixo informações adicionais sobre remédios para emagrecer, como eles agem, para que são indicados e se causam efeitos colaterais. Além disso, descubra se alternativas naturais e alimentos funcionais podem substituir esses medicamentos:

Categorias de remédios para emagrecer

Atualmente, existem no Brasil quatro remédios formalmente indicados para o tratamento da obesidade e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Entenda como cada um funciona:

1. Sibutramina

A sibutramina é um dos medicamentos mais conhecidos e usados para emagrecer. Ela atua mexendo em alguns neurotransmissores como serotonina, noradrenalina e dopamina, e com isso, reduzindo o apetite. Hoje ele é um dos remédios que pode ser vendido no Brasil, desde que com prescrição médica.

Vantagens e indicações Uma das vantagens da sibutramina está em sua ação de redução do apetite e também de aumentar o gasto calórico.

O ideal é que ela seja passada a pacientes IMC maior que 30, quando a orientação de mudança de dieta e exercícios não surtir efeitos no emagrecimento.

Efeitos colaterais A sibutramina é contraindicada para quem tem hipertensão, diabetes ou risco aumentado para doenças cardiovasculares. Ela pode causar efeitos colaterais como:

  • Boca seca
  • Constipação
  • Dor de cabeça
  • Insônia.

Alterações de humor também são bastantes comuns e devem ser relatadas ao médico.

2. Saxenda

O saxenda é um remédio para emagrecer aprovado pela Anvisa em 2016. Seu princípio ativo, a liraglutina, é a mesma do remédio Victoza, usado para tratar o diabetes. Foi descoberto que ele reduz a sensação de fome, além de melhorar a glicose no sangue.

Ao contrário dos outros medicamentos de uso oral, o saxenda deve ser injetado sob a pele.

Vantagens e indicações A indicação do Saxenda é que ele seja utilizado em conjunto com dieta e atividade física em adultos com:

  • Índice de massa corporal acima de 30 kg/m2
  • IMC acima de 27 kg/m2 com alguma condição relacionada ao excesso do peso, como hipertensão, diabetes tipo 2 ou alterações de colesterol.

Acredita-se que ele funciona melhor em pessoas com problemas metabólicos, uma vez que ele também preserva o pâncreas.

Outra vantagem do saxenda é não afetar o humor do paciente, como outros remédios para emagrecer.

Efeitos colaterais Ele pode causar desenvolvimento de pancreatite, cálculos em vesícula biliar e risco de hipoglicemia, este último em pacientes com diabetes tipo 2.

3. Orlislat

Esse medicamento não atua na fome, saciedade ou outros mecanismos metabólicos. Ele normalmente interfere na absorção de gordura, inibindo que 30% dela seja assimilada pelo corpo, que é eliminada em maior quantidade nas fezes.

Por conta disso, ele é mais usado como coadjuvante, junto a outros tipos de remédios para emagrecer.

Vantagens e indicações O orlislat é um bom medicamento para pessoas com dieta rica em gordura e quem dificuldades em cortá-la da alimentação.

Efeitos colaterais Quando a pessoa ingere muita gordura tomando esse medicamento, ela pode ter diarreias devido à quantidade de gordura em suas fezes, o que pode causar desconfortos.

4. Fluoxetina

A fluoxetina é um remédio para ansiedade, que pode ser usada em alguns tratamentos para emagrecer. Neste contexto, ela age controlando a ansiedade a fim de reduzir a compulsão alimentar.

Vantagens e indicações Seu uso como coadjuvante na perda de peso deve ser restrito a pessoas que possuem obesidade associada à depressão, ou então em casos de obesidade relacionados a uma condição médica chamada Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Sendo assim, o paciente deve ter IMC maior ou igual a 30 e um diagnóstico de depressão ou TAG feito por um psiquiatra.

Efeitos colaterais A fluoxetina pode causar:

  • Diarreia
  • Náusea
  • Cansaço (fadiga)
  • Dor de cabeça
  • Insônia.

Além disso, estudos mostram que após 6 meses de uso, a modesta perda de peso obtida inicialmente com a fluoxetina aos poucos vai se perdendo.

5. Sertralina

A sertralina também é um medicamento antidepressivo e sua ação é semelhante a da fluoxetina acima. No entanto, esse remédio é ainda menos usado para emagrecer, já que pode causar compulsão alimentar em grandes quantidades.

Vantagens e indicações Seu uso como coadjuvante na perda de peso deve ser restrito a pessoas que possuem obesidade associada à depressão, ou então em casos de obesidade relacionados a uma condição médica chamada Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG).

Efeitos colaterais As reações adversas mais comuns são:

  • Insônia
  • Sonolência
  • Tontura
  • Dor de cabeça
  • Diarreia
  • Boca seca
  • Náusea (enjoo)
  • Distúrbios da ejaculação
  • Fadiga (cansaço).

6. Bupropiona

A bupropiona é um antidepressivo mais indicado para o emagrecimento do que a fluoxetina e a sertralina, por ajudar a reduzir a compulsão. Ela atua de forma semelhante em casos de fumantes que querem deixar o vício de fumar.

Vantagens e indicações Ela é mais indicada quando o paciente apresenta algum quadro psiquiátrico, como depressão ou compulsão alimentar, e apenas quando a dieta e os exercícios físicos sozinhos não se mostram eficazes para o emagrecimento.

Efeitos colaterais O medicamento pode causar insônia, boca seca, cefaleia e, em casos mais graves, convulsões, taquicardia, hipertensão, urticária e manchas na pele(rash cutâneo). Por isso mesmo ele deve ser ingerido com acompanhamento médico.

7. Anfetaminas (Anfepramona, Femproporex e Mazindol)

As anfetaminas, como Anfepramona, Femproporex e Mazindol, são uma classe de medicamentos chamados de anorexígenos. Eles agem diretamente reduzindo o apetite.

Hoje eles não são vendidos no Brasil, mas há uma sanção aguardando aprovação do presidente do Brasil, para que medicamentos derivados dessas substâncias voltem a serem comercializados. Eles foram proibidos pela Agência de Vigilância Sanitária em 2011, pois não há estudos que comprovem seus benefícios.

Vantagens e indicações Esses medicamentos inibem a fome quase que completamente.

Efeitos colaterais No entanto, o problema dessas fórmulas é que elas não melhoram o paciente metabolicamente nem o educam a como comer melhor. Além disso, elas podem trazer alterações comportamentais, como ansiedade, irritabilidade, insônia, tremores e depressão.

Quando usar remédios para emagrecer?

Os remédios para emagrecer nunca devem ser a primeira opção para o emagrecimento. O ideal é que primeiro o paciente experimente mudar hábitos como sua alimentação e grau de atividade física realizada no dia a dia. Caso essas medidas não se mostrem eficazes, aí sim os medicamentos podem e devem ser indicados, entanto o perfil de cada paciente.

O ideal é que as pessoas com IMC acima de 30, ou pessoas com IMC acima de 27 e doenças metabólicas, sejam avaliadas para o uso de medicamentos nesses casos. Somente nessas situações os efeitos colaterais dos medicamentos não superam os benefícios possíveis.

Remédios naturais para emagrecer

Existem alguns métodos naturais para emagrecer. Entenda se eles funcionam mesmo:

Quitosana Essa substância é extraída do exoesqueleto de insetos ou crustáceos e age como uma fibra, trazendo saciedade. Além disso, estudos feitos em animais mostraram que a quitosana pode interferir muito na digestão e absorção de gorduras pelo trato intestinal, facilitando a excreção destas gorduras nas fezes dos animais.

No entanto, não há estudos que mostrem seus benefícios diretos no emagrecimento em seres humanos.

Konjac Essa raiz também é famosa por suas propriedades emagrecedoras, mas existem poucas evidências da sua ação em seres humanos.

Goji berry em cápsulas Alguns estudos mostram que o goji berry consumido em suco pode ajudar a emagrecer, já que pessoas com baixo consumo de vitamina C podem ser mais resistentes a perder massa gorda. No entanto, ele precisa ser aliado a uma alimentação equilibrada.

Faseolamina Essa substância presente no feijão branco cru reduz a absorção dos carboidratos, sendo aliada do emagrecimento. No entanto, esse alimento cru deve ser consumido com bastante moderação, pois pode fazer mal à saúde.

Remédios caseiros para emagrecer funcionam?

Entre os remédios caseiros para emagrecer estão itens como água com berinjela, água com gengibre e chás diuréticos. Veja se eles realmente funcionam:

Água com gengibre Deixar o gengibre soltar seu líquido na água pode sim ajudar no emagrecimento devido a seu efeito termogênico. Mas só funcionará se aliado a uma dieta balanceada e com menos calorias.

Água com berinjela Essa água, feita ao deixar de molho cubinho de berinjela, não tem estudos que comprovem seu benefício na perda de peso ou que os nutrientes do vegetal sejam passados para a água. O ideal é aproveitar os benefícios da berinjela in natura, consumindo-a refogada ou grelhada.

Chás diuréticos Bebidas com essa propriedade apenas reduzem a retenção de líquido do corpo, o que ajuda a reduzir poucos quilos na balança. No entanto, chás diuréticos com outras propriedades emagrecedoras, como o chá de hibisco, podem ser interessantes, desde que também sejam aliados a uma dieta mais saudável.

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