Conecte conosco

Tech

Confira 4 dicas para conseguir mais espaço livre no seu smartphone Android

Publicado

em

OLHAR DIGITAL 21- Acontece bastante especialmente com smartphones mais antigos: todas aquelas atualizações de softwares, aqueles apps instalados e fotos tiradas ocupam quase todo o espaço disponível no aparelho, e fica cada vez mais difícil conseguir enfiar mais coisa nele.

Abaixo separamos algumas dicas rápidas para você conseguir liberar um espaço extra no seu smartphone, que vão desde a sugestão de apagar apps antigos a usar melhor o backup de imagens oferecido por alguns serviços.

Limpe cache de aplicativos

Os apps que você usa não ocupam espaço apenas por estarem instalados – eles também guardam arquivos em cache, e isso pode ocupar desde alguns kilobytes a muitos megabytes.

Para liberar espaço no seu dispositivo, vá até a área de Configurações e entre em Aplicativos. Toque em qualquer app para encontrar informações sobre ele: entre em Armazenamento e toque em Limpar Cache para apagar esses arquivos.

Esvazie a pasta de downloads

Talvez você nem perceba, mas acaba baixando muitas coisas na internet – como imagens, por exemplo, para enviar para amigos no WhatsApp. Por isso, é bom de tempos em tempos esvaziar a pasta de downloads do Android, e felizmente isso é bem fácil de se fazer.

Abra a gaveta de apps e busque pelo “Downloads” (se não encontrar um app separado, use um gerenciador de arquivos para buscar a pasta de downloads). Apague tudo o que estiver lá dentro que você não quer mais usar.

Apague fotos enviadas para a nuvem

O Google Fotos envia automaticamente todas as suas fotos para a nuvem – se você ativar o recurso, claro – e, com elas guardadas em outro lugar, não faz muito sentido que elas ocupem espaço precioso no seu smartphone, certo? Então é só apagar o que você não quer mais manter no aparelho.

Abra o app do Google Photos e, no menu, toque em “Liberar espaço”. O serviço vai calcular automaticamente quanto espaço pode ser liberado apagando fotos já na nuvem, e é só tocar em “Ok” para começar.

Desinstale apps pouco usados

Pode ser difícil para alguns, mas às vezes é preciso fazer uma limpeza nos apps que estão instalados no smartphone, e aqueles que você não usa muito – ou não usa há muito tempo – podem muito bem ser removidos. Também existem aqueles que só foram usados uma vez, ou os que podem ser substituídos por algum outro já instalado. Organizar apps é sempre um ótimo jeito de manter espaço livre no smartphone.

Clique aqui para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sem categoria

Huawei sem Android?! Marca chinesa perde parceria com o Google

Publicado

em

A já conflituosa relação entre Huawei e Estados Unidos ganha um novo e contundente capítulo. De acordo com a agência Reuters, o Google suspendeu as operações comerciais co a fabricante chinesa, e a mudança tem efeito imediato.

Na prática, a partir de agora, smartphones da companhia perderão imediatamente o acesso a atualizações do sistema operacional Android, e a próxima versão de dispositivos utilizados fora do território chinês não terão acesso a aplicativos e serviços populares, como Play Store e Gmail.

Essa mudança afeta uma série de dispositivos lançados pela marca, inclusive os recentes Huawei P30 Lite e Huawei P30 Pro, que tiveram as vendas iniciadas em território nacionalnessa semana. Outros aparelhos, como o Huawei Mate 20 Pro e demais variantes também perderão as atualizações de segurança.

O movimento da gigante norteamericana vem depois do anúncio do departamento de comércio dos EUA, que na última quarta-feira colocou a fabricante chinesa numa ‘lista negra’ de negócios com outras 68 companhias, seguindo uma ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump.

A ZTE, com quem o país mantém relações turbulentas, já esteve nessa lista e foi removida posteriormente. Com esse embargo, a Huawei está proibida de comprar peças e componentes de empresas dps Estados Unidos sem a aprovação do governo federal, e isso inclui o sistema Android.

A Huawei respondeu o governo Trump após o anúncio:

 

A Huawei é a líder indiscutível em 5G. Estamos prontos e dispostos para debater com o governo dos EUA e propor medidas efetivas para garantir a segurança do produto. Restringir a Huawei de fazer negócios nos EUA não tornará os EUA mais seguros ou mais fortes; em vez disso, servirá apenas para limitar os EUA a alternativas inferiores e mais caras, deixando o país atrasado na implantação do 5G e, eventualmente, prejudicando os interesses das empresas e consumidores americanos. Além disso, restrições sem razão infringirão os direitos da Huawei e levantarão outras sérias questões legais.

Ainda é cedo para uma análise aprofundada dos efeitos dessa restrição, mas inegavelmente afeta os planos da empresa chinesa de chegar ao topo do ranking de maiores fabricantes de smartphones do mundo. A empresa hoje duela com a Apple pelo segundo lugar – a liderança é da sul-coreana Samsung – e a proibição de utilizar o sistema do Google com certeza afetará negócios da companhia, ainda mais em um momento onde ela se voltava para expansão global, com o retorno das operações no Brasil e em outros mercados.

Vale destacar que a empresa já disse em outras ocasiões estar preparada para enfrentar situações do tipo. a HiSilicon, sua divisão de chips, afirmou que está pronta para qualquer proibição, enquanto a divisão de smartphones já disse que se prepara há seis anos ou mais para qualquer embargo vindo do Android.

A Honor, subsidiária da Huawei, tem evento marcado para o dia 21 de maio (terça-feira), quando lançará o Honor 20. Ainda não há informações se o evento será mantido ou adiado.

Huawei e Estados Unidos duelam há bastante tempo. A marca chinesa foi acusada de espionagem pelo governo Trump, que diz que seus equipamentos 5G oferecem portas para a vigilância da administração chinesa, comandada pelo partido comunista, e alertou diversos países – inclusive o Brasil – e alguns já baniram a empresa de operar, como Austrália, Grã-Bretanha, Nova Zelândia e Noruega. A gigante chinesa de tecnologia sempre nega as acusações.

Continuar Lendo

Tech

Novos chips não serão suscetíveis a Spectre e Meltdown, afirma Intel

Publicado

em

Em meio a críticas ferrenhas, a Intel segue na tentativa de acalmar os ânimos e garantir que as falhas de segurança que atingem todas as suas CPUs fabricadas nos últimos 10 anos. A bola da vez vem da reunião com investidores para revelar o balanço financeiro do último trimestre na qual ela garantiu estar trabalhando “dia e noite” para resolver tudo de maneira definitiva.

Além dos pacotes de segurança, o Washington Post informa que a Intel garantiu também que novos processadores serão lançados ainda neste ano para oferecer uma solução completa, ou seja, eles não estarão suscetíveis às falhas Spectre e Meltdow, identificada nos primeiros dias de janeiro. Publicamente, porém, nenhuma novidade foi confirmada pela companhia.

A Intel trabalha para se livrar de Meltdown e Spectre.

A Intel trabalha para se livrar de Meltdown e Spectre.

A Intel assume que os problemas têm gerado críticas de especialistas e do público e também muita publicidade negativa, mas ainda não causou nenhum dano material à empresa. Feita pelo presidente Brian Krzanic, a afirmação chega a ser irônica, visto que as correções aplicadas pela companhia podem reduzir em até 30% o desempenho das máquinas.

E os números deixam isso bem claro: a Intel teve o trimestre com maior receita de sua história, acumulando um total de US$ 17,1 bilhões em vendas (4% a mais do que o mesmo período de 2016.

Dúvidas

O PC World aponta algumas dúvidas (e possíveis respostas) deixadas pela Intel após a exposição feita pelo seu presidente. A mais grave delas é a suspeita de que a correção aplicadas nos chips que serão lançados em 2018 podem não resolver o problema Spectre.

“O Meltdown afeta de forma mais consistente os processadores Intel por causa da forma agressiva que os chips realizam a execução especulativa”, informa o editor Mark Hachman. “O Spectre parece exibir um redesign mais fundamental [dos processadores”, prossegue, destacando que o problema pode ser ainda mais grave, posição semelhante à levantada por Linus Torvalds há alguns dias.

Além disso, não fica claro se a Intel aplicará a mudança física nos chips em processadores antigos. A principal aposta é que não, ou seja, apenas novos chips contarão com a gambiarra para corrigir a falha de forma definitiva. Isso significa que quem já possui uma máquina “powered by Intel” terá que lidar com as correções de software.

Continuar Lendo

Tech

Pesquisa mostra que robôs aumentam polarização dos debates nas redes sociais

Publicado

em

Uma pesquisa da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (DAPP/FGV) mostra que robôs – perfis automatizados nas mídias sociais – estão influenciando os debates políticos na web e aumentando a polarização das discussões. O estudo denominado Robôs, Redes Sociais e Política no Brasil, publicado no final de agosto, aponta ainda que o processo de disputa política nos próximos anos pode estar ameaçado.

Os robôs, ou bots, são perfis falsos presentes em mídias sociais como o Facebook e o Twitter que são capazes de distribuir, em escala industrial, mensagens pré-programadas. Na disputa política, esse tipo de instrumento pode ser contratado em empresas especializadas para que um candidato, ou uma proposta, receba milhares de mensagens de apoio, inflando artificialmente sua aceitação popular, e influenciando assim a percepção das pessoas.

“Elemento flagrante é o ‘inchamento’ de movimentos políticos que são, na realidade, de dimensão bastante inferior. Somados, esses riscos e outros representados pelos robôs, são mais do que o suficiente para jogar luz sobre uma ameaça real à qualidade do debate público no Brasil e, consequentemente, do processo político e social definidor dos próximos anos”, destaca a pesquisa.

O estudo aponta que perfis comandados por robôs chegaram a ser responsáveis por mais de 10% das interações no Twitter nas eleições presidenciais de 2014. Durante protestos pelo impeachment da então presidenta da República Dilma Rousseff, as ações dessas contas falsas foram responsáveis por 20% das interações dos apoiadores dela, que usavam significativamente esse tipo de mecanismo. Um outro exemplo analisado mostra que quase 20% das interações no debate entre os usuários favoráveis a Aécio Neves no segundo turno das eleições de 2014 foram motivadas por robôs.

 

No entanto, segundo a pesquisa, não é possível afirmar que os grupos políticos ou candidatos beneficiados pelas mensagens sejam, de fato, seus mentores. “Ao identificarmos robôs operando para um campo, porém não queremos dizer que os atores políticos e públicos ali situados sejam responsáveis diretos pelos robôs a seu favor. Diversos grupos de interesse podem estar fazendo uso desse tipo de recurso de disseminação de informações”.

Para o pesquisador da DAPP/FGV Amaro Grassi, ainda não é possível afirmar que a ação dos perfis falsos seria decisiva em uma eleição. No entanto, o uso desse tipo de ferramenta pode aumentar artificialmente a impressão de que determinada candidatura ou programa político possui mais apoio popular do que realmente tem.

“Qual que é o objetivo desse tipo de ação? É inflar um determinado posicionamento por interesses que podem ser os mais diversos. Pode ser um interesse por um assunto específico, pode ser o interesse por um um partido ou por uma narrativa”, explica.

Grassi ressalta que a ação dos robôs, por sua natureza, acaba degradando os debates políticos, transformando as discussões na web em embates extremados, sem espaço para a construção de consensos. “Por definição, não vai ser uma mensagem aberta ao diálogo, porque ela é uma mensagem propagada por um robô. Então, isso naturalmente se encaixa no contexto de mensagens que são mensagens de propaganda, mensagens mais afirmativas, que são de posicionamentos mais rígidos”.

“Em termos de impacto, o que a gente consegue perceber com bastante clareza é que eles favorecem a polarização. O tipo de mensagem que eles [robôs] difundem acaba favorecendo posições mais radiciais, e dificultando um debate mais sereno em torno das questões que estão colocadas em cada momento”.

 

A pesquisa destaca ainda que a identificação dos “mentores” dos robôs passou a ter uma importância ainda maior, já que os perfis falsos, cada vez mais, conseguem replicar o padrão humano com mais precisão. Dessa forma, um usuário comum das redes sociais tende a ter mais dificuldade em saber se está lendo ou compartilhando um conteúdo artificial, ou escrito por uma pessoa de verdade. “Isso tem de ser incorporado no repertório de controle dos órgãos responsáveis pela eleição, pelos tribunais regionais e pelo Tribunal Superior Eleitoral. Tem que estar atentos a esse tipo de ação, pode ter uma interferência decisiva no processo eleitoral”, ressalta o pesquisador.

O estudo chama atenção também para o fato de que há robôs que operam no exterior e disseminam mensagens em território nacional. “Isso inclusive enseja a reflexão de manipulação não só interna, mas também para além dos campos políticos nacionais, sugerindo a hipótese da possibilidade de até mesmo outros atores, estranhos ao quadro nacional, operarem nas redes esses mecanismos”, alerta.

Continuar Lendo
BANNER

AS MAIS LIDAS DA SEMANA