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Ambulâncias com 10 venezuelanos feridos estão a caminho de Boa Vista

Duas ambulâncias, com 5 venezuelanos feridos em cada veículo, estão a caminho da cidade Boa Vista, capital de Roraima, na tarde desta sexta-feira (22).

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Ambulâncias com 10 venezuelanos feridos estão a caminho de Boa Vista

Agência Sputink – Os dois veículos seguiram primeiro para o Hospital Délio Tupinambá, o único de Pacaraima, mas depois saíram com destino ao Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista, a 215 km da fronteira. 

Em entrevista à Sputnik Brasil, Ivani de Moraes afirmo, técnica de enfermagem do hospital de Boa Vista, os dois veículos carregam 10 indígenas venezuelanos feridos, 5 em cada veículo.

Segundo o jornal Washington Post, na manhã desta sexta-feira, um comboio militar se aproximou de um ponto de controle próximo a uma comunidade indígena na vila de Kumarakapai, perto de uma das vias que ligam os dois países.

Quando um grupo de pessoas tentou bloquear a passagem do comboio, os soldados abriram fogo, ferindo ao menos 22 pessoas e deixando 2 mortos. O governo de Nicolás Maduro não confirma que houve o conflito. As informações, até o momento, foram dadas pela imprensa internacional e por políticos de oposição.

A fronteira entre Venezuela e Brasil está fechada desde a noite de quinta-feira (21). No entanto, a Guarda Nacional permitiu a passagem das duas ambulâncias com os feridos para que eles fossem atendidos no Brasil.

De acordo com a Reuters, alguns indígenas haviam expressado apoio aos planos da oposição venezuelano de permitir a entrada de ajuda humanitária na Venezuela. Maduro justifica que a entrada de ajuda humanitária seria uma espécie de disfarce para facilitar uma intervenção dos Estados Unidos e ordenou aos militares que impeçam a entrada dos mantimentos.

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A “renúncia” de Cristina Kirchner e o novo tabuleiro político argentino

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A "renúncia" de Cristina Kirchner e o novo tabuleiro político argentino

A “renúncia” de Cristina à candidatura presidencial é um acontecimento inédito. E não porque tenhamos esquecido de outra renúncia, essa sim de verdade, de Eva Perón, mas porque pela primeira vez um candidato a vice-presidente anuncia quem será o primeiro na chapa.

Um indicativo claro de onde está a fonte de poder. Um olhar superficial faz lembrar o bordão “Cámpora ao governo, Perón ao poder”, ficção que não durou nem dois meses e que acabou em um golpe palaciano, desalojando a ala mais radicalizada do peronismo.

Desta vez os fatores se inverteram: um moderado como Alberto Fernández estaria sob a pressão do kirchnerismo duro e de um possível putsch. Já tentaram essa experiência com a chapa Daniel Scioli presidente – Carlos Zannini vice, e comissário político, mas Macri a venceu A “renúncia” apresenta peculiaridades.

A primeira é que a chapa Alberto Fernández-Cristina Fernández (de Kirchner), foi anunciada a pouco mais de um mês do vencimento do prazo legal.

A presença do ex-chefe de Gabinete de Néstor Kirchner é, claramente, uma presença negociadora para unificar o peronismo.

É um convite para a grande primária do Partido Justicialista com todos dentro, como, por exemplo Sergio Massa, que Alberto várias vezes tentou fazer com que voltasse a trabalhar com Cristina.

Significa também que Cristina sabe que pode ganhar, mas sabe que terá que governar com um mundo político-financeiro hostil e com uma situação difícil para seus gostos políticos. Prefere que seja outro o responsável por essa dura tarefa.

Mas a chapa AF-CFK também poderia fazer parte da negociação global em que a situação judicial de Cristina estaria sobre a mesa.

Alberto se encarregou de mostrar que quatro juízes da Suprema Corte de Justiça tentariam frear o julgamento por corrupção que começa na terça-feira. Essas “garantias” tornariam mais fácil a negociação de um ticket no qual -inclusive- a senadora não apareça.

Cristina também tem razões personalíssimas para dar esse passo, com sua filha Florencia em um virtual exílio em Cuba.

Nesta semana, o governador da províincia de Córdoba, Juan Schiaretti, começará a fazer valer o peso de sua reeleição quando se encontrar com Sergio Massa, Juan Manuel Urtubey e Roberto Lavagna.

O peronismo alternativo tinha um peso com a polarização entre Cristina e Macri. Agora, alguns governadores comprometidos com esse setor poderiam esgrimir uma desculpa para desertar.

Aparentemente, no entanto, o terceiro setor tentará competir, embora persistam incógnitas em relação a Massa.

O governo, contudo, considera que houve gatopardismo (mudar algo para que nada mude). Argumenta que a jogada de Cristina como vice aconteceu porque ela tem um teto eleitoral que não consegue perfurar.

Outros, porém, sugerem que haverá movimentos no lado de Macri, se ele resolver que outra pessoa jogue esta partida eleitoral. Uma mudança muito difícil, mas não impossível.

Ricardo Kirschbaum é diretor de redação do Clarín.

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Presidente Nicolás Maduro pede que o FANB mantenha o sindicato em defesa do país

O presidente da Venezuela denunciou que as ações de golpe da direita venezuelana são organizadas a partir dos Estados Unidos.

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O presidente da  Venezuela , Nicolás Maduro, pediu quinta-feira às Forças Armadas Nacionais Bolivarianas ( FANB ) para a coesão, para a defesa da Constituição , democracia e paz.

“Antes que o mundo é FANB tem que dar uma lição de história neste momento que em Venezuela não é um consistente, legais, forças armadas coesos, unidos como nunca antes derrotando tentativas de golpe de traidores que venderam dólares Washington , ” disse o Chefe de Estado.

Durante uma estação de rádio e televisão conjunta, o presidente recordou os valores que levaram à fundação das forças armadas do país sul-americano e destacou a lealdade dos soldados venezuelanos.

https://twitter.com/NicolasMaduro/status/1123892609422954497

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Putin se pronuncia sobre ataques dos EUA na Síria e apela a reunião extraordinária na ONU

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Neste sábado (14), o presidente russo Vladimir Putin fez uma declaração na sequência do ataque de mísseis contra a Síria pela coalizão internacional liderada pelos EUA e comunicou que Moscou está convocando uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU.

Da agência SPUTNIK – “A atual escalada em torno da Síria afeta de modo destrutivo todo o sistema de relações internacionais. A história vai decidir tudo, ela já colocou sobre Washington a responsabilidade pela repressão sangrenta na Iugoslávia, no Iraque, na Líbia”, disse Putin em um comunicado divulgado pela assessoria de imprensa do Kremlin.

“A Rússia convoca uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU para discutir as ações agressivas dos EUA e seus aliados”, informou o presidente.

Além disso, Putin frisou que a Rússia condena “do modo mais resoluto” o ataque contra a Síria, onde os militares russos ajudam o governo legítimo a combater o terrorismo.

“Em 14 de abril, com a ajuda dos seus aliados, os EUA efetuaram um ataque de mísseis contra os objetivos militares e civis na República Árabe da Síria. Sem o aval do Conselho de Segurança da ONU, violando a Carta da ONU e as normas e os princípios do direito internacional, foi realizado um ato de agressão contra um país soberano que está na vanguarda da luta antiterrorista”, manifestou.

“Com suas ações, os EUA agravam ainda mais a catástrofe humanitária na Síria, fazem sofrer a população local, favorecem de fato os terroristas que têm atormentado o povo sírio por sete anos e provocam uma nova onda de refugiados a partir deste país e de toda a região em geral”, frisou Putin.

Para mais, o líder russo observou que os EUA, tal como um ano atrás ao atacar a base aérea de Shayrat, usaram como pretexto uma encenação do uso de substâncias tóxicas contra a população civil e ressaltou que “os especialistas militares russos que foram ao local do incidente não detectaram nenhuns vestígios de cloro ou outra substância tóxica” e “nenhum residente local confirmou o fato”.

O pretexto para realização do ataque de mísseis contra a Síria foi o incidente em 7 de abril, na cidade síria de Douma, onde alegadamente teriam sido usadas as armas químicas. Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, o ataque de mísseis foi efetuado por aviões e navios dos EUA, junto com o Reino Unido e a França, na madrugada deste sábado.

 

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